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19 bares de vinho em São Paulo para conhecer e provar novos rótulos
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19 bares de vinho em São Paulo para conhecer e provar novos rótulos

por Esteticare 19 de agosto de 2026
escrito por Esteticare

São Paulo reúne bares de vinho com propostas variadas, desde endereços especializados em rótulos naturais e de baixa intervenção até casas que combinam degustação, gastronomia e música. A seleção O Melhor de São Paulo Gastronomia 2026 reúne 19 opções espalhadas por diferentes regiões da capital.

O especial apresenta mais de 900 restaurantes e bares, organizados conforme suas especialidades. A publicação reúne escolhas de um júri especializado e resultados de pesquisa Datafolha sobre os endereços preferidos pelos moradores da cidade.

Para quem busca onde tomar vinho em São Paulo, a lista inclui casas com diferentes faixas de preço e formatos de serviço.

De acordo com o sommelier Luciano Mestrich, o enoturismo representa uma vivência encantadora que une a apreciação da degustação de vinhos ao conhecimento das tradições e particularidades das regiões vinícolas.

Rótulos naturais e de pequenos produtores

O Água e Biscoito, na Barra Funda, trabalha com vinhos orgânicos, naturais e biodinâmicos. São 22 rótulos, com seis opções servidas diariamente em taça por R$ 34. Entre os acompanhamentos estão atum curado com açaí e molho ponzu, por R$ 68, e língua bovina com salsa criolla de manga, por R$ 38.

Na mesma região, a Casa Tão Longe Tão Perto, comandada pela sommelière Gabriela Monteleone, mantém 15 vinhos nacionais de baixa intervenção e três vermutes artesanais nas torneiras. As taças de 150 ml custam de R$ 20 a R$ 29.

Em Sumaré, o Cacho Bar privilegia rótulos naturais, biodinâmicos, orgânicos ou de baixa intervenção, produzidos por pequenos produtores brasileiros e estrangeiros. As opções são servidas em garrafa ou taça, a partir de R$ 31.

Na Vila Madalena, o Plou reúne cerca de 500 rótulos de vinhos naturais. A casa é comandada por Analu Torres, eleita melhor sommelière em 2025, e oferece taças entre R$ 40 e R$ 250.

Experiências para diferentes perfis

O Bardega, no Itaim Bibi, aposta no autosserviço. São 96 rótulos distribuídos em 12 máquinas, com doses de 30, 60 ou 120 ml a partir de R$ 5. O menu tem influência ítalo-ibérica e inclui stracciatella com pepino crocante, limão-siciliano e castanha-de-caju, por R$ 79.

Em Pinheiros, o Bocca Nera adota sistema de rodízio. O valor varia de R$ 89 a R$ 119 por pessoa e permite provar 15 rótulos escolhidos pelo proprietário Rafael Ilan. A cozinha oferece pizzas individuais, brusquetas e pratos como risoto de abóbora com carne-seca.

O Clementina reúne mais de 100 rótulos de diferentes países. Desde março, o chef Tiago Soar assina os pratos, entre eles tartare de frescal com aïoli de raiz-forte e queijo Tulha, por R$ 58.

Outro endereço é o Miya Wine Bar, no Campo Belo, que oferece cerca de 300 rótulos, com 90 disponíveis em taça. Entre os pratos estão o katsu sando de barriga suína com kimchi, por R$ 62, e o boeuf bourguignon de cupim com purê de batatas, por R$ 98.

Opções no centro e em Pinheiros

Na região central, a Enoteca Nacional tem 110 rótulos, com foco em vinhos brasileiros de baixa intervenção, produzidos por mulheres e pequenas vinícolas. As garrafas custam a partir de R$ 69 e as taças, a partir de R$ 18.

O Elevado Bar reúne 120 rótulos em garrafas e 30 opções servidas em taça, com preços a partir de R$ 28. Já o Prosa e Vinho funciona como loja e wine-bar, com cerca de 450 rótulos de 15 países. As taças custam de R$ 15 a R$ 40.

Também estão na seleção o Beverino, com cerca de 70 vinhos naturais e biodinâmicos; o Iaiá Cave à Manger, com aproximadamente 40 rótulos brasileiros; o Los Perros, com cerca de 70 opções; e o Paloma, que concentra vinhos de baixa intervenção de pequenos produtores.

Em Pinheiros, o Notre Vin trabalha com 120 rótulos, enquanto o Sede 261 mantém média de 40 opções selecionadas semanalmente. A Vinícola Urbana produz vinhos em Pinheiros e permite degustá-los no local. Já o Vino! possui seis unidades na capital e cerca de 150 rótulos, com seleção voltada a pequenos produtores.

As opções mostram a diversidade do circuito na capital, com propostas que combinam estilos de produção, formatos de degustação e menus. Os endereços estão distribuídos por bairros como Barra Funda, Pinheiros, Vila Buarque, Bela Vista, Itaim Bibi e Campo Belo.

Fonte: Folha de São Paulo
Foto: https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/de-cima-do-saca-rolhas-perto-da-garrafa-e-do-copo-de-vinho_1831350.htm

19 de agosto de 2026 0 comentário
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Vinícola Aurora projeta receber 90 mil turistas no inverno e reforça recuperação do enoturismo na Serra Gaúcha
Alimentação

Vinícola Aurora projeta receber 90 mil turistas no inverno e reforça recuperação do enoturismo na Serra Gaúcha

por Esteticare 7 de julho de 2026
escrito por Esteticare

A Cooperativa Vinícola Aurora estima receber cerca de 90 mil turistas durante a alta temporada de inverno, entre os meses de junho e agosto, em suas três unidades localizadas na Serra Gaúcha. A expectativa representa um crescimento de 10% em comparação com o mesmo período do ano passado e sinaliza a continuidade da recuperação do turismo na região após os prejuízos provocados pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024.

O inverno costuma concentrar uma das maiores movimentações de visitantes na Serra Gaúcha, impulsionado pelas temperaturas mais baixas, pela gastronomia regional e pelas experiências ligadas ao enoturismo. Para a cooperativa, o aumento previsto reforça a retomada das atividades turísticas e o interesse crescente pelos roteiros relacionados à produção de vinhos.

Os visitantes encontram diferentes opções de experiências nas unidades da Aurora, incluindo degustações harmonizadas, visitas guiadas e passeios voltados ao contato com a cultura vitivinícola da região.

Fluxo de visitantes cresce em 2026

Os primeiros meses deste ano já indicam um cenário favorável para o turismo na vinícola. Entre janeiro e maio de 2026, aproximadamente 90 mil pessoas passaram pelas unidades da cooperativa.

Segundo a Aurora, os turistas vindos do estado de São Paulo formaram o principal grupo de visitantes nesse período. Também houve participação significativa de viajantes de Santa Catarina e de diferentes estados do Nordeste, demonstrando que a Serra Gaúcha continua atraindo turistas de diversas regiões do país.

A expectativa é que o movimento permaneça aquecido durante os meses mais frios do ano, tradicionalmente considerados o período de maior procura pelas experiências oferecidas pelas vinícolas da região.

Entre as atrações disponíveis estão degustações harmonizadas de vinhos com queijos e chocolates, além de passeios realizados entre os parreirais, atividades que figuram entre as mais procuradas pelos visitantes.

Recuperação após as enchentes

Os resultados recentes refletem a recuperação do setor depois das enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024, que afetaram municípios da Serra Gaúcha e impactaram diretamente o turismo local.

Em 2025, a Cooperativa Vinícola Aurora contabilizou aproximadamente 261 mil visitantes ao longo do ano. O volume representou um crescimento de 55% em relação a 2024, quando o fluxo turístico foi prejudicado pelos efeitos do desastre climático.

Com a retomada gradual da infraestrutura turística e a normalização das atividades econômicas, o enoturismo voltou a registrar aumento na procura, favorecendo tanto as vinícolas quanto hotéis, restaurantes e demais estabelecimentos ligados à cadeia do turismo regional.

A projeção para o inverno de 2026 reforça esse cenário de recuperação e consolida o retorno dos visitantes aos principais destinos da Serra Gaúcha.

Cooperativa lidera mercado nacional

Além da atuação no turismo, a Vinícola Aurora ocupa posição de destaque na produção de vinhos no Brasil. A cooperativa reúne atualmente cerca de 1.100 famílias associadas, responsáveis pelo cultivo de aproximadamente 3.000 hectares distribuídos em 11 municípios da Serra Gaúcha.

A estrutura faz da Aurora a principal cooperativa vitivinícola do país, reunindo produtores que participam de toda a cadeia de produção das bebidas elaboradas pela empresa.

No mercado brasileiro, a cooperativa lidera três segmentos importantes. Nos vinhos finos nacionais, detém cerca de 40% de participação. No segmento de suco de uva integral, responde por aproximadamente 36% do mercado. Já na categoria de coolers, a participação alcança 76%.

O desempenho comercial também aparece nos resultados financeiros. Em 2025, o faturamento da cooperativa chegou a R$ 874 milhões.

Vale dos Vinhedos segue como referência do enoturismo

A movimentação turística registrada pela Aurora acompanha a relevância do Vale dos Vinhedos para o turismo brasileiro. De acordo com a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, aproximadamente 450 mil pessoas visitam a região todos os anos.

O fluxo de turistas transforma o enoturismo em um dos principais motores da economia local, beneficiando vinícolas, hotéis, pousadas, restaurantes, comércios e serviços ligados ao setor.

Com a expectativa de crescimento durante a temporada de inverno e os números registrados desde o início de 2026, a Cooperativa Vinícola Aurora aposta na consolidação da recuperação do turismo na Serra Gaúcha, fortalecendo um segmento que exerce papel relevante para a economia regional e para a valorização da produção brasileira de vinhos.

Fonte: Folha de São Paulo
Foto: https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/copo-de-vinho-tinto-e-garrafa-no-balcao-de-bar_8405671.htm

7 de julho de 2026 0 comentário
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Melhores regiões de vinhos em Portugal: roteiro pelos terroirs que definem a identidade do país
Alimentação

Melhores regiões de vinhos em Portugal: roteiro pelos terroirs que definem a identidade do país

por Esteticare 4 de junho de 2026
escrito por Esteticare

Portugal é um dos países mais tradicionais quando o assunto é vinho. Com uma história ligada à vitivinicultura há cerca de dois mil anos, o território português reúne condições geográficas e climáticas que favorecem a produção de rótulos variados, reconhecidos tanto no mercado europeu quanto internacional.

Ao longo do país, são 13 regiões demarcadas dedicadas à produção de vinhos. Cada uma delas possui características próprias de solo, altitude, clima e castas, fatores que influenciam diretamente o perfil das bebidas. Essa diversidade faz com que Portugal produza desde vinhos leves e refrescantes até tintos estruturados e fortificados de longa guarda.

Outro diferencial está na enorme variedade de uvas nativas. Com mais de 250 castas identificadas, os produtores portugueses desenvolveram uma tradição baseada na combinação de diferentes variedades, criando vinhos complexos e cheios de personalidade.

Conhecer as principais regiões produtoras é uma forma de entender por que os vinhos portugueses conquistaram espaço entre consumidores e especialistas de diferentes partes do mundo.

Alentejo se consolidou como potência da produção portuguesa

O Alentejo ocupa uma extensa área no sul de Portugal e é responsável por parte significativa da produção nacional. A região ganhou notoriedade principalmente pelos vinhos tintos elaborados com castas como Alicante Bouschet e Aragonez.

Os rótulos costumam apresentar corpo amplo, taninos macios e aromas intensos de frutas maduras. Já os vinhos brancos produzidos com variedades como Antão Vaz, Arinto e Encruzado se destacam pelo frescor e pela expressão aromática.

A transformação da região ocorreu especialmente a partir dos anos 1980, quando produtores passaram a investir em tecnologia e modernização dos vinhedos. Entre os nomes mais conhecidos está João Portugal Ramos, responsável por alguns dos rótulos mais emblemáticos do Alentejo.

A região também abriga a Carmim, cooperativa reconhecida pela produção de vinhos com boa relação entre qualidade e preço. Seus rótulos ajudam a consolidar a reputação do Alentejo como um dos polos mais importantes da vitivinicultura portuguesa.

Bairrada une tradição gastronômica e vinhos de personalidade

No centro-oeste de Portugal, a Bairrada construiu sua reputação em torno dos espumantes e dos vinhos tintos produzidos com a uva Baga.

A influência atlântica é uma das marcas da região. O clima mais úmido e as temperaturas moderadas favorecem o desenvolvimento das vinhas e contribuem para a acidez característica dos vinhos locais.

A gastronomia também desempenha papel importante na identidade regional. O tradicional leitão à Bairrada é considerado uma das harmonizações clássicas da culinária portuguesa.

A produção de espumantes encontra na Caves Messias uma de suas principais referências. Os vinhos são elaborados pelo método tradicional, que realiza a segunda fermentação dentro da própria garrafa.

Já a Baga, considerada uma variedade exigente no cultivo, origina vinhos de grande estrutura, taninos marcantes e excelente capacidade de envelhecimento. Entre os destaques da região está o trabalho da enóloga Filipa Pato, reconhecida internacionalmente por sua abordagem sustentável e pela valorização do terroir local.

Dão produz alguns dos vinhos mais elegantes do país

Protegida por montanhas que cercam a região, a área do Dão apresenta condições ideais para a elaboração de vinhos equilibrados e sofisticados.

A Touriga Nacional é uma das castas mais representativas dos tintos produzidos ali. Os vinhos costumam reunir aromas de frutas, estrutura moderada e perfil elegante. Nos brancos, a Encruzado se destaca pela capacidade de gerar rótulos aromáticos e com potencial de envelhecimento.

O Quinta do Penedo Colheita DOC exemplifica o estilo regional. Produzido com técnicas tradicionais, como a pisa a pé, o vinho reúne notas minerais e frutadas que refletem as características do terroir do Dão.

Douro combina patrimônio histórico e vinhos de prestígio

Poucas regiões vinícolas são tão associadas à história do vinho quanto o Douro. Situada no norte de Portugal, a área é marcada por encostas íngremes, solos xistosos e pelo curso do rio Douro.

Os vinhedos plantados em socalcos formam uma das paisagens mais emblemáticas do país, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco. Além dos vinhos tranquilos, a região fornece as uvas utilizadas na elaboração do famoso Vinho do Porto.

Entre os exemplares mais conhecidos está o Porto Messias 10 anos, vinho fortificado que passa por longo período de envelhecimento em barricas. O resultado é uma bebida de aromas complexos e grande persistência.

Madeira e Setúbal preservam tradições históricas

A Ilha da Madeira abriga uma das produções mais singulares de Portugal. O relevo acidentado exige o cultivo das vinhas em pequenos terraços e torna muitas etapas da produção essencialmente manuais.

Dessa região nasce o vinho Madeira, um fortificado reconhecido pela elevada acidez e pela capacidade de envelhecer durante décadas. A Justino’s está entre as vinícolas mais importantes da ilha e exporta seus produtos para diversos países.

Já na Península de Setúbal, ao sul de Lisboa, o destaque é o Moscatel de Setúbal. O vinho doce e licoroso apresenta aromas que remetem a frutas secas, mel e casca de laranja. Sua fama ultrapassou fronteiras e ajudou a consolidar a imagem da região no cenário internacional.

Vinho Verde representa frescor e leveza

No extremo norte do país está a região dos Vinhos Verdes, uma das mais conhecidas entre os consumidores estrangeiros.

Apesar do nome, a expressão não se refere à cor da bebida. O termo está relacionado ao estilo jovem e refrescante dos vinhos produzidos no Minho.

Brancos, rosés e tintos compartilham características como baixo teor alcoólico, acidez elevada e uma leve sensação de efervescência. Essas qualidades transformaram os Vinhos Verdes em uma das portas de entrada para quem deseja conhecer a diversidade dos vinhos portugueses.

A soma dessas regiões demonstra como Portugal conseguiu transformar tradição, variedade de castas e identidade territorial em uma das produções vinícolas mais respeitadas do mundo.

Fonte: G1
Foto: https://www.magnific.com/br/fotos-premium/vinho-vermelho-em-copo-com-garrafa_7786056.htm

4 de junho de 2026 0 comentário
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