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Grisalho em alta: quando assumir os fios brancos vira escolha estética e pessoal
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Grisalho em alta: quando assumir os fios brancos vira escolha estética e pessoal

por Esteticare 5 de maio de 2026
escrito por Esteticare

Durante muito tempo, o aparecimento dos cabelos brancos foi tratado como um marcador inevitável da idade. Para muitas mulheres, em especial, esse processo vinha acompanhado de pressão estética e da necessidade de esconder os fios com tinturas frequentes. O grisalho era associado à falta de cuidado, enquanto o envelhecimento masculino costumava ser visto com mais tolerância. Esse padrão começa a mudar. Em meio a discussões sobre liberdade estética e valorização da aparência natural, assumir os fios brancos deixa de ser apenas uma consequência biológica e passa a representar uma decisão consciente.

A comunicadora Luciane Improta, 42 anos, relata que abandonar a coloração foi um passo além da estética. “Decidi me libertar dessa opressão cruel de que mulheres não podem ter cabelos brancos porque isso é ‘falta de cuidado’, enquanto os homens passam pelo mesmo processo e ficam ‘charmosos’. Menos, né? Todo mundo envelhece”, afirma.

Ela lembra que os primeiros fios surgiram ainda jovem, por volta dos 20 anos. A partir daí, entrou em uma rotina de retoques constantes. “Cerca de 10 dias depois de pintar, a raiz já me incomodava. Cheguei a fazer mechas bem loiras para disfarçar, mas meu cabelo ficou muito prejudicado. Era uma bola de neve.”

Com o tempo, o desgaste financeiro e capilar pesou. “Eu gastava cada vez mais tentando resolver problemas causados por não assumir meu cabelo natural.” Ao interromper o uso de tinturas, a mudança foi além do visual. “Eu me sinto linda, moderna e, principalmente, livre.”

Grisalho precoce e mudança de percepção

Nem sempre o embranquecimento dos fios acompanha o envelhecimento. Em alguns casos, ele aparece ainda na infância ou adolescência. A secretária Débora Aline, 22 anos, conta que começou a perceber fios brancos aos 7. “Aos 7 anos, já tinha fios brancos, e isso me incomodava muito. Me chamavam de velha. Pintava de preto, mas em menos de 15 dias já precisava retocar, e, com a rotina corrida, nem sempre dava.”

O que antes gerava desconforto passou por uma mudança gradual. “De tanto fugir, comecei a amar meu cabelo”, diz. Hoje, o grisalho virou marca pessoal. “As pessoas elogiam muito e perguntam até em qual salão eu fiz.”

Para o educador e especialista em corte e cor Marcel Machado, essa transformação tem relação com o reposicionamento do grisalho na estética contemporânea. “Os cabelos brancos e grisalhos deixaram de estar associados apenas ao envelhecimento e passaram a funcionar como uma tendência estética, muito próxima ao universo dos platinados. Não é mais sobre declínio, mas sobre estilo e autoconhecimento.”

Ele destaca que cortes bem estruturados ajudam a valorizar o visual. “Linhas definidas transformam completamente o visual. A proposta hoje é potencializar, não esconder.”

O que explica o embranquecimento

Do ponto de vista médico, o processo é natural. A dermatologista Regina Buffman explica que o embranquecimento ocorre pela redução progressiva da melanina, pigmento responsável pela cor dos fios. “Com o tempo, os melanócitos diminuem sua atividade até cessarem completamente.”

Ela diferencia as fases. O cabelo grisalho é aquele que mistura fios pigmentados e brancos. Já o cabelo branco não possui mais melanina. A genética costuma ser o principal fator. “A predisposição familiar determina, em grande parte, quando o processo de embranquecimento vai começar”, resume.

Luciane confirma essa influência. “Desde que me entendo por gente, meus avós maternos tinham o cabelo branco.” Débora também investigou possíveis causas. “Já suplementei vitaminas, mas no meu caso é genético mesmo.”

Outros fatores podem contribuir, embora não sejam determinantes. O estresse é frequentemente citado e pode acelerar o processo em alguns casos. Deficiências nutricionais também entram na lista. “Deficiências nutricionais, especialmente de vitamina B12, ferro e cobre, podem contribuir bastante para o embranquecimento precoce dos fios”, afirma Regina.

Transição exige tempo e adaptação

Assumir o grisalho envolve um período de adaptação que nem sempre é simples. A fase de transição, quando a raiz natural cresce e contrasta com a parte tingida, costuma ser a mais desafiadora.

“Quando você para de pintar, a tinta desbota e o cabelo não fica bonito”, relata Luciane. Para lidar com esse momento, ela optou por um corte curto. “Foi radical. Você precisa se adaptar, mudar o estilo, entender o novo cabelo.”

Marcel orienta que o processo deve respeitar o ritmo de cada pessoa. “Mas com um corte bem pensado e, quando faz sentido, uma coloração mais leve para equilibrar as fases, o processo fica bem mais leve e até divertido.” Ele reforça que não existe um padrão único. “Cada cabelo tem uma distribuição única de fios brancos, o que permite resultados muito personalizados.”

Cuidados com os fios grisalhos

Sem melanina, os fios tendem a ser mais ressecados e sensíveis à exposição solar. Por isso, alguns cuidados entram na rotina. Débora aposta em produtos específicos. “Uso desamarelador, matizador e protetor térmico. Faço hidratação uma vez por semana.”

Luciane prefere uma abordagem simples. “Uso xampu e condicionador infantil. Para mim, funciona superbem.” Ela também incorporou escovas de madeira para reduzir o frizz.

