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Cuidados noturnos para cabelos
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Cuidados noturnos para cabelos mais fortes e saudáveis

por Esteticare 19 de agosto de 2022
escrito por Esteticare

Cuidados noturnos para cabelos contam com tecnologias à disposição no mercado que evolui bastante

Anos atrás seria inimaginável pensar em cuidar dos cabelos enquanto dormimos. Porém, hoje isso é possível. Atualmente, basta saber os prós e contras desse tipo de tratamento e tirar proveito de seus benefícios.  

Cuidados noturnos para cabelos

Em reportagem recente da revista CLAUDIA, a dermatologista e tricologista Luciana Passoni explicou o que se deve fazer para não errar na hora de cuidar dos fios à noite. Ela diz que a touca de cetim é aliada dos cuidados noturnos para cabelos. Porém, enfatiza que não deve ser usada com óleos capilares.

Por outro lado, a touca de cetim não abafa os fios, mas quando utilizada com os produtos certos e pode trazer excelentes resultados.

“Um ponto muito interessante do cetim é que ele não provoca atrito entre os fios, o que deixa as cutículas mais fechadas e o cabelo mais forte. Uma dica de sucesso para qualquer tipo de cabelo é usar uma máscara de proteína de uma a duas vezes na semana e dormir com a touca. Não devemos usar óleos capilares e usar a touca, porque isso, sim, abafa os fios.” 

Use brumas capilares antes de dormir

Neste caso, a dermatologista explica também pode aplicar uma bruma capilar com redensificadores e ativos veganos, com ou sem touca. O mais efetivo deles é o amaranto naturepepe, que atua “aumentando as ligações de pontos de hidrogênio entre a cutícula e o fio”. 

Durma de cabelo sujo, mas jamais molhado

Para garantir que seu cabelo esteja com a saúde sempre em dia, durma com ele sempre seco.

“Nunca durma com o cabelo molhado, pois além de enfraquecer o fio pode aumentar a colonização fúngica no couro cabeludo. É melhor dormir com o cabelo sujo do que molhado.”

Como cuidar de cada tipo de cabelo à noite?

Luciana revela que fios lisos devem ser escovados antes de dormir e aplicar em seguida um sérum ou máscara antes de colocar a touca. Nos cabelos cacheados, deve-se ter o mesmo cuidado. Porém, sempre inclua produtos que garantam uma nutrição com aminoácidos que penetram de forma melhor nos fios. Além disso, ainda no caso das cacheadas que não queiram usar a touca de cetim, deve-se usar mais óleos de umectação. Já em fios crespos, pode-se usar óleo de umectação duas vezes na semana e não prender ou fazer tranças. “A touca de cetim também é recomendada, mas, lembrando, sempre sem óleos”, reforça Luciana. 

Outros produtos

Além dos já citados acima, outros produtos podem ser seus grandes aliados quando o assunto é cuidado noturno, afirma a tricologista.

“Máscaras de origem vegetal podem ser usadas diariamente ou de acordo com a sua necessidade, séruns anti-queda, com medicamentos ou anti-frizz, óleos vegetais como os de melaleuca.”

Quando evitar tratamentos noturnos

Por fim, apesar de haver mais benefícios do que malefícios há casos em que devemos evitar tratamentos noturnos, diz Luciana:

“Se você não possui queixas capilares, quando o cabelo está saudável e quando não há frizz,  não é necessário fazer tratamentos noturnos.”

*Foto: Reprodução

19 de agosto de 2022 0 comentário
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Florais para cabelo
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Florais para cabelo: tipo de terapia capilar está em alta

por Esteticare 26 de julho de 2022
escrito por Esteticare

Florais para cabelo apareceram a partir de mais de 30 anos de carreira de uma especialista em visagismo, com técnicas diferente, voltadas à restauração e regeneração capilar

Segundo Leandro Constantino, terapeuta capilar do Salão Jacques Janine Morumbi, há uma inovação em tratamentos capilares a partir de uma linha de florais para os cabelos. Além disso, o profissional estuda terapias integrativas desde 2015. Sendo assim, com a experiência adquirida, ele valorizou a qualidade e o bem-estar dos fios além da beleza. Ele pode ser um aliado de seu cronograma capilar, confira.

