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Câncer de pele: Procedimento estético pode piorar doença

por Esteticare 14 de maio de 2024
14 de maio de 2024
Câncer de pele: Procedimento estético pode piorar doença

Câncer de pele foi detectado só após intervenção de estética

Um caso recente de um paciente que realizou microagulhamento no rosto teve células tumorais espalhadas pela região. No entanto, o sinal de câncer já estava na pele. Porém, ainda não havia sido identificado.

Câncer de pele X procedimento estético

Havia um sinal escuro no rosto que nunca tinha incomodado a pessoa e ela não foi ao dermatologista para verificar, e passou por uma intervenção com alguém não capacitado. Tudo isso é perigoso para o paciente, uma vez que o indicativo sem importância na verdade era um melanoma.

De acordo com a dermatologista Çays de Alcântara, a aparência da pele da paciente é o retrato ma real e cruel da banalização dos procedimentos estéticos.

Em declaração ao portal do UOL, VivaBem, a médica especializada em cosmiatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein reforçou que trata-se de um caso que resultou na pior complicação possível.

O que é microagulhamento?

O microagulhamento é procedimento que utiliza um equipamento com microagulhas que vão perfurar a epiderme (camada superficial da pele) e chegar à camada logo abaixo dela, a derme.

Copm a finalidade de estimular a produção de colágeno e aplicar substâncias nessa camada mais profunda da pele, é a perfuração que leva o ativo até a região interna.

Além disso, o procedimento pode ser usado para tratar diferentes condições. Confira abaixo:

  • Melasma;
  • Cicatriz de acne;
  • Flacidez;
  • Queda de cabelo;
  • Amenização de rugas;
  • Estrias.

Avaliação rigorosa

Quem quiser fazer um procedimento estético deve, antes de tudo, fazer uma avaliação rigorosa antes, com um especialista no assunto para identificar possíveis lesões e garantir que a região esteja íntegra. Ou seja, para fazer uma intervenção estética, a pele não pode estar machucada, com lesões inflamatórias ou infecções. E também não pode ser uma pele hipersensível.

Tipos de câncer de pele

Existem dois grupos de câncer dermatológico: o melanoma e o não melanoma.

O melanoma é mais agressivo e caracterizado, na maioria das vezes, por lesões pigmentadas, mais escuras, que até se assemelham com pintinhas pelo corpo.

Porém, se for um câncer de pele, a aperência desta pinta terá:

  • Assimetria;
  • Bordas irregulares;
  • Cor variada, tendo por vezes mais de duas cores na mesma lesão, em tons de marrom claro e escuro ou preto azulado;
  • Diâmetro maior do que seis milímetros;
  • Evolução com mudança de cor, formato ou aparência.

Trata-se do chamado ABCDE do melanoma, uma espécie de regra que ajuda a identificar lesões suspeitas. Entretanto, nem todos esses sinais vão levar à doença.

Por sua vez, o câncer de pele não melanoma é caracterizado por pintas escuras, às vezes da cor da pele também. Pode ter uma aparência brilhante ou ser uma ferida que não cicatriza.

Diagnóstico precoce

Contudo, quanto mais cedo for identificado um câncer na pele, melhor será o tratamento, pois não ocorrerão mutilação nem perdas importantes da pele, diz a SBD.

Como o microagulhamento espalha o câncer?

Por meio do roller, um dos equipamentos usados para fazer microagulhamento, utiliza um cabo com uma rodinha na ponta onde ficam as microagulhas.

A agulha que passa num ponto do rosto vai passar em outro ao longo do movimento, perfurando a pele. Com isso, as células da derme podem ser carregadas de uma região a outra, se disseminando.

Por fim, se a pele tem uma infecção por bactéria ou lesão tumoral, essas células doentes também serão espalhadas. Já numa pele íntegra não há este impacto, e é diferente das células do tumor, que é um tecido lesado.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/medica-diagnosticando-um-melanoma-no-corpo-de-uma-paciente-do-sexo-feminino_25169044.htm#fromView=search&page=1&position=0&uuid=489a0b4b-5fde-4f60-af8f-40f1cdf24fb0

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