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ESG atrai profissionais que buscam por boa saúde mental
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ESG atrai profissionais que buscam por boa saúde mental

por Esteticare 10 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

ESG atrai profissionais que estão em busca de uma carreira de sucesso, porém, sem deixar de lado o propósito do trabalho e ter uma boa saúde

O burnout tem se tornado cada vez mais relevante nas discussões sobre saúde mental no ambiente de trabalho. Prova disso é que muitos profissionais que por bastante tempo tiveram de lidar com jornadas exaustivas, pressão por resultados e metas desafiadoras, agora, priorizam uma carreira na qual o equilíbrio entre sucesso profissional e boa saúde mental é uma possibilidade.

Vale dizer que muitas pessoas na época da pandemia tiveram a saúde afetada pelo isolamento social. De acordo com a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, é de suma importância estar com a saúde mental em dia para conseguir desempenhar as atividades do dia a dia, uma vez que os dados sobre pacientes em desequilíbrio no Brasil são alarmantes.

ESG atrai profissionais

Segundo especialistas, em relação ao mercado de trabalho, a preocupação com a saúde mental veio para ficar – principalmente entre os profissionais da geração Z. E uma nova carreira desponta como a favorita dos profissionais que priorizam o bem-estar no trabalho.

Estamos falando do ESG, sigla para as práticas ambientais, sociais e de governança das empresas, que está expandindo seu campo de atuação nos últimos anos. Hoje, essas três letras representam muito mais do que apenas diretrizes sustentáveis. Trata-se de um segmento de trabalho bastante fértil e promissor para muitos profissionais.

Por que uma carreira em ESG é positiva para saúde mental?

Os impactos positivos são inúmeros que uma carreira em ESG pode ter na saúde mental dos colaboradores. É o que alerta os executivos do setor. Além da cultura inclusiva, empresas comprometidas com as diretrizes ESG oferecem políticas de bem-estar, programas de saúde física e mental e investem no desenvolvimento pessoal e profissional do funcionário, por exemplo.

ESG pode trazer propósito para a sua carreira

Carreiras em ESG estão alinhadas com a promoção de práticas mais sustentáveis e adoção de iniciativas de responsabilidade social. Para muitos, trabalhar em áreas que têm impacto positivo na sociedade traz satisfação profissional e a sensação de propósito.

Um estudo da startup Humanizadas revela que funcionários são mais felizes quando trabalham em empresas sustentáveis. A pesquisa mostra que 85% dos colaboradores de companhias ESG estão satisfeitos com suas posições e recomendam seus trabalhos atuais.

Sendo assim, empresas com políticas ESG despontam como a favorita daqueles que buscam pelo propósito profissional, pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal e por um ambiente onde felicidade e saúde mental são prioridades.

Empresas ESG podem beneficiar saúde mental

Neste caso as empresas sustentáveis podem oferecer uma cultura de apoio e bem-estar dos funcionários. E esse é um dos pilares do ESG.

Programas específicos de bem-estar, por exemplo, costumam ser uma prática frequente em empresas orientadas pelo ESG. Isso pode incluir acesso aos profissionais de saúde mental, programas de meditação e mindfulness e outras atividades que visam reduzir o estresse e ansiedade dos colaboradores – e, assim, ajudar na prevenção e gestão do burnout.

Além disso, essas companhias investem em políticas de conciliação entre trabalho e vida pessoal, como licença parental, férias flexíveis e horários de trabalho adaptáveis.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/feliz-executiva-dar-apresentacao-ligado-recursos-naturais-para-seu-colegas_2532799

10 de janeiro de 2024 0 comentário
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Janeiro Branco: Campanha alerta para saúde mental e emocional
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Janeiro Branco: Campanha alerta para saúde mental e emocional

por Esteticare 5 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

Janeiro Branco tem programa que visa a prevenção contra doenças decorrentes do estresse

Criar o hábito de cuidar da mente, além de gerar informações e apoio a indivíduos, famílias, instituições e comunidades em geral, é a proposta da campanha Janeiro Branco. O programa visa alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população a partir da prevenção de doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.

Segundo a técnica de estratégia da saúde da família no SUS, Nathalia Belletato, a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. Além disso, os números apresentados na pesquisa sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.  