Florais para cabelo – regeneração

Leandro explica sobre como os florais para cabelo ajudam em um tratamento capilar completo:

“Eu acredito que um tratamento completo é integral e começa de dentro para fora, tratando também o campo emocional. Por esse motivo, decidi criar uma nova linha em parceria com a Sandra Epstein, CEO da Ararêtama Brasil, que trabalha com os florais da Mata Atlântica e já conta com mais de trinta anos de mercado.”

Desgastes emocionais

Todavia, o especialista afirma que o ser humano lida diariamente com algum tipo de estresse e desgaste do organismo. E isso tudo pode afetar especialmente os cabelos das mulheres.

“Quando estamos passando por um tratamento capilar, esse desgaste emocional pode afetar o processo do tratamento e retardar a apresentação dos resultados positivos.”

Inovação capilar

Contudo, Leandro sempre visa inovar seus tratamentos a partir de equipamentos, máquinas para o tratamento do bulbo capilar e dos fios de cabelo. Sendo assim, ele já desenvolveu diferentes técnicas focadas na restauração e regeneração capilar. Portanto, o especialista conta com o apoio e o avanço da tecnologia. Tudo isso traz a inovação para o mercado da beleza.

Produtos

O kit de Florais Leandro Constantino é composto por três essências: Bem-Estar, Anti Stress e Vitalizar, que prometem gerar relaxamento da tensão e controle emocional, redução da ansiedade, sensação de bem-estar e energia positiva.

“Os florais são gotas de amor e equilíbrio, pilares principais para estarmos em harmonia e, com isso, lidar com as situações do cotidiano.”

Por fim, Leandro reforça que a pessoa pode fazer um tratamento complementar à terapia capilar. Isso porque as essências florais podem nutrir o estado emocional. Consequentemente, melhora a autoestima e a sensação de como a própria pessoa tem de si mesma.

“Assim, vou poder ajudar em toda a questão da beleza interior e auxiliar no desgaste emocional que afeta o tratamento capilar.”

*Foto: Reprodução

26 de julho de 2022 0 comentário
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Cabelos no inverno
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Cabelos no inverno: 5 cuidados que você deve ter

por Esteticare 5 de julho de 2022
escrito por Esteticare

Cabelos no inverno requer manutenção para que não sofram com ação do tempo frio e do clima seco

Com a estação mais fria do ano em andamento, os cabelos ficam mais sensíveis. Neste artigo você aprenderá cinco cuidados que devemos ter nesta época do ano.

Cabelos no inverno – cuidados

De acordo com a dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Fellow em Tricologia pela Associação Médica Brasileira, Jaqueline Zmijevski:

“Com a queda da temperatura, os banhos se tornam mais longos e quentes. O couro cabeludo, que é rico em glândulas sebáceas, tende a ficar ressecado pela alta temperatura da água, e o resultado é a descamação, coceira, e agravamento de condições prévias como a dermatite seborreica, que, por sua vez, favorece a queda capilar.”

No entanto, nos grandes centros urbanos, com a baixa umidade do ar (tempo seco) aliada à poluição, é comum que os fios fiquem mais ressecados e sujeitos à quebra:

“Isso acontece porque, nessas condições, os fios perdem mais água para o meio, assim como acontece com a pele, que também se apresenta mais ressecada.”

Além disso, o uso do secador é mais frequente, afirma a dermatologista, que alerta:

“Para evitar mais danos aos fios, o segredo é usarmos sempre um protetor térmico na extensão do cabelo. Também é importante manter a hidratação em dia, e para que esse momento seja mais agradável e rápido, vale apostar em ampolas ou máscaras hidratantes líquidas de uso no chuveiro.”

5 cuidados

Temperatura do chuveiro

No inverno, evite lavar as madeixas com água muito quente. Isso porque ela retira a oleosidade natural da pele e do couro cabeludo, o que gera o ressecamento dos fios. Sendo assim, a temperatura deve ser no máximo de 35 a 40 graus, que é suficiente para embaçar apenas um pouco do espelho do box, por exemplo:

“Se todo o espelho estiver embaçado, a água deve estar em excessivos 60 graus, aproximadamente. Nessa temperatura, os danos acontecem aos fios e à pele.”