Segundo Regina, não há uma fórmula única, mas alguns pontos são importantes. Hidratação frequente ajuda a compensar a perda de água dos fios. A proteção contra radiação UV também deve ser considerada. “O ideal é usar produtos com proteção solar capilar e acessórios como chapéus.”

A matização, embora não obrigatória, pode ser útil para manter a cor uniforme, neutralizando tons amarelados causados por poluição e exposição ao sol.

Se antes o espelho refletia uma tentativa constante de correção, hoje ele pode indicar um processo de reconhecimento. Débora resume de forma direta: “Hoje, eu acho um charme.”

Fonte: Correio Braziliense
Foto: https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/homem-mais-velho-segurando-seus-cabelos-grisalhos_9411423.htm

5 de maio de 2026 0 comentário
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Salões com identidade própria redesenham o mercado de beleza no Brasil
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Salões com identidade própria redesenham o mercado de beleza no Brasil

por Esteticare 23 de abril de 2026
escrito por Esteticare

O mercado de beleza no Brasil mantém trajetória de crescimento consistente, impulsionado pela valorização do autocuidado e por mudanças no comportamento do consumidor. Em 2024, o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos avançou mais de 10% e movimentou R$ 173,4 bilhões, de acordo com a Euromonitor International. Esse desempenho não se limita à indústria de produtos. Ele se reflete também na transformação dos serviços, que passam por uma revisão de conceitos, formatos e estratégias.

Nesse cenário, surge com força um novo tipo de empreendimento. Os chamados salões autorais ganham espaço ao propor uma lógica diferente da tradicional. Em vez de priorizar exclusivamente a execução técnica, esses negócios são estruturados a partir de uma identidade clara, com estética definida, seleção criteriosa de profissionais e atenção à jornada completa do cliente. O salão de beleza deixa de operar apenas como ponto de atendimento e passa a se posicionar como marca, com valores e narrativa próprios.

Experiência e posicionamento redefinem o atendimento

A consolidação desse modelo acompanha uma mudança perceptível no perfil do consumidor. O público não busca apenas um serviço específico. Há uma demanda crescente por experiências mais completas, que dialoguem com estilo de vida, bem-estar e identidade pessoal. Esse movimento pressiona o setor a ir além da entrega funcional e a investir em conexões mais consistentes.

Para Andreia Bessa, gestora de negócios e sócia proprietária do salão Blér, essa transformação é evidente na rotina do atendimento. “Hoje o cliente não procura apenas um serviço estético. Ele busca bem-estar, personalização e identificação com o propósito do espaço. A experiência passou a ser tão importante quanto o resultado final”, afirma.

Na prática, isso altera a lógica de funcionamento dos salões. O atendimento passa a considerar desde o primeiro contato até o acompanhamento posterior. A ambientação, a comunicação e o relacionamento com o cliente ganham peso semelhante ao da técnica. A fidelização deixa de depender apenas do resultado imediato e passa a ser construída ao longo de toda a jornada.

Essa mudança também impacta o perfil do empreendedor. A gestão exige visão mais ampla, que inclui branding, posicionamento e estratégia. O salão autoral demanda planejamento consistente e clareza sobre o público que deseja atingir. Não se trata apenas de oferecer serviços, mas de sustentar uma proposta coerente no longo prazo.

Profissionais assumem papel mais estratégico

Outro efeito dessa transformação está na valorização das equipes. Nos salões autorais, os profissionais deixam de ser apenas executores e passam a integrar a identidade do negócio. A escolha dos colaboradores envolve não só competência técnica, mas afinidade estética, alinhamento de valores e capacidade de construir relações mais próximas com os clientes.

O atendimento se torna menos padronizado. Diagnósticos personalizados, escuta ativa e orientação individual passam a fazer parte do serviço. O profissional assume um papel consultivo, contribuindo para decisões que vão além do procedimento imediato. Esse formato fortalece o vínculo com o cliente e amplia a percepção de valor.

Ao mesmo tempo, cresce a demanda por qualificação em áreas que antes não eram prioridade no setor. Conhecimentos em gestão, comunicação e experiência do cliente passam a ser diferenciais importantes. A profissionalização do mercado acompanha o aumento da concorrência e a exigência por serviços mais completos.

Sustentabilidade entra no centro das decisões

A pauta ambiental e social também ganha espaço dentro desse novo modelo de negócio. Questões ligadas à sustentabilidade deixam de ser periféricas e passam a influenciar escolhas estratégicas. Isso inclui desde a seleção de produtos até práticas internas e relações de trabalho.

Para Thaisa Damo, especialista em sustentabilidade e cofundadora do salão Blér, o movimento reflete uma mudança mais ampla no setor. “A beleza passa por um processo de conscientização. O consumidor quer entender a origem dos produtos, os impactos do consumo e como as empresas se posicionam diante de questões sociais e ambientais. Incorporar responsabilidade ao negócio deixou de ser tendência e passou a integrar a construção de valor das marcas”, explica.

Entre as práticas mais adotadas estão a redução de resíduos, o uso consciente de recursos e a valorização dos profissionais. Relações de trabalho mais equilibradas e transparência nas operações também ganham relevância. Esses fatores influenciam tanto a decisão dos clientes quanto a atração de novos talentos.

Os salões autorais refletem, portanto, um momento de amadurecimento do mercado de beleza. Técnica, gestão e propósito passam a caminhar juntos. Mais do que seguir tendências estéticas, esses espaços respondem a mudanças culturais mais profundas, ligadas à busca por experiências significativas e modelos de negócio mais sustentáveis.