Campanha Janeiro Branco

Por sua vez, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) destaca que também entram no rol transtornos de humor, esquizofrenia e transtorno bipolar que, muitas vezes, fazem com que as pessoas se tornem impossibilitadas (temporária ou permanentemente) de exercer suas funções laborais. Entretanto, a concessão de benefícios está sujeita a critérios específicos. 

O benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, é concedido a pessoas que estão temporariamente incapacitadas para o trabalho em razão de doença mental. Já o benefício por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, é concedido a pessoas permanentemente incapacitadas para o trabalho por conta de doença mental.

Como solicitar o benefício ao INSS

Para solicitar o benefício ao INSS, é preciso agendar a perícia médica no aplicativo, no site ou pelo telefone 135. No dia do atendimento, é necessário apresentar documentos médicos (atestados, relatórios, exames) e documentos pessoais. Porém, é o perito médico quem irá avaliar se o trabalhador tem direito ao benefício.

Se o benefício for concedido, o trabalhador receberá uma carta de concessão para começar a receber na agência bancária em que o INSS depositar o valor. Após receber o primeiro pagamento, o beneficiário pode alterar a agência bancária de recebimento.

Cuidados com a saúde mental

Todavia, o INSS destaca que um dos primeiros passos para cuidar da saúde mental é não criar expectativas. E também é importante determinar metas tangíveis, com prazos mais curtos, ou metas divididas em etapas. Mas não é necessário esperar uma época específica, como dezembro ou janeiro, para traçar planos ou avaliar o percurso.

“Criar metas que impliquem mudanças de vida, rotina ou hábitos, sem o devido planejamento ou sem considerar as possibilidades reais e os recursos necessários, pode torná-las inatingíveis, gerando frustração e, consequentemente sofrimento emocional”, diz o INSS.

Autocobrança

O instituto alerta ainda que se cobrar demais nesta época do ano pode dificultar o reconhecimento dos esforços e conquistas ao longo dos meses subsequentes. “O ideal é que o exercício de auto-observação seja cotidiano e realizado com generosidade e auto-acolhimento”.

Outra estratégia eficaz diz respeito a manter uma consciência sobre sentimentos. Neste caso, identificar as emoções é essencial para fazer alterações em direção ao seu bem-estar, uma vez que possuem a função de comunicar sobre os gostos e necessidades individuais. Portanto, ao reconhecer suas emoções e fluxo de pensamentos que os acompanham, é possível estipular de modo mais consciente a forma de agir e saber lidar diante de situações diversas.

Por fim, o INSS diz que é preciso dar atenção ao momento presente. Isso inclui pensar sempre em coisas que ocorreram ou poderão ocorrer, que é um grande desencadeador de angústia. Com isso, “é importante focar nas ações possíveis, naquilo que está no controle e aproveitar as experiências atuais.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/simbolo-de-fita-branca-da-paz-dia-internacional-da-nao-violencia_10069645

5 de janeiro de 2024 0 comentário
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Conferência Nacional da Juventude: Saúde mental é tema de destaque
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Conferência Nacional da Juventude: Saúde mental é tema de destaque

por Esteticare 2 de janeiro de 2024
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Conferência Nacional da Juventude teve no tema um recorte que representou 41% do total de propostas para o Eixo Saúde; evento foi realizado em Brasília no fim de dezembro

A etapa digital da 4ª Conferência Nacional da Juventude registrou 268 propostas da sociedade civil para a saúde. Desse total, 41% das sugestões são voltadas à saúde mental dos jovens brasileiros, ou seja, 111 propostas. Aproximadamente 57 mil pessoas participaram da votação que fez parte da programação da conferência, realizada de 14 a 17 de dezembro, em Brasília, com a interação de cerca de 250 mil jovens de 1800 municípios. 

Saúde mental no SUS

A saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. No Brasil, os problemas são alarmantes comenta Nathalia Belletato, técnica de estratégia da saúde da família no SUS.

Conferência Nacional da Juventude

Por sua vez, de acordo com o secretário da Conferência Nacional de Juventude, Ronald Sorriso, três propostas de Direito à Saúde integraram a plenária final do evento. A primeira visa ampliar as políticas públicas de assistência psicossocial; a segunda propõe a construção de Casas de Juventude; e a terceira criar o programa nacional de agentes populares de saúde. Junto com a saúde mental, intrínsecas às demandas, estão as questões de acesso, multidisciplinaridade, diversidade, sexualidade, segurança alimentar e inclusão das escolas nos processos.