Protetor térmico

Com o uso frequente do secador, utilize o aparelho o mais longe possível dos cabelos para remover o excesso de água. Então, logo após, modele com escova. O uso de protetor térmico nos fios é fundamental também.

Hidratação dos fios

Utilize máscaras que contenham óleos vegetais (Manteiga de Karité, Manteiga de manga, Óleo de argan, Óleo de Algodão, Óleo de jojoba, Óleo de coco). Tais ativos auxiliam na reposição da “gordura boa” que perdemos com as lavagens, especialmente com água quente, e deixam as cutículas alinhadas, o que reduz o frizz. Assim, mantemos os cabelos nutridos e bonitos ao longo do inverno.

Condicionador e cremes sem enxágue

Aplique apenas na extensão dos fios e aproveite para desembaraçar usando os dedos ou escovas adequadas para o uso em cabelos molhados, depois, enxágue bem.

Beba muita água

A especialista afirma que beber bastante água no frio é importante. E também ter uma boa alimentação para o fornecimento de nutrientes que ajudam a deixar o cabelo mais saudável.

Por fim, a médica lembra que se suas madeixas apresentam algo errado é recomendável buscar orientação de um profissional especializado no assunto.

*Foto: Freepik

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1º remédio para alopecia
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1º remédio para alopecia: FDA aprova medicamento

por Esteticare 23 de junho de 2022
escrito por Esteticare

1º remédio para alopecia restaura cabelos em vários pacientes, a partir de resultados dos ensaios clínicos que são revolucionários para a condição

O FDA, Food and Drug Administration, agência de saúde norte-americana, aprovou um remédio revolucionário para tratamento da alopecia areata grave.

1º remédio para alopecia aprovado

Trata-se do inibidor da Janus quinase (JAK) baricitinibe. Sendo assim, ele é o primeiro tratamento liberado para tratar uma doença autoimune, na qual o sistema imunológico do corpo ataca os folículos pilosos. Além disso, ela provoca a perda desigual ou completa dos cabelos do couro cabeludo, E, às vezes, das sobrancelhas, cílios, pelos faciais e pelos do corpo.

Ensaios clínicos

A partir do estudo do Dr. Brett King, que é professor associado de dermatologia da Yale Medical School, em parceria com a empresa farmacêutica Eli Lilly and Company, foram feitos ensaios clínicos com o novo medicamento. Os resultados recentes de mostraram bastante promissores, a ponto de serem publicados no New England Journal of Medicine.

Olumiant

A pílula batizada de Olumiant tem a dosagem de tomar um comprimido por dia.

Durante os ensaios, o Olumiant ajudou um em cada três pacientes com alopecia areata grave a regenerar o cabelo. Contudo, quase metade deles não tinha cabelo no couro cabeludo no início dos ensaios. E após o tratamento com a droga, os pacientes tiveram 80% ou mais de cobertura do couro cabeludo.

Melhorias também foram alcançadas em pessoas com perda significativa de pelo nas sobrancelhas ou cílios.

Era para tratar outras enfermidades

Por outro lado, nos últimos dez anos, King conduziu pesquisas inovadoras a partir de inibidores de JAK. A princípio, eles foram projetados para tratar a artrite reumatóide, alguns distúrbios sanguíneos e doenças de pele intratáveis, incluindo eczema, vitiligo, granuloma anular, sarcoidose e líquen plano erosivo, explicou o professor.

“Até agora, não havia tratamentos aprovados pela FDA para alopecia areata […] e os medicamentos que foram usados ​​no passado para tratar casos graves de alopecia areata são amplamente ineficazes.  A aprovação da FDA trará maior acesso, por meio de cobertura de seguro, aos pacientes.”

Ele disse ainda que a aprovação tem um benefício adicional.

“Quando um medicamento é aprovado para o tratamento de uma doença, os médicos se sentem mais à vontade para prescrever o medicamento para esse fim. Portanto, a aprovação da FDA capacitará e permitirá que os profissionais de saúde tratem pacientes com alopecia areata grave.”