Fonte: GZH
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-lavando-a-cabeca-em-um-salao-de-cabeleireiro_5912210.htm

23 de abril de 2026 0 comentário
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Água dura na Europa afeta o cabelo? O que é mito e o que é efeito do calcário nos fios
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Água dura na Europa afeta o cabelo? O que é mito e o que é efeito do calcário nos fios

por Esteticare 4 de março de 2026
escrito por Esteticare

Brasileiros que se mudam para países europeus costumam relatar mudanças no cabelo poucas semanas após a chegada. Fios mais ásperos, perda de brilho, dificuldade para desembaraçar e a impressão de que a queda aumentou fazem parte das queixas mais comuns. A brasileira Luana Santiago, que mora na Alemanha, descreve a experiência sem rodeios. “Toda vez que eu lavo o meu cabelo, vai caindo cada vez mais. Então, são tufos e tufos de cabelo que, às vezes, eu fico assustada”.

Rafael Gonsalez, também residente na Alemanha, percebe algo semelhante. “Você começa a ver mais do seu couro cabeludo. Você começa a perceber que, quando você penteia, saem mais fios”. Já Juliana Makalima, que vive no mesmo país, chama atenção para outro problema. “Meu cabelo tem muito mais nós. Então, eu tenho dificuldade de desembaraçar, e isso faz com que ele quebre também”.

O fenômeno costuma ser atribuído à chamada água dura, característica comum em várias regiões da Europa. Mas o que realmente acontece com os fios?

O que é água dura e como ela age no cabelo

Água dura é aquela com alta concentração de minerais, principalmente cálcio e magnésio. São esses elementos que formam o calcário, visível nas manchas brancas em pias, box e eletrodomésticos. Em muitos países europeus, há inclusive medições oficiais que indicam o nível de dureza da água por região.

Quando entra em contato com o cabelo, essa água rica em minerais modifica a superfície dos fios. O acúmulo de cálcio e magnésio interfere na abertura e no fechamento das cutículas, o que altera a textura. O resultado costuma ser cabelo mais ressecado, poroso, opaco e com maior tendência a embaraçar.

A quebra também pode aumentar. Fios mais ásperos e cheios de nós exigem mais tração ao pentear ou escovar, o que favorece a ruptura ao longo do comprimento. A sensação de que há mais cabelo no ralo muitas vezes está ligada a esse processo mecânico.

O que a água dura não provoca, segundo especialistas, é queda capilar pela raiz.

“Não tem queda da raiz do cabelo. Essa queda não é verdadeira. A gente tem uma queda normal, diária, de 100 fios”, explica o dermatologista Leonardo Spagnol Abraham. Ele lembra que fatores comportamentais também influenciam a percepção. “Muitas vezes, o paciente vai para um país frio, acaba lavando menos o cabelo. Isso vai acumulando mais cabelo na cabeça e vai aumentando uma queda proporcional.”

O ciclo capilar sofre impacto de múltiplas variáveis. Mudanças bruscas de rotina, adaptação cultural e estresse emocional podem desencadear eflúvio telógeno, quadro temporário de queda acentuada que costuma aparecer cerca de três meses após o evento desencadeante. Alterações na tireoide, tanto no hipertireoidismo quanto no hipotireoidismo, também devem ser investigadas em casos persistentes. A alopecia androgenética, conhecida como calvície, segue como uma das causas mais frequentes. Já deficiência de vitaminas é rara. “Menos de 1% das causas de queda de cabelo, de eflúvio telógeno, é falta de vitaminas”, afirma Abraham.

Filtros, vinagre e produtos específicos funcionam?

Diante do desconforto, imigrantes recorrem a diferentes estratégias. Filtros instalados no chuveiro estão entre as soluções mais populares. Eles podem reduzir temporariamente a concentração de minerais, mas têm vida útil limitada. À medida que o material filtrante satura de cálcio e magnésio, perde eficiência e precisa ser substituído.

Outra prática comum é o enxágue final com água destilada ou mineral. A destilada, vendida em farmácias, não contém metais. A mineral geralmente apresenta menor teor de cálcio e magnésio do que a água encanada. Embora possam diminuir o acúmulo de calcário nos fios, são alternativas pouco práticas no dia a dia, especialmente em regiões frias.

Juliana adotou uma solução caseira. “Aplico uma mistura de água destilada e vinagre de maçã após o shampoo”. Há base química para o método. Segundo o farmacêutico Victor Infante, especializado em cosméticos, o vinagre ajuda a acidificar o fio e favorecer o fechamento das cutículas, reduzindo a interação com os minerais. Ele alerta, porém, que o uso inadequado pode irritar o couro cabeludo. Por isso, recomenda cosméticos acidificantes formulados com pH controlado.

Infante também observa que produtos fabricados no Brasil nem sempre apresentam o mesmo desempenho em países com água dura, pois não foram desenvolvidos para essa condição. Em tese, formulações europeias tendem a considerar esse cenário. Ainda assim, brasileiros com cabelo crespo e cacheado relatam dificuldade para encontrar variedade de itens adequados. Luana resume a adaptação de forma prática. “Eu diria que 70% da minha mala é produto de cabelo”.

Rotina de tratamento vira estratégia de adaptação

Sem solução definitiva, muitos imigrantes ajustam a rotina. Luana lava o cabelo uma vez por semana e inclui etapas de nutrição, hidratação, reconstrução e acidificação. O processo pode levar três horas. Rafael, que vive na Europa há sete anos, combina máscaras e óleos para reduzir a quebra e facilitar o penteado.

“Ser como era no Brasil, acho que não volta a ser”, diz ele.