 “A próxima etapa será levar o relatório final com o resultado e as propostas mais indicadas por cada eixo temático para a reunião do Comitê Interministerial de Política de Juventude, que reúne 25 ministérios. De lá, vai sair um plano de ação intersetorial e interministerial. Por fim, nosso objetivo é que o relatório final se transforme no Plano Nacional de Juventude”, explica o secretário.

“As populações vulneráveis, como crianças, adolescentes, idosos, indígenas e LGBTQIAP+, enfrentam barreiras adicionais no acesso aos serviços de saúde mental” observa a diretora do departamento de Saúde Mental do ministério, Sônia Barros.  “A necessidade de uma abordagem inclusiva e sensível a esses grupos é incontestável, demandando políticas que reconheçam e atendam suas especificidades”. Segundo a diretora, os esforços da gestão buscam a integração efetiva entre políticas de saúde mental e outras esferas públicas, como educação, trabalho e assistência social.

Ação prioritária

Em 2023, o fortalecimento da política de saúde mental foi uma das ações prioritárias do Ministério da Saúde. Com investimento de mais de R$200 milhões, a pasta ampliou o orçamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A iniciativa busca aumentar a assistência na rede de saúde mental no SUS em todo Brasil. Ao todo, o recurso destinado para todos os estados será de R$414 milhões no período de um ano. Com os novos valores, o aumento do orçamento da rede chega a 27%.

Investimento duplicado  

Além disso, após seis anos sem atualizações, foi duplicado o investimento para custear os serviços das unidades de acolhimento a pessoas e familiares em situação de abandono, ameaça ou violação de direitos. Com os novos valores, o custeio mensal para a assistência a adultos passou de R$25 mil para R$50 mil e para o acolhimento infanto-juvenil subiu de R$30 mil para R$60 mil.

Unidades de acolhimento

Atualmente, o país possui 72 unidades de acolhimento habilitadas, cujo acesso ocorre via Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Os espaços oferecem acolhimento protetivo por até seis meses, a depender do projeto terapêutico. Do total, 26 são para atendimento infanto-juvenil: dos 10 anos de idade até os 18 incompletos. As outras 46 unidades são destinadas a adultos.

5ª Conferência Nacional de Saúde Mental

Também, no mês passado, foi realizada a 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental Domingos Sávio. O evento marcou a retomada do diálogo participativo para o tema. Participaram 1,3 mil delegadas e delegados eleitos na etapa estadual e do Distrito Federal, além de 174 pessoas eleitas em conferências livres nacionais.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/composicao-da-vista-superior-com-diferentes-expressoes_12558447

2 de janeiro de 2024 0 comentário
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Saúde mental no fim de ano: Confira 5 ações que podem ajudar
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Saúde mental no fim de ano: Confira 5 ações que podem ajudar

por Esteticare 26 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

Saúde mental no fim de ano envolve muitas pessoas estarem mais ansiosas, cansadas e até frustradas

O final de 2023 está aí já e muitas pessoas podem estar mais ansiosas, cansadas e até frustradas se algo não saiu de acordo com o planejado. Além disso, é neste momento do ano, que tudo parece acelerar e ser urgente. Pensando nisso, é preciso prestar atenção aos sinais do corpo para a estafa física, mental e emocional. Confira neste artigo cinco ações que podem ajudar a ter mais equilíbrio.

Segundo a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. Além disso, ela reforça que os números apresentados numa pesquisa Datafolha sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.

Saúde mental no fim de ano

Por outro lado, segundo a terapeuta e mentora sistêmica Isolda Rodrigues, podemos aprender a desempenhar cinco pequenas ações que podem ser feitas diariamente e que vão contribuir muito para um fim de ano melhor e mais saudável. A seguir, confira as cinco ações.

1 – Pratique o Exercício da gratidão

Pelo menos uma vez por dia, liste coisas pelas quais você é grato e de fato agradeça com intencionalidade. Ou seja, não dizer apenas por dizer.

2 – Faça o banho de presença

Durante o momento do banho, use 10 minutos para mentalizar coisas boas, estar verdadeiramente presente e se conectar com a energia da água pode fazer muito bem.