Tratamento revolucionário

O cientista recorda o primeiro paciente que passou por este tratamento, em 2013. À época, ele “quase não tinha cabelo no couro cabeludo, suas sobrancelhas e cílios e pêlos faciais estavam faltando e, além disso, ele tinha placas de psoríase vermelhas e escamosas por todo o corpo”.

Ele explicou ao paciente que o uso de tofacitinibe nele seria exploratório e ele concordou em tenta. “Não muito tempo depois que ele começou a tomar o tofacitinibe, seu cabelo começou a crescer”.

Por fim, King publicou os resultados do tratamento, “mudando para sempre essa doença. É revolucionário”.

*Foto: Unsplash

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Entradas no cabelo
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Entradas no cabelo: entenda se isso é normal

por Esteticare 24 de maio de 2022
escrito por Esteticare

Entradas no cabelo afetam muitos homens a partir da idade adulta. Elas podem ser tanto suaves como mais acentuadas. Apesar de serem comuns, as entradas acabam por gerar inseguranças em alguns homens, que associam a aparência aos primeiros sinais de calvície. Porém, será que as entradas indicam mesmo que a pessoa pode ficar calva?

Entradas no cabelo

Cabelos que possuem entradas na parte da frente podem gerar dúvida se isso se trata de um indício de calvície. Mas calma, não é preciso se preocupar. Confira a seguir tudo sobre o assunto e tire suas dúvidas.

As entradas são sinal de calvície?

Nem sempre é um indício. A verdade é que as entradas no cabelo ocorrem naturalmente com os mesmos homens na idade adulta.

Além disso, o cabelo que, na infância e adolescência, apresenta um contorno arredondado na parte da frente, passa a ter entradas a partir da fase adulta. Isso ocorre por conta do aumento da quantidade de hormônios como a testosterona.

Não há motivo para tanta preocupação

Por outro lado, as entradas são devem ser motivo de preocupação. Isso porque elas são um processo normal e ocorre com praticamente todos os homens. Mas, isso não quer dizer que você vá ficar careca. A calvície depende de outros fatores, como a genética, por exemplo.

Há como saber se ficará calvo?

Há alguns sinais que você pode prestar atenção para saber se tem tendência à calvície. O fator genético é um deles e é fácil de observar. Neste caso, os da sua família possuem muita queda de cabelo ou mesmo são totalmente carecas. Sendo assim será bem possível que isso também aconteça com você.

Outro fator que pode ser determinante é a queda excessiva dos fios, especialmente durante o banho. E ainda há a mudança de textura e a redução no volume do cabelo que podem indicar um começo de calvície.

Todavia, você também pode observar se o cabelo molhado permite que você veja o couro cabeludo através dos fios: isso pode ser outro sinal de calvície.

Há tratamento?

Em alguns casos há sim como evitar o problema. Porém, não dá para lutar contra a determinação genética. O que você pode é procurar tratamentos que desacelerem um pouco a queda capilar e adiem um pouco os efeitos da calvície. E em casos mais leves, é possível evitar ficar calvo.

Por fim, aposte em shampoos e condicionadores específicos para evitar a queda excessiva, recomendados por um dermatologista. O especialista também pode prescrever remédios que contenham vasodilatadores e antiandrogênicos, que são muito eficientes para adiar a calvície. Descubra com este profissional o melhor tratamento para seu caso.

*Foto: Unsplash

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Dermatite seborreica
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Dermatite seborreica: o que é e como tratar?

por Esteticare 5 de maio de 2022
escrito por Esteticare

Dermatite seborreica é uma inflamação na pele que provoca escamação e vermelhidão em algumas áreas da face, como sobrancelhas e cantos do nariz, couro cabeludo e colo

O que é dermatite seborreica?

A dermatite seborreica ocorre por conta de um inflação na pele que provoca escamação e vermelhidão em algumas áreas face. Isso inclui: sobrancelhas e cantos do nariz, couro cabeludo e colo.

Por se tratar de uma doença de caráter crônico, ela gera períodos de melhora e piora dos sintomas. Além disso, a causa não é totalmente conhecida. Isso porque a inflamação pode ter origem genética ou ser desencadeada por agentes externos, tais como: alergias, situações de fadiga ou estresse emocional, tempo frio, excesso de oleosidade. Contudo, a presença de um fungo, o Pityrosporum ovale, também pode provocar dermatite seborreica.

Recém-nascidos

Por outro lado, esta doença em recém-nascidos, chamada de crosta-láctea, é uma condição inofensiva e temporária. Neste caso, aparecem crostas grossas e amarelas ou marrons sobre os cabelos da criança. Estas escamas também podem aparecer nas pálpebras, orelhas, ao redor do nariz e na virilha.

Mesmo assim, tanto em adultos como em crianças a doença não é contagiosa e não é provocada por falta de higiene. Portanto, não é uma alergia, e não é perigosa.

Sintomas

De modo geral, os sintomas da dermatite seborreica são:

  • Oleosidade na pele e no couro cabeludo;
  • Escamas brancas que descamam – caspa; escamas amareladas que são oleosas e ardem;
  • Coceira, que pode piorar caso a área seja infectada pelo ato de “cutucar” a pele;
  • Leve vermelhidão na área;
  • Possível perda de cabelo.

Ela pode ocorrer em diversas áreas do corpo. Geralmente, se forma onde a pele é oleosa ou gordurosa, como, couro cabeludo, sobrancelhas, pálpebras, vincos do nariz, lábios, atrás das orelhas, e tórax.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito clinicamente por um dermatologista, que irá se basear na localização das lesões e no relato do paciente. O especialista poderá necessitar de alguns exames clínicos, como exame micológico, biópsia e teste de contato.

Tratamento

Quanto mais cedo for o diagnóstico, melhor. O tratamento pode envolver as seguintes medidas:

  • lavagens mais frequentes;
  • interrupção do uso de sprays, pomadas e géis para o cabelo;
  • evitar uso de chapéus ou bonés, shampoos que contenham ácido salicílico, alcatrão, selênio, enxofre, zinco e antifúngicos;
  • cremes/pomadas também com antifúngicos e eventualmente com corticosteroide, dentre outros especificados pelo dermatologista.

Prevenção

Não há um modo de prevenir o desenvolvimento ou o reaparecimento da dermatite seborreica. No entanto, cuidados especiais com a higiene e uso de shampoo adequado ao tipo de pele tornam o tratamento mais fácil.

É preciso seguir o tratamento correto, o qual irá depender da localização das lesões e da intensidade dos sintomas. Além de alterar alguns hábitos e eliminar os fatores reguladores, como estresse, má alimentação, tabagismo e consumo de bebida alcóolica.

Outros cuidados podem ajudar na melhora dos sintomas. São eles:

  • evitar a ingestão de alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas;
  • não tomar banhos muito quentes;
  • enxugar-se bem antes de vestir-se;
  • usar roupas que não retenham o suor.

Por fim, tecidos sintéticos costumam ser contraindicados para quem possui tendência à dermatite. Isso inclui ainda: controlar o estresse físico e mental e a ansiedade; retirar completamente o shampoo e o condicionador dos cabelos quando lavar a cabeça.

*Foto: Unsplash

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Queda de cabelo na menopausa
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Queda de cabelo na menopausa: conheça as causas

por Esteticare 12 de abril de 2022
escrito por Esteticare

Queda de cabelo na menopausa ocorre pela baixa dos níveis de colágeno, que vem da baixa na produção de estrogênio pelos ovários

As mulheres de meia idade já sabem desde muito cedo que ao atingir esta parte da vida chegam à menopausa. E dentre outros fatores que podem ocasionar esta condição está o fato de começar a cair a produção de estrogênio pelos ovários. E, consequentemente, o que ocorre a seguir é a baixa dos níveis de colágeno. E é neste cenário que acontece a temida queda de cabelos.

Queda de cabelo na menopausa

Além disso, para que essas alterações hormonais não provoquem mais prejuízo à beleza e saúde dos fios, é fundamental que, ao entrar na menopausa, a mulher procure o acompanhamento de um médico especialista.

É o que explica a Dra. Alessandra Anzai, dermatologista e tricologista. Ela é grande atuante na área de estudos das doenças dos cabelos. E ainda afirma que hormônios femininos de regra são um estímulo natural do corpo aos cabelos.

“Com eles, os fios da mulher têm maior velocidade de crescimento, mais brilho, são mais encorpados e grossos. Já os hormônios masculinos têm efeito contrário, afinam e fazem cair, diminuindo o ciclo do cabelo. A parada na produção de hormônios femininos consequentemente expõe a mulher aos masculinos, o que causa a queda dos fios.”

Como identificar

A queda de cabelo na menopausa pode ser identificada a partir de um caimento dos fios além do normal. Mas a dermatologista afirma que é importante a própria pessoa observar, pois cada caso é um caso.

“Não existe um número padrão de queda tolerável para todas as pessoas. Cada paciente conhece seu corpo e tem seu próprio padrão. Mas, ao identificar um aumento, maior que de costume, é importante procurar um dermatologista especializado, que vai ajudar a diagnosticar e iniciar o tratamento.”

Diagnóstico

Já a melhor forma de tratar a queda é confirmar o diagnóstico.

“Existem diversas causas para queda de cabelo, por isso é muito importante que o dermatologista consiga investigar, examinar e tentar determinar quais são os verdadeiros motivos. Se realmente é a menopausa ou se há uma outra razão.”

Entretanto, a médica alerta que a reposição hormonal pode ser inimiga dos fios neste caso:

“Existem alguns tipos de reposições que causam um estímulo maior dos hormônios masculinos, o que pode causar piora na queda e no aspecto dos fios. A reposição serve para aliviar uma série de sintomas da menopausa e deve ser uma decisão conjunta entre paciente e médico ginecologista. Ela não é mandatória para o tratamento da queda de cabelos.”

Tratamento para a queda do cabelo na menopausa

Para tratar a queda dos fios, a especialista diz que o mais comum é usar tópicos de uso oral, e também de procedimentos em consultório.

“Eles se baseiam principalmente no uso do Minoxidil, que é a substância com maior evidência e eficácia comprovada. Mas é importante combinar outras coisas como o uso de nutracêuticos e procedimentos em laser ou microagulhamento, que tem a intenção de rejuvenescer o couro cabeludo.”

Alimentação

Por outro lado, ela esclarece também que manter uma boa alimentação é essencial. Isso porque o cabelo necessita de calorias, proteínas e micronutrientes adequados. Porém, sozinha, ela não é capaz de alterar muito a estrutura dos fios, a não ser em casos extremos de desnutrição.

Fios diferentes

Por fim, a Dra. Alessandra diz que os novos fios que nascem após a menopausa podem sim ser diferentes dos fios jovens.

“Como eles são estimulados pelas mudanças hormonais, eles podem vir mais finos, mais quebradiços, menos brilhantes. Com a mudança da quantidade de glândulas sebáceas e a chegada dos fios brancos, a mulher na menopausa também pode ter um fio mais seco e com diferentes estruturas.”

*Foto: Unsplash

12 de abril de 2022 0 comentário
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Alopecia feminina
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Alopecia feminina: o que é como influencia na autoestima da mulher

por Esteticare 29 de março de 2022
escrito por Esteticare

Alopecia feminina reduz a densidade capilar ou uma perda progressiva do cabelo feminino

Apesar de ser uma condição que afeta muitas mulheres no mundo todo, a alopecia areata é pouco falada. Porém, o assunto veio à tona, pois entre as mulheres que apresentam a doença está atriz norte-americana Jada Pinkett Smith.

No final de 2021, Jada publicou em seu Instagram um vídeo em que explica que foi diagnosticada com alopecia. Além disso, ela explicou que trata-se de uma doença inflamatória que causa a queda os cabelos. Por conta disso, ela teria optado em raspar os fios que lhe restavam:

“Cheguei ao ponto em que só posso rir. Vocês sabem que eu tenho lidado com a alopecia e, do nada, apareceu essa falha aqui (…). Então achei melhor mostrar para todos, para não surgirem dúvidas.”

A seguir, você vai entender melhor sobre esta doença.

O que é alopecia feminina?

A alopecia feminina reduz a densidade capilar ou uma perda progressiva do cabelo feminino. Ela também é uma disfunção que atinge quase 5% das mulheres no mundo.

Por outro lado, segundo o dermatologista Werick França, muitas a alopecia é confundida com a perda por conta de procedimentos químicos, como as escovas progressivas ou descolorações.

Diferentes tipos de alopecia

Contudo, é importante ressaltar que é possível sofrer de vários tipos de alopecia, desde a provocada por doenças autoimunes, caso de Jada, até o eflúvio telógeno, que ocorre por meio da gestação.

O dermatologista complementa:

“Quando a alopecia é androgenética, mais conhecida como calvície, ocorre afinamento e atrofiamento do bulbo, causando a queda definitiva. Essa condição genética na mulher acontece normalmente de forma difusa em todo o topo da cabeça e também de maneira global, comprometendo toda a região da cabeça. Algumas que nascem com essa condição herdada de família já são pré-dispostas a ter a disfunção.”

Divisões

Por outro lado, segundo o dermatologista Ademir C. Leite Jr, as alopecias podem ser divididas em cicatriciais e não cicatriciais. As primeiras são aquelas em que a área acometida não apresenta folículos ou eles foram destruídos por processos inflamatórios ou agressões importantes, como tração excessiva, queimaduras e corte. Elas podem ser irreversíveis e estão relacionadas ao Lúpus eritematoso cutâneo, líquen plano pilar, foliculite decalvante e alopesia fibrosante frontal.

Já as não cicatriciais podem ser acompanhadas de inflamações que são menos agressivas e não geram danos permanentes. Essa perda de fios surge de distúrbios capilares que não resultam em aspecto cicatricial do couro cabeludo, como alopecia areata, eflúvios e alopecia androgenética.

Em busca de ajuda

Mas quando procurar ajuda? Apesar dos fios caírem diariamente como algo normal, se você notar uma grande quantidade, no caso, mais de 100 fios por dia. Ou ainda se você percebe muitos deles presos no travesseiro ao acordar, é sinal de que é hora de buscar ajuda. Todavia, o médico reforça que também é possível identificar a alopecia olhando para o couro cabeludo e notando regiões com pouco ou nenhum cabelo.

Como tratar a alopecia feminina

O tratamento precoce da alopecia pode inibir o avanço e manter o cabelo volumoso. Com isso, é capaz de se reduzir as perdas, ou, no caso das não cicatriciais, até de reverter o quadro. Por fim, Werick completa:

“O procedimento para a disfunção pode ser feito em clínicas e também em casa, por meio de loções, medicamento oral, vitamina e xampu de uso diário.”

*Foto: Reprodução

29 de março de 2022 0 comentário
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Skincare diário
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Como cuidar do skincare diário: confira as dicas

por Esteticare 8 de março de 2022
escrito por Esteticare

O skincare diário envolve todo o corpo e cabelos, e não precisa de horas para se cuidar

Ter um planejamento de skincare diário é bem importante para não se perder tempo e estar sempre com o cuidado com o corpo e cabelos em dia. Neste artigo você vai aprender como isto é possível a partir de uma seleção de produtos enxuta e ao mesmo tempo funcional.

Skincare diário – cuidados

Em primeiro lugar um skincare diário vai além do cuidado apenas com rosto. É muito mais que isso. Ele envolve todo seu corpo e cabelo. Portanto, todas essas áreas são importantes e merecem sua atenção no dia a dia.

Cabelo

Em relação aos cabelos, os tratamentos capilares disponíveis cuidam do couro cabeludo. Neste caso, é importante ter em mente produtos que cuidem da exposição solar, seja em piscinas, no mar ou os raios solares do dia a dia. Além disso, os cabelos também podem enfraquecer devido à poluição e produtos químicos, como tinturas e outros procedimentos. Sendo assim, comece seu haircare com a escolha de um shampoo e um condicionador próprio para seu tipo de cabelo. Isso também inclui o uso de máscara de tratamento, um leave-in e ainda um óleo para finalizar e dar brilho. Mas sempre procure um profissional para saber o que realmente funciona em seu cabelo e qual a periodicidade de cada passo.

Cuidando do corpo

Os cuidados com o corpo também devem estar dentro de nosso skincare diário. Embora a pele do corpo não seja tão sensível quanto a do rosto, também é preciso ter atenção. Você pode passar um hidratante, um sérum rejuvenescedor, e um bom protetor solar todos os dias. É vital que você converse também com o seu dermatologista para que ele indique o melhor produto para cada finalidade.

Mãos e pés

As mãos devem ser bem cuidadas sempre. Isso porque estamos em contato diário com louça, limpeza do restante da casa, ou ainda para quem se exercita na academia ou ao ar livre. Portanto, hidrate mais suas mãos. Há produtos específicos também para esta região do corpo, especialmente para as palmas. E não deixe de usar proteção solar nas mãos, uma vez que elas sempre estão expostas a maior parte do tempo.

Em seguida, os pés devem ser hidratados diariamente com o creme adequado para esta região.

Skincare diário para as unhas

Por fim, e tão importante quanto, os cuidados com as unhas também merecem atenção em seu skincare diário. As unhas devem ser cuidadas para não ficarem fracas nem esbranquiçadas. Para isso, utilize bases fortalecedoras, cremes nutritivos e esmaltes com fatores de proteção. Com todos esses passos, você terá unhas mais fortes, saudáveis e lindas.

*Foto: Unsplash

8 de março de 2022 0 comentário
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Queda de cabelo pós-Covid
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Queda de cabelo pós-Covid: quais são os impactos?

por Esteticare 17 de fevereiro de 2022
escrito por Esteticare

Queda de cabelo pós-Covid pode aumentar após a doença, afirma tricologista

Para quem já testou positivo para a Covid-19 pode ter notado entre os sintomas a queda de cabelo com maior intensidade. Se o seu caso é este, confira as orientações da médica tricologista Dra. Luciana Passoni.

Queda de cabelo pós-Covid

A queda dos cabelos pode sim ter relação com a Covid-19.  De acordo com especialistas em saúde capilar: por dia, uma pessoa saudável pode perder uma média de 100 fios. Porém, diante do diagnóstico, esse número pode aumentar.

Segundo a médica tricologista Dra. Luciana Passoni:

“A queda de cabelo pode ser agravada por estresse, ansiedade e carências nutricionais e também após a infecção pelo vírus da Covid. A infecção pelo coronavírus pode provocar uma inflamação generalizada nos folículos pilosos, chamada de Eflúvio Telógeno, que é causa um aumento visível da queda diária de fios de cabelo, já que o cabelo entra na fase de queda mais rápido do que o normal.”

Além disso, ela afirma que a inflamação em si pode ser outro aspecto a contribuir para essa perda de fios.

“O estresse causado pela doença, pelo isolamento social ou até pelo medo da evolução e complicações da doença pode fazer com que cabelo cai excessivamente durante e pós-covid.”

Como tratar a queda de cabelo pós-Covid?

Em contrapartida, mesmo sem covid, as pessoas devem cuidar da saúde de seus cabelos. E este cuidado começa na alimentação, explica Dra. Luciana:

“As células do cabelo precisam de proteínas, além de vitaminas e minerais, para se manterem fortes e saudáveis. Importante lembrar a necessidade do corpo estar sempre hidratado, manter uma alimentação rica em Biotina (gema de ovo, castanhas), Vitamina C (frutas cítricas), Ômega 3 (peixes e linhaça), Silício orgânico (aveia e leguminosas), leite, abacate, espinafre, batata doce, feijão.”

Aumento oleosidade

Por outro lado, é possível haver outros reflexos da doença e ela inclui maior sensibilidade e aumento da oleosidade. A médica explica que neste caso a recomendação é lavar todos os dias, com shampoo para o controla da oleosidade. O objetivo aqui é reduzir a inflamação do couro cabeludo.

Tratamentos diversos

Se você percebeu a forte queda após o período de quarentena, o mais aconselhável é procurar um especialista para que ele avalie o seu caso em específico:

“Nos procedimentos, usamos recursos anti-inflamatórios não só no local da queda, como também de maneira sistêmica, aumentando a circulação e oxigenação.”

Dermocosméticos mais específicos

Os tratamentos específicos para o couro cabeludo podem ser associados ao uso de dermocosméticos mais específicos, conclui a tricologista.

“Os cuidados podem combinar uma série de procedimentos, como vitaminas e medicamentos via oral, a microinfusão de medicamento (MMP®️), laser capilar, bem como tônicos e shampoos adequados.”

*Foto: Unsplash

17 de fevereiro de 2022 0 comentário
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