Com o tempo, parte da frustração dá lugar à adaptação. “Eu já aceitei, porque não tem como mudar. Quando eu me mudei para cá, afetava bastante minha autoestima, porque eu via que meu cabelo estava muito seco”, relata Luana. “Mas aqui você percebe que a cultura em relação a beleza é muito diferente. Eles não dão essa importância que talvez damos no Brasil”, diz.

Entre calcário, clima frio e mudança de rotina, o cabelo acaba refletindo mais do que a qualidade da água. Ele registra, fio a fio, o processo de adaptação a uma nova vida.

Fonte: G1
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/lavagem-de-adolescentes-para-reduzir-o-efeito-da-ressaca_75524017.htm

4 de março de 2026 0 comentário
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Mini bob ganha força em 2026 e se consolida como aposta entre celebridades
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Cabelo mini bob ganha força em 2026 e se consolida como aposta entre celebridades

por Esteticare 22 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

O início de 2026 chega acompanhado de um desejo recorrente de mudança, visível não apenas nas resoluções pessoais, mas também nas escolhas estéticas. No universo da beleza, o cabelo costuma ser um dos primeiros territórios dessa transformação. Entre tendências que vão e voltam, um corte específico tem chamado atenção nas últimas temporadas e agora se firma como aposta dominante. O mini bob, versão mais curta do tradicional bob, aparece com força entre celebridades e reforça seu lugar como um dos visuais mais atuais do ano.

Quem acompanha tapetes vermelhos e eventos de grande visibilidade já vinha percebendo o movimento. O bob nunca deixou de ser relevante, mas o comprimento reduzido, geralmente na altura do queixo ou um pouco acima, passou a ganhar protagonismo. Em 2024, Zendaya e Kylie Jenner surgiram com variações do corte. No início de 2026, novas adesões confirmaram que a tendência não era passageira.

Entre os nomes que reforçaram o mini bob neste começo de ano estão Millie Bobby Brown, Gigi Hadid e Ayo Edebiri. Cada uma apresentou o corte com propostas distintas, o que ajuda a explicar sua popularidade. Trata-se de um visual versátil, capaz de transitar entre o clássico e o contemporâneo, o casual e o sofisticado, dependendo da finalização e do contexto.

Millie Bobby Brown e a virada de estilo

Após encerrar oficialmente sua trajetória em Stranger Things, Millie Bobby Brown parece ter iniciado também uma nova fase estética. A atriz chamou atenção ao aparecer no Joy Awards, na Arábia Saudita, com os fios cortados na altura do queixo. O mini bob adotado por ela apresentou linhas limpas e acabamento elegante, sem excessos, reforçando uma imagem mais madura e alinhada ao momento atual de sua carreira.

O visual, moderno e ao mesmo tempo discreto, rapidamente passou a ser citado como uma das referências de corte para 2026. A escolha dialoga com uma tendência mais ampla de simplificação, na qual o impacto vem do desenho do corte, não de volumes exagerados ou efeitos artificiais.

Como todo cabelo curto, o mini bob exige atenção maior à manutenção. Visitas regulares ao salão são fundamentais para preservar o formato e garantir que o comprimento continue preciso. A finalização também ganha importância, já que pequenos ajustes fazem diferença no resultado final.

Referências clássicas e releituras atuais

Ayo Edebiri apresentou outra leitura do mini bob ao surgir no Globo de Ouro. Sua escolha foi por uma finalização mais clássica, com as pontas penteadas para trás e uma leve onda na franja. O visual remete às chamadas “Garotas Flapper” dos anos 1920, período em que o cabelo curto feminino ainda era visto como um gesto ousado e carregado de significado.

Essa referência histórica mostra como o mini bob permite diálogo com diferentes épocas. O corte pode evocar elegância vintage ou assumir uma postura contemporânea, dependendo do styling. Essa flexibilidade contribui para sua ampla aceitação entre profissionais de moda e beleza.

Mudança de cor também entra em cena

Gigi Hadid levou a transformação um passo adiante ao unir corte e cor. Conhecida por seu loiro característico, a modelo apareceu com um mini bob em tom escuro, próximo ao preto. A imagem, compartilhada por seu cabeleireiro, mostrou o cabelo molhado, com uma finalização moderna e minimalista, reforçando a proposta do visual.

A escolha evidencia outro ponto forte do mini bob. O corte funciona bem em diferentes cores e texturas, do liso ao ondulado, do claro ao escuro. Essa adaptabilidade faz com que ele seja considerado uma opção segura para quem deseja mudar sem recorrer a soluções radicais demais.

Ao se firmar entre celebridades e circular por eventos de grande repercussão, o mini bob consolida sua posição como um dos cortes mais relevantes de 2026. Mais do que uma moda pontual, ele reflete um momento de busca por praticidade, identidade e renovação estética. Para quem planeja a próxima ida ao salão, o visual surge como uma referência atual, versátil e alinhada ao espírito do novo ano.

Fonte: Revista Glamour
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/menina-muito-sorridente-com-cabelo-bob-olhando-alegremente-na-camera-isolada-sobre-fundo-branco-expressao-de-bom-humor_23880585.htm

22 de janeiro de 2026 0 comentário
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Barbeiro potiguar populariza “corte do Jaca” no Jacarezinho e reforça identidade urbana do Rio
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Barbeiro potiguar populariza “corte do Jaca” no Jacarezinho e reforça identidade urbana do Rio

por Esteticare 8 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

A presença nordestina na cena da beleza do Rio de Janeiro é antiga e constante. Nos bairros periféricos, especialmente nas favelas da Zona Norte, ela aparece no sotaque, na técnica e nas histórias de quem vive do próprio talento. Um desses nomes é o do barbeiro e cabeleireiro Tawer Souza, natural de Natal, no Rio Grande do Norte, que há mais de dez anos mora na Favela do Jacarezinho e se tornou referência em um dos cortes mais emblemáticos da cidade, o chamado “corte do Jaca”.

Instalado na comunidade desde que chegou ao Rio, Tawer construiu sua trajetória profissional em meio às transformações urbanas e culturais do território. Hoje, atende diariamente moradores do Jacarezinho e clientes de outras regiões da cidade na TW Barber, espaço onde o “corte do Jaca” se consolidou como o serviço mais procurado, especialmente durante o verão carioca.

Nordestino, morador de favela e trabalhador da beleza, ele representa um fluxo migratório que ajudou a moldar o Rio contemporâneo. A estética urbana carioca, muitas vezes associada às comunidades, carrega influências diretas desses profissionais que trouxeram saberes, referências e persistência para o cotidiano da cidade.

“Estou no Jacarezinho desde que cheguei aqui, vim em busca de algo melhor pra mim. Comecei a cortar cabelo após um problema de saúde que me impossibilitou de trabalhar como frentista. Hoje estou melhor nesta profissão, onde sou feliz”, relata Tawer.

O corte que virou assinatura

O “corte do Jaca” é mais do que uma tendência passageira. Para muitos barbeiros da Zona Norte, trata-se de uma assinatura visual do Rio, associada à juventude, à música urbana e à identidade das favelas. Tawer explica que o estilo faz parte da rotina da barbearia e responde pela maior parte da demanda.

“O ‘corte do Jaca’ é um dos mais bonitos que eu faço. Ele é o mais pedido, faço diariamente. Aprendi vendo vídeos na internet”, afirma o barbeiro, que aperfeiçoou a técnica observando outros profissionais e adaptando o estilo ao perfil de seus clientes.

A clientela é diversa. Vai de moradores antigos da comunidade a jovens que atravessam a cidade para manter o visual associado ao Jacarezinho. O alcance do corte acompanha a circulação cultural do próprio território, que influencia moda, música e comportamento.

Além da rotina intensa de atendimentos, Tawer nutre o desejo de ampliar o impacto do próprio trabalho. Ele sonha em repassar o conhecimento adquirido a novos profissionais da beleza que vivem em comunidades do Rio, fortalecendo redes locais de formação e renda.

Preços variam conforme o território

A coluna Oxente, Rio! apurou que o valor do “corte do Jaca” muda de acordo com a região da cidade. Em comunidades do Rio, como o Jacarezinho, o preço costuma variar entre R$ 15 e R$ 40, dependendo do acabamento e dos serviços adicionais. Já em bairros da Zona Sul, como Copacabana, onde o corte é frequentemente solicitado por turistas e cariocas, os valores sobem e ficam entre R$ 50 e R$ 85.

A diferença reflete não apenas o custo de vida, mas também a forma como a estética da favela é consumida em outros espaços urbanos, muitas vezes dissociada do território onde se originou.

O que define o “corte do Jaca”

Mas o que caracteriza, afinal, o “corte do Jaca”? Barbeiros do próprio Jacarezinho explicam que o estilo ganhou força a partir da década passada e se consolidou com variações técnicas.

Para Yasmin, da Barbearia Novo Egito, localizada na Rua Quinze, no Jacaré, o modelo se popularizou por volta de 2010. “O ‘corte do Jaca’ ganhou fama em 2010. Ele sobe na orelha e desce na nuca. O original vem com a navalha e, em seguida, é harmonizado com pigmentação.”

Já Matheus, da Barbearia Parada Estilo, destaca que não existe um único padrão. “Tem o corte do Jaca mais baixinho e o mais alto. A gente navalha e vem graduando com pente até chegar no ponto que a gente quer”, explica.

Entre navalhas, pentes e trajetórias pessoais, o “corte do Jaca” segue atravessando gerações e territórios. A história de Tawer Souza mostra como a estética urbana do Rio continua sendo construída por mãos nordestinas, reafirmando a favela como espaço de criação, trabalho e identidade cultural.

Fonte: Exata
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/jovem-barbudo-cortando-o-cabelo-pelo-cabeleireiro-enquanto-esta-sentado-na-cadeira-na-barbearia-barber-soul_26262723.htm

8 de janeiro de 2026 0 comentário
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Cabelo branco e estresse: o que a ciência já consegue explicar
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Cabelo branco e estresse: o que a ciência já consegue explicar

por Esteticare 6 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

A ideia de que momentos de tensão aceleram o aparecimento de cabelos brancos atravessa gerações, aparece em conversas informais e ganhou força nas redes sociais. A associação, porém, não é apenas fruto do senso comum. Estudos recentes indicam que o estresse pode, sim, influenciar o embranquecimento capilar, ainda que não seja o fator decisivo na maioria dos casos.

O processo de perda da cor dos fios está ligado à diminuição da produção de melanina, pigmento responsável pela coloração do cabelo. Essa substância é produzida pelos melanócitos, células localizadas nos folículos pilosos. Quando a atividade dessas células cai ou se encerra, os fios passam a crescer sem pigmentação.

De acordo com o Dr. Lucas Miranda, médico dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o estresse entra como um elemento capaz de acelerar esse mecanismo, especialmente quando se manifesta de forma intensa e prolongada.

“O estresse pode contribuir para o surgimento de fios brancos, embora não seja o único fator envolvido. O embranquecimento dos cabelos ocorre principalmente pela redução ou perda da atividade dos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina no folículo piloso”, explica o especialista.

O papel do sistema nervoso no embranquecimento

Nos últimos anos, pesquisas aprofundaram a relação entre o estresse crônico e o funcionamento do organismo em nível celular. Segundo o dermatologista, situações de pressão contínua ativam respostas neuro-hormonais associadas ao sistema nervoso simpático, responsável pelas reações de alerta do corpo.

“Esse processo pode acelerar o aparecimento dos fios brancos, sobretudo em pessoas geneticamente predispostas. No entanto, é importante destacar que o fator genético continua sendo o principal determinante do momento em que os cabelos começam a perder a pigmentação.”

Na prática, isso significa que o estresse atua como um catalisador. Ele não cria o problema do zero, mas pode antecipar algo que já estava programado biologicamente. Pessoas com histórico familiar de embranquecimento precoce tendem a perceber os efeitos mais cedo quando submetidas a longos períodos de tensão emocional.

Ainda assim, especialistas reforçam que nem todo cabelo branco é consequência direta de estresse. Envelhecimento natural, herança genética e condições metabólicas continuam sendo os elementos mais frequentes associados à mudança de cor dos fios.

É possível evitar o aumento dos fios brancos?

Apesar dos avanços no entendimento do fenômeno, a medicina ainda não dispõe de métodos comprovados para reverter fios que já perderam a pigmentação. Uma vez branco, o cabelo dificilmente volta à cor original de forma espontânea ou com tratamentos cosméticos.

Por outro lado, há estratégias que podem ajudar a retardar a progressão do embranquecimento, sobretudo quando ele ocorre de maneira precoce.

“O controle do estresse é um ponto relevante, assim como a manutenção de hábitos de vida saudáveis, incluindo sono adequado, alimentação equilibrada e prática regular de atividade física”, orienta o médico.

Essas medidas não atuam apenas sobre o cabelo. Elas contribuem para o equilíbrio hormonal, reduzem inflamações sistêmicas e favorecem o funcionamento adequado das células, inclusive as envolvidas na produção de melanina.

Outro aspecto que merece atenção é o estado nutricional do paciente. Deficiências de micronutrientes essenciais podem interferir na saúde dos folículos pilosos e acelerar alterações capilares.

Carências de vitamina B12, ferro, cobre e zinco, por exemplo, já foram associadas ao embranquecimento precoce e devem ser investigadas sempre que a mudança de cor dos fios ocorre de forma repentina ou fora do padrão familiar.

Hábitos que impactam a saúde do cabelo

Além da alimentação e do manejo do estresse, fatores externos também influenciam o envelhecimento capilar. O tabagismo, por exemplo, aumenta o estresse oxidativo no organismo, prejudicando a função celular e a oxigenação dos tecidos, inclusive do couro cabeludo.

A exposição excessiva a poluentes e radicais livres segue a mesma lógica. Esses agentes favorecem danos celulares cumulativos, que afetam não só a pele, mas também a estrutura e o funcionamento dos folículos pilosos.

“Além disso, evitar tabagismo e reduzir exposições oxidativas excessivas ajudam a preservar a saúde do folículo piloso. Em casos específicos, a avaliação dermatológica é fundamental para identificar fatores associados e orientar condutas individualizadas, sempre com base em evidências científicas”, conclui o especialista.

A mensagem central, portanto, é de equilíbrio. O estresse pode, sim, influenciar o surgimento dos cabelos brancos, mas ele raramente age sozinho. Entender o próprio histórico familiar, adotar hábitos saudáveis e buscar orientação médica quando necessário são passos mais eficazes do que buscar soluções milagrosas para um processo que, em grande parte, faz parte do ciclo natural da vida.

Fonte: Portal Terra
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-idosa_4322811.htm

6 de janeiro de 2026 0 comentário
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Cabelos de celebridades que viram tendência entre jovens e como reproduzi-los em casa
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Cabelos de celebridades que viram tendência entre jovens e como reproduzi-los em casa

por Esteticare 11 de dezembro de 2025
escrito por Esteticare

A geração Z se apoia cada vez mais na estética de artistas que transitam entre a música e o entretenimento. Entre as referências mais presentes nos salões brasileiros aparecem Sabrina Carpenter, Dua Lipa, Olivia Rodrigo e Julia Roberts, todas reconhecidas por looks que influenciam trends e viralizam em aplicativos como TikTok e Instagram. Suas escolhas de corte, coloração e finalização despertam interesse imediato, especialmente quando entram em cena ondas polidas, brilho intenso e movimento natural.

Para entender como replicar esses estilos no cotidiano, ouvimos Everson Fernandes, embaixador da Moroccanoil no Brasil e integrante do ROM Concept. Ele trabalha como designer de cabelo e colorista, e contou de forma detalhada o que faz diferença na rotina de cuidados e no acabamento usado por celebridades em produções dignas de tapete vermelho.

Técnicas e produtos que aproximam o visual das celebridades

Sabrina Carpenter

O loiro dourado da cantora ganhou força nos últimos dois anos. A combinação de ondas definidas e um corte que remete aos anos 60 mantém o look entre os pedidos mais comuns, sobretudo entre adolescentes e jovens adultos. Para Everson, o sucesso vem do equilíbrio entre textura e luminosidade.

Ele explica que o charme retrô das ondas marcadas pode ser reproduzido sem dificuldade. “O loiro da Sabrina tem um toque retrô super charmoso, que destaca o rosto e cria um volume natural nas ondas. Para conquistar esse movimento, sempre recomendo preparar o cabelo com um texturizador antes do babyliss. Um spray de textura funciona muito bem porque dá sustentação ao cacho sem deixar o fio rígido ou áspero”.

O acabamento também recebe atenção especial. “Depois do styling, finalizar com um óleo leve faz toda a diferença, especialmente para quem tem cabelo fino ou loiro, como o da Sabrina. O ideal é que o óleo seja de argan, já que ele é rico em antioxidantes e vitaminas, porque controla o frizz, realça a luminosidade e deixa o fio alinhado sem deixar com aspecto de cabelo pesado. É o produto que eu mais indico para quem quer aquele brilho de red carpet, como vemos na Sabrina Carpenter”, comenta.

Dua Lipa

As mudanças frequentes de visual marcaram a trajetória recente de Dua Lipa. Ela alternou tons de vermelho, loiro com castanho e nuances mais quentes. O momento atual valoriza o preto ondulado, longo e brilhante. A artista já relatou em entrevistas que notou perda de vitalidade após tantas colorações, o que a levou a buscar cuidados mais rigorosos.

Everson aponta um caminho para alcançar efeito semelhante. “Para alcançar o mesmo efeito, um spray de frizz é uma ótima escolha porque tem modelagem leve, repele a umidade e oferece uma proteção duradoura para o cabelo”, afirma.

Olivia Rodrigo

A estética despojada de Olivia Rodrigo conquistou fãs que se identificam com um ar espontâneo. Desde o Lollapalooza de 2025, as ondas irregulares da artista apareceram com frequência em tutoriais e inspirações. Apesar do aspecto informal, existe técnica por trás do resultado.

“O segredo do cabelo soltinho e com textura da Olivia começa já no banho: use um shampoo que dê volume e um condicionador leve. Deixar o cabelo secar naturalmente é ótimo, mas alternar entre secador e babyliss também funciona, sempre mantendo um ar mais irregular, porque esse é justamente o efeito que ela busca”, orienta o especialista.

Everson também destaca os penteados adotados pela cantora. Tranças finas, maria-chiquinhas e o bubble hair exigem fixação suave. Segundo ele, um produto leve garante durabilidade sem rigidez. Para evitar danos, o profissional reforça o tratamento posterior. “Depois de um dia inteiro de estilização, a melhor coisa é apostar em uma máscara de hidratação. Ela repõe nutrientes, evita que o cabelo sofra com tanto atrito e produto, e ainda devolve a maciez aos fios”.

Julia Roberts

Os cachos volumosos de Julia Roberts se tornaram símbolo de uma era. O visual de Pretty Woman segue como referência para quem busca leveza e definição. Segundo Everson, a escolha dos produtos é essencial para manter o formato natural.

“Para conquistar cachos grandes e cheios como os da atriz, é fundamental investir em produtos específicos para esse tipo de cabelo. A secagem natural é sempre a melhor opção para manter a forma das ondas. Mas, se preferir secar com mais controle, o difusor é perfeito, sempre com proteção térmica para evitar danos”. Ele complementa indicando itens volumizadores, que oferecem movimento e deixam os cachos mais soltos.

A busca por estilos possíveis de serem reproduzidos em casa cresce entre as jovens. Com orientação adequada e produtos compatíveis com cada tipo de fio, é possível trazer para a rotina um toque de glamour inspirado nas celebridades mais influentes do momento.

Fonte: Portal Terra
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-sorridente-cortando-o-proprio-cabelo_12060029.htm

11 de dezembro de 2025 0 comentário
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Tratamento capilar com laser
Cabelos

Tratamento capilar com laser deixa fios mais saudáveis

por Esteticare 30 de janeiro de 2025
escrito por Esteticare

Tratamento capilar com laser ajuda a cuidar dos cabelos no verão, que é uma estação que pode prejudicar as madeixas

O verão, apesar das chuvas, está aí e com isso, vem o cuidado maior com os cabelos. Neste período do ano é indicado fazer um tratamento pós-praia ou piscina. Ele é voltado para os fios que estão fragilizados pela ação do tempo, da química ou do uso abusivo de secador e prancha.

Tratamento capilar com laser

No caso deste tratamento capilar com laser, ele tem o objetivo de regenerar a fibra capilar, o que proporciona brilho ao cabelo de um modo mais duradouro.

Duante o verão é necessário redobrar os cuidados tanto para proteção quanto para regeneração das madeixas. Isso porque para quem deseja fazer mechas, balayage, alinhamento térmico, cronograma capilar ou cuidar dos cabelos grisalhos, é preciso focar em tratamentos eficazes.

Fototerapia

Por sua vez, o tratamento de fototerapia é voltado para pessoas que sofrem com queda de cabelo em qualquer época do ano. Sendo assim, tratamentos que utilizam vasodilatadores como laser, luz de LED e alta frequência são alguns exemplos. Aliada essas técnicas, também pode usar recursos de estética como aromaterapia e a argiloterapia.

A fototerapia também é uma grande aliada da tricologia e pode ser utilizada para a recuperação dos fios, promovendo a redução de processos inflamatórios e auxiliando na cicatrização dos tecidos.

Como funciona

O procedimento consiste na aplicação de laser e luz de LED nos folículos capilares, facilitando a entrada de oxigênio nos poros. E com isso ocorre o crescimento mais saudável dos fios. Além dos benefícios associados à estrutura, a fototerapia ajuda na aceleração do fluxo sanguíneo do couro cabeludo, possibilitando uma melhora expressiva na qualidade nutricional do cabelo.

Fonte: Foto de freepik na Freepik

30 de janeiro de 2025 0 comentário
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Terapia capilar combate dermatite
Cabelos

Terapia capilar combate dermatite, alopecia e queda de cabelo

por Esteticare 26 de novembro de 2024
escrito por Esteticare

Terapia capilar combate dermatite a partir de uma avaliação feita por um profissional que usará técnicas capilares adequadas

Muitas pessoas podem não entender, mas ter autoestima e sentir-se bem consigo mesma são fatores determinantes para a qualidade de vida. Em relação às mulheres, possuir cabelos bonitos e saudáveis é algo crucial para garantir o amor próprio.

Segundo o Ibope Conecta, 85% da população feminina brasileira acredita que a qualidade dos fios é fundamental para o bem-estar e mais de 50% das entrevistadas acreditam que cuidar das madeixas é uma questão de saúde.

Difícil acesso

Por outro lado, nem todas as mulheres têm acesso a procedimentos para manter o cabelo saudável. Beste caso, a terapia capilar combate dermatite, alopecia, queda, entre outros fatores que prejudiquem a saúde dos fios.

Empreendedorismo

De acordo com a empreendedora Célida Santos Rebouças da Silva, do Célida Studio Hair, criar um atendimento de terapia capilar capaz de auxiliar quem possui o desejo de melhorar a autoestima.

Para ela, a capilar é um tratamento voltado para couro cabeludo e fios, que ajuda a frear a queda e o crescimento de novos fios. Para isso, é feito um detox, tratamento de anti-inflamatórios, vapor de ozônio, alta frequência, microagulhamento, aromaterapia, reflexologia, tudo conforme a necessidade do cliente.

A partir de um tratamento personalizado, esse tipo de terapia investiga o que provoca este problema, que pode ser de fundo emocional, nutricional ou voltado ao próprio couro cabeludo. Com isso, inicia-se um tratamento específico para o problema.

Resultados

Como resultado há uma gama de benefícios, que inclui cabelos saudáveis, encorpamento nos fios e a experiência de relaxamento do cliente, gerando um momento de autocuidado e redução da queda capilar por cansaço.

Além disso, os fios funcionam como uma marca. Ou seja, trazem identidade, saúde e felicidade. Por sua vez, as consultas são semanais, mas também envolve cuidados em casa com os produtos adequados.

Fonte: Foto de LipikStockMedia na Freepik

26 de novembro de 2024 0 comentário
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Queda excessiva dos fios
Cabelos

Queda excessiva dos fios: Quais são as principais causas?

por Esteticare 12 de outubro de 2024
escrito por Esteticare

A queda excessiva dos fios se deve à falta de vitaminas, estresse e utilizar muitos tratamentos químicos, o que enfraquece o cabelo; conheça possíveis soluções

Muitas pessoas lidam com queda em excesso de cabelo. Apesar de ser um problema comum, ele pode se agravar com o passar do tempo se nada for feito a tempo. Conheça neste artigo as principais causas e possíveis soluções para tratar os cabelos.  

Queda excessiva dos fios

Para evitar a queda excessiva dos fios é preciso ficar atento. Em primeiro lugar, o normal é uma pessoa adulta perder entre 50 e 150 fios de cabelo por dia. Se passar desta média, é necessário buscar ajuda de um dermatologista que vai verificar o porquê que está perdendo tanto cabelo. Ao procurar um especialista, ele pode determinar se você está com deficiências nutricionais e se tem distúrbios hormonais, como questões na tireoide.

Principais causas para a queda

Segundo especialistas, entre as principais causas estão: falta de vitaminas, estresse e utilizar muitos tratamentos químicos. Tudo isso contribui para enfraquecer os fios. Portanto, saber identificar esses sinais é o primeiro passo para manter a saúde capilar em dia.

Deficiências de nutrientes e problemas hormonais

Especialistas apontam também que a falta de nutrientes fundamentais, como vitamina D, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, pode contribuir e muito para a queda de cabelo.

Tireoide

Vitaminas e minerais são essenciais para a saúde capilar, e sua deficiência pode levar à queda.

Além disso, problemas na tireoide, como hipotireoidismo e hipertireoidismo, também são causas frequentes.

A tireoide possui um papel essencial no metabolismo, e seus desequilíbrios podem impactar diretamente o ciclo de crescimento dos fios.

Mudanças hormonais, como as que acontecem na síndrome dos ovários policísticos, pós-parto e menopausa, podem também desencadear a queda de cabelo.

Aumento do estresse e uso de produtos químicos

O estresse, tanto físico quanto emocional, pode acelerar o ciclo de queda do cabelo, o chamado eflúvio telógeno.

Em caso de estresse intenso os cabelos caem com mais facilidade do que o normal.

Um sinal de alerta é reparar que ao acordar e olhar seu travesseiro veja que tem muitos fios na fronha. Outro sinal que é algo está errado é ao pentear o cabelo e notar que tem fios em excesso na escova ou poente.

Por sua vez, o uso excessivo de produtos químicos, como alisantes, tinturas e permanentes, também contribui para a perda de fios. Isso a química que contém nestes produtos podem inflamar o couro cabeludo ou até um mesmo a um corte químico, que resulta em uma queda expressiva.

Ajuda profissional

É considerado normal perder entre 50 a 150 fios de cabelo por dia, dependendo de fatores individuais.

Mas ao perceber que ultrapassa essa quantidade é preciso identificar o motivo para tratar de modo eficaz. Isso inclui alterações na dieta e também intervenções médicas específicas.

Tratamentos

Por fim, os especialistas recomendam como forma de tratamento o uso de minoxidil e finasterida, além de suplementos vitamínicos, a depender da causa subjacente.

E ainda há novas tecnologias como a intradermoterapia capilar e o uso de laser de baixa potência, que têm mostrado resultados promissores.

Fonte: Foto de freepik na Freepik

12 de outubro de 2024 0 comentário
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