3 – Tome o Suco Detox Matinal

Compre ou faça um suco detox para tomar pela manhã. Ele ajuda a desinflamar o corpo, eliminar toxinas e o excesso de cortisol, hormônio responsável pelo aumento da ansiedade.

4 – Use óleo essencial no ritual noturno

Neste caso, cada óleo essencial tem uma funcionalidade e se usado antes de dormir, quando já estamos mais relaxados e livres do uso de telas, ele nos ajuda a dormir melhor, proporcionando um sono mais profundo e contínuo.

5 – Encerre ciclos abertos

Aqui envolve a procrastinação. Em suma, não fique postergando algo que você pode resolver antes. E sabe aquela pessoa que não agrega mais nada à sua vida? Uma conversa difícil que você precisa ter e não tem? Dê o primeiro passo para resolver e encerrar o ciclo. Pendências não resolvidas e ciclos tóxicos abertos drenam energia e nos desgastam, tanto física quanto emocionalmente, explica a terapeuta.

Conclusão

Em suma, quando incluímos estes pequenos hábitos à rotina nos próximos dias que antecedem o ano novo, é possível terminar 2023 com mais disposição e energia, mais clareza e nitidez mental, melhor qualidade do sono, melhor reparação celular e mais conectado (a) à sua essência.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-meditando-na-natureza-vista-lateral_13704142

26 de dezembro de 2023 0 comentário
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Nathalia Belletato, Técnica do SUS, enfatiza a Importância da Saúde Mental
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Nathalia Belletato, Técnica do SUS, enfatiza a Importância da Saúde Mental

por Esteticare 20 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

Novo relatório da OPAS ((Organização Panamericana da Saúde) escancara a necessidade urgente de priorizar a saúde mental no Brasil e no mundo diz Nathalia Belletato.

Uma pesquisa Datafolha revela que quase um terço dos brasileiros enfrenta problemas de saúde mental, incluindo ansiedade, insônia e distúrbios alimentares. Além disso, uma pesquisa do Instituto Ipsos mostra que 52% dos brasileiros estão preocupados com a saúde mental, sendo a principal preocupação de saúde entre os entrevistados.

Embora a pandemia da Covid-19 seja frequentemente associada ao agravamento da saúde mental, evidências sugerem que essa crise já estava se desenrolando há décadas. A Carga Global de Doenças, uma metodologia de avaliação do impacto das doenças, destaca que transtornos mentais como depressão, esquizofrenia e dependências químicas têm um impacto significativo na vida das pessoas e na sociedade em geral. Eles representam cerca de 16% do impacto total das doenças no mundo, com a depressão como uma das principais causas de anos vividos com incapacitação.

A saúde mental é uma parte crucial da saúde geral de nossos pacientes, e os números apresentados na pesquisa sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes comenta Nathalia Belletato, técnica de estratégia da saúde da família no SUS.

Taxa de Mortalidade por suicídio

No Brasil, a taxa de mortalidade por suicídio está aumentando desde o início do século 21, enquanto em outras regiões do mundo, essa taxa está diminuindo. Para abordar essa situação crítica, a OPAS publicou recentemente um relatório que oferece dez recomendações de ações que devem ser implementadas pelos governos. Essas recomendações incluem a priorização da saúde mental como uma questão de Estado, o aumento do financiamento para políticas de saúde mental, a promoção da saúde mental ao longo da vida, o combate à pobreza, à violência de gênero e ao racismo estrutural, a expansão da rede de atenção à saúde mental e o reforço das estratégias de prevenção do suicídio.

Enfrentar o desafio de proporcionar acesso eficaz à saúde mental é fundamental

Relatórios da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que apenas uma pequena proporção das pessoas com sintomas de saúde mental recebe atenção, mesmo em países desenvolvidos. No Brasil, dados da pesquisa nacional de saúde de 2013 revelaram que apenas um em cada cinco adultos com sintomas de depressão recebia algum tipo de tratamento, predominantemente na forma de medicamentos. Embora tenha havido alguma melhora nesse cenário em 2019, com um em cada quatro adultos com sintomas de depressão recebendo algum tipo de atenção, a prescrição de medicamentos ainda prevalece.

Como Melhorar o acesso à saúde mental

Para melhorar o acesso à saúde mental, é necessário investir mais recursos financeiros em programas de saúde mental, aumentar a formação de profissionais especializados e capacitar os profissionais de saúde não especializados na área. A falta de protocolos e instrumentos que auxiliem esses profissionais é um desafio significativo, especialmente para os profissionais da atenção primária à saúde do SUS.

No contexto da pandemia, a telemedicina e a saúde digital ganharam destaque. No entanto, é importante notar que a maioria dos aplicativos de saúde mental ainda precisa passar por avaliações rigorosas de segurança e eficácia antes de serem incorporados à prática clínica, principalmente no SUS.

Embora o Brasil tenha progredido em algumas áreas relacionadas à saúde mental, os desafios continuam enormes. É essencial que toda a sociedade reconheça a saúde mental como uma prioridade absoluta e trabalhe em conjunto para enfrentar esse problema crescente.

Buscar Ajuda é o primeiro passo, ressalta Nathalia Belletato

Buscar ajuda em caso de questões relacionadas à saúde mental é um passo fundamental para o bem-estar e a recuperação. É importante lembrar que você não está sozinho(a) nessa jornada. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando desafios de saúde mental, é aconselhável procurar apoio profissional, reforça Nathalia Belletato, profissional que convive diariamente com pacientes com casos graves de saúde mental.

O primeiro passo pode ser agendar uma consulta com um médico de família ou um clínico geral, que pode fornecer orientações e encaminhamentos apropriados. Além disso, psicólogos, psiquiatras e terapeutas especializados em saúde mental estão disponíveis para oferecer tratamento e apoio. Você também pode buscar ajuda em linhas diretas de prevenção ao suicídio, centros de crise ou grupos de apoio locais. Não hesite em compartilhar seus sentimentos e buscar assistência, pois cuidar da saúde mental é fundamental para uma vida saudável e equilibrada.

Foto: https://www.freepik.com/free-photo/side-view-woman-looking-sad-as-she-works-from-home_11905132.htm

20 de dezembro de 2023 0 comentário
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Pequenas lesões podem afetar cérebro de idosos
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Pequenas lesões podem afetar cérebro de idosos

por Esteticare 19 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

Pequenas lesões, segundo pesquisa da USP em Ribeirão Preto, SP, analisou quase 400 exames de pessoas entre 50 e 80 anos; objetivo das análises, que ainda estão em fase inicial, é contribuir para a qualidade de vida dos idosos

Uma pesquisa da Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da USP em Ribeirão Preto (SP) avalia como uma nova doença pode afetar o funcionamento do cérebro de idosos.

Pequenas lesões no cérebro

Neste caso, o estudo avaliou pequenas lesões no cérebro, decorrentes do envelhecimento, que podem interferir no tempo de resposta dos pacientes para cumprir uma atividade.

O estudo foi realizado por meio de avaliação de 400 ressonâncias magnéticas, em parceria com um banco de dados da Holanda, de pessoas de 50 a 80 anos, todas com doença cerebral de pequenos vasos.

Identificação das lesões

A professora do Departamento de Física da USP Renata Ferranti Leoni esclarece que essas micro lesões no cérebro, identificadas pelas manchas brancas, são como se uma veia muito pequena estivesse entupida e afetasse a oxigenação.

“É diferente às vezes quando tem um tumor cerebral ou acidente vascular cerebral que afeta um região maior, então o sintoma ele é mais rápido e mais aparente. Nesse caso do desgaste, do envelhecimento do cérebro mesmo, essas lesões vão aparecendo e muitas vezes não vão levar a sintomas muito graves, mas que podem estar relacionadas a esse declínio cognitivo.”

Exame de imagem

Por serem lesões muito pequenas, elas são identificadas apenas com exame de imagem e podem explicar alterações na memória, dificuldade em entender algo e também em uma demora maior em responder, problemas recorrentes com o avanço da idade.

O autor do estudo, desenvolvido em mestrado, é o pesquisador Pedro Henrique Rodrigues da Silva, que explica o impacto das lesões.

“Muito provavelmente aquele que tem pior desempenho, teve mais alterações ocasionadas por lesão do que aquele que teve um desempenho mediano.”

Pesquisa em fase inicial

Por enquanto, o estudo é uma porta de entrada para entender melhor o impacto das pequenas lesões no cérebro dos idosos e pode, no futuro, ajudar a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.

“A gente está pensando aqui [na Universidade] como fazer o cérebro envelhecer melhor, entende-lo, para quem sabe, ter essas terapias mais precoces para envelhecer melhor, no geral”, explica Leoni.

Parceria

Agora, o próximo passo é tentar uma parceria com o Hospital das Clínicas (HC) em Ribeirão Preto e analisar exames de pacientes brasileiros.

“Nós temos colaborações com o pessoal da neurologia, por exemplo, do HC [Hospital das Clínicas] aqui de Ribeirão. Porque a ideia é essa, a gente aqui entende a parte mais básica, de como é o funcionamento do cérebro humano e como doenças podem afetá-lo, mas tentando proporcionar ferramentas para um diagnóstico”, conclui a professora.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-idosa-sofrimento-dor-joelho_3213034

19 de dezembro de 2023 0 comentário
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Experiências mais variadas previnem contra doenças degenerativas
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Experiências mais variadas previnem contra doenças degenerativas

por Esteticare 17 de novembro de 2023
escrito por Esteticare

Experiências mais variadas, segundo estudo, ajudam a prevenir o Alzheimer e outros problemas cognitivos, além de criar uma inteligência artificial mais associada ao funcionamento do cérebro

Recentemente, pesquisadores alemães compararam a atividade cerebral de ratos criados em laboratório em diferentes ambientes. Com isso, eles descobriram que aqueles que tiveram experiências mais ricas tinham mais atividade no hipocampo, sugerindo a presença de uma rede neural mais robusta e conectada, relata o Science Alert.

Por conta do seu papel central no aprendizado e na memória, o hipocampo humano geralmente é afetado por doenças generativas como Alzheimer.

Experiências mais variadas fazem a diferença

Além disso, os cientistas disseram que os achados, baseados nas ferramentas tecnológicas utilizadas pela equipe de Amin, podem ajudar a prevenir disfunções do cérebro e ainda levar a novos métodos de inteligência artificial baseados no cérebro. Portanto, é importante ter experiências mais variadas.

“Os resultados foram muito mais valiosos do que imaginávamos”, disse o neurocientista e engenheiro biomédico Hayder Amin, do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas. “Conseguimos provar que os neurônicos dos ratos em ambientes mais diversos são muito mais interconectados do que aqueles criados em ambientes mais comuns.”

Comparando o tecido do cérebro

Os cientistas compararam o tecido do cérebro de dois grupos de ratos de 1 ano de idade, com diferentes experiências nos seis meses anteriores. Um grupo viveu em jaulas convencionais, sem nada especial ou atividades diferentes, só água comida, e lugar para dormir. O outro grupo tinha uma jaula maior, brinquedos, túneis, tubos de plástico, labirintos e pequenas casas.

Por fim, para examinar os cérebros, foi usado um neurochip com 4.906 eletrodos, capaz de registrar a atividade de milhares de neurônios de uma vez. Desse modo, foi possível medir a conectividade entre o hipocampo inteiro e a camada mais externa do cérebro, que comanda diversos processos cognitivos.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/demencia-de-perda-de-memoria-e-conceito-de-alzheimer-criado-com-tecnologia-generative-ai_40871019

17 de novembro de 2023 0 comentário
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Saúde mental dos idosos: HEF se dedica a esta causa
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Saúde mental dos idosos: HEF se dedica a esta causa

por Esteticare 27 de outubro de 2023
escrito por Esteticare

Saúde mental dos idosos integra o propósito do Hospital Estadual de Formosa, unidade do Governo de Goiás, no atendimento de pessoas da terceira idade em situação de adoecimento mental

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a depressão é um problema de saúde mental que afeta milhões de brasileiros. Estima-se que cerca de 5,8% da população brasileira, ou aproximadamente 12 milhões de pessoas, sofrem de depressão. Portanto, este número coloca o Brasil como o País com a maior prevalência de casos na América Latina.

Saúde mental dos idosos

Diante desses dados, a saúde mental dos idosos é pauta do Hospital Estadual de Formosa (HEF). Neste caso, a humanização é um diferencial no atendimento de pessoas da terceira idade em situação de adoecimento mental. O local é uma das unidades do Governo de Goiás no Entorno do Distrito Federal.

Acém disso, a importância de discutir o tema é essencial em todas as faixas etárias, incluindo os idosos. Isso porque a depressão entre pessoas desse grupo é um problema significativo, que merece a atenção e ações efetivas. Sendo assim, a conscientização, educação e apoio podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos idosos e reduzir o impacto da doença em suas vidas. Também é crucial que familiares, amigos e a comunidade estejam atentos aos sinais de sofrimento mental e ofereçam apoio às pessoas que estão passando por momentos difíceis.

Tema negligenciado

A depressão em idosos é um tema muitas vezes negligenciado, apesar de sua prevalência e impacto significativos na qualidade de vida desses indivíduos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que a depressão afeta cerca de 7% da população idosa em todo o mundo. Entrentanto, esse número pode ser subestimado, devido à estigmatização em torno da saúde mental e à falta de diagnóstico adequado.

Contudo, vários fatores podem contribuir para o adoecimento mental dos idosos, incluindo o isolamento social, doenças crônicas, perda de entes queridos e mudanças significativas na vida, como a aposentadoria. Além disso, o estigma associado a esse quadro muitas vezes impede que os idosos busquem ajuda, principalmente aqueles que moram sozinho.

Nesse grupo, a depressão normalmente está associada a uma série de consequências negativas, incluindo aumento do risco de doenças cardiovasculares, comprometimento cognitivo e até mesmo maior taxa de suicídio. E ainda afeta a qualidade de vida, tornando as atividades diárias mais desafiadoras e diminuindo a capacidade de desfrutar de momentos simples.

Atendimento humanizado

Ao considerar os fatores acima, a humanização no atendimento desempenha um papel fundamental na melhoria da qualidade de vida e no tratamento eficaz dessa população vulnerável.

Segundo Hellen Santana, enfermeira do pronto-socorro (PS) do hospital:

“A transição de uma vida com autonomia para uma vida que depende do cuidado e assistência do outro, naturalmente já traz um desgaste emocional para o idoso. Muitos deles, infelizmente, não têm o cuidado devido.”

A humanização no atendimento permite também a construção de vínculos emocionais positivos, o que pode aumentar a adesão ao tratamento e melhorar os resultados. Segundo Jussara Vieira, também enfermeira do PS, o principal trabalho, muitas vezes, é acolher o paciente idoso e estabelecer uma conexão com ele.

“Na maioria das vezes, é exatamente isso que ele precisa. Escutar, dar atenção, chamar pelo nome, são coisas simples, mas que fazem diferença para o paciente. Já houve casos em que recebemos pacientes com relato de que não estavam se alimentando e após o atendimento e acolhimento, acabavam cedendo e aceitavam se alimentar. O nosso desafio é esse: manter um olhar humanizado do paciente, enxergando mais do que uma comorbidade, mas vendo a pessoa como um todo”, ressalta a enfermeira.

Preparação da equipe

Lidar com idosos sensibilizados emocionalmente ou que sofrem de depressão envolve uma preparação da equipe, o que inclui estar pronto para acolher de forma humanizada, a sensibilização para o estigma, o desenvolvimento de habilidades de comunicação empática e a compreensão das particularidades do envelhecimento.

“A equipe do pronto-socorro está muito bem orientada e capacitada para fazer esse primeiro acolhimento e identificar essa fragilidade nos idosos. Na sequência, ele é direcionado para o cuidado psicossocial, onde poderá receber o tratamento especializado e a devida assistência. Trabalhamos assim, como uma só equipe, pois nosso objetivo é o bem-estar do paciente”, explica Mayara Rocha, enfermeira coordenadora do PS.

Nesse contexto, as equipes de saúde desempenham um papel crucial ao adotar abordagens humanizadas para acolher e auxiliar os idosos. Ao combinar conhecimento técnico com empatia, respeito e compreensão das necessidades individuais, essas equipes proporcionam conforto e esperança, permitindo que os idosos enfrentem seus desafios com dignidade e qualidade de vida.

Portanto, a abordagem humanizada, como a praticada no HEF, é uma esperança para aqueles que enfrentam o adoecimento mental, iluminando o caminho para uma sociedade mais compreensiva e solidária.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/assistente-social-africana-cuidando-de-uma-mulher-idosa_16137213

27 de outubro de 2023 0 comentário
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Balé para idosos é ótimo para corpo e mente
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Balé para idosos é ótimo para corpo e mente

por Esteticare 6 de outubro de 2023
escrito por Esteticare

Balé para idosos é um exercício completo e vem crescendo o interesse desde 2017

Nos Estados Unidos, a cultura da prática do balé para pessoas da terceira idade já é uma realidade desde 2017. No Studio A, em Los Angeles, uma senhora de 75 anos, Diane Kravif, se posiciona na barra com postura ereta perfeita. Ela usa sapatilhas cor-de-rosa e seu cabelo chanel grisalho está preso com a ajuda de uma faixa. Além disso, ao observar seus movimentos de pile e tendu, é como se ela sempre tivesse dançado balé. Mas, na realidade, Diane só começou a dançar há quatro anos.

Ela diz que sempre é a mais velha, em relação às outras alunas da aula semanal. No início foi difícil aprender a técnica. Porém, hoje, há momentos em que sente que está dançando de verdade. “É surpreendente, algo que jamais imaginei que fosse possível.”

Balé para idosos

Nos últimos anos, o balé para idosos vem ganhando mais adeptos. Apesar de não haver dados sobre o número de alunos de balé de terceira idade, desde 2017 para cá já havia interesse suficiente para que a Royal Academy of Dance – uma das maiores entidades no mundo no treinamento de professores de balé clássico – criasse seu programa Silver Swan, que se propõe a ensinar a dança para pessoas de 55 anos ou mais. Desde então, a academia já certificou mil desses professores, que atuam em 51 países.

Segundo a instituição, o interesse crescente ocorre em um momento em que há uma ampliação no entendimento dos benefícios potenciais do balé, especialmente para o corpo e a mente de pessoas da terceira idade.

Saúde dos idosos a partir do balé

Vários estudos revelam que a partir dos 40 anos, mais ou menos, o equilíbrio se torna uma habilidade vital que está associada à longevidade e qualidade de vida. Em um estudo, 20% das pessoas com mais de 50 anos não conseguiam se equilibrar sobre um pé por mais de 20 segundos. Isso está ligado a um risco duas vezes maior de morte em até dez anos.

Por conta das aulas de balé ressaltar o equilíbrio sobre um pé ou manter a estabilidade enquanto você transfere seu peso de uma posição para outra. “Não conheço muitas disciplinas que treinam os membros inferiores como faz o balé”, afirma Madeleine Hackney, professora da Escola de Medicina da Universidade Emory.

Apesar de a ioga e pilates também treinarem a flexibilidade e fortalecerem o core, o balé oferece uma variedade maior de movimentos. “Saltamos no ar, nos elevamos na ponta dos pés, abaixamos o máximo que podemos”, diz Hackney. “É a gama completa do que o corpo humano é capaz de fazer.”

Benefícios cognitivos

O balé também possui benefícios cognitivos. Um estudo realizado ao longo de 21 anos pelo Instituto Nacional sobre Envelhecimento concluiu que pessoas que dançam algumas vezes por semana têm risco 76% menor de sofrer demência.

“Você precisa lembrar a sequência de passos, precisa se lembrar de como fazê-los e precisa fazê-los”, pontua Hackney. “Você fica cognitivamente envolvido, tentando lembrar tudo isso e coordenar os movimentos com a música.”

Superar o medo

Michael Cornell é fundador da Align, escola de balé para adultos na Califórnia. Ele diz que é difícil persuadir possíveis alunos a entrar no estúdio, pois muitos pensam que o balé só pode ser praticado por quem é jovem e muito magro.

“Temos tentado eliminar essa toxicidade da aula de balé e ser abertos, inclusivos, diversos e dar apoio.” Por exemplo, Cornell orienta os alunos a usar roupas confortáveis, em vez de comprar roupas próprias para balé.

Inclusão

Além disso, ser inclusivo também significa dar abertura a pessoas com diferenças físicas, afirma Ronald Alexander, instrutor na Ailey Extension, em Nova York. “Se você tem lesões, se você tem um problema nos joelhos, nos pés, nos tornozelos, podemos trabalhar com isso.”

Nas aulas de Cornell, se um aluno está com dificuldade em completar uma pirueta inteira ele os incentiva a tentar uma meia pirueta ou um quarto de pirueta. Se isso for difícil demais, ele faz a pessoa se equilibrar sobre uma perna por três segundos.

“O mais difícil foi aceitar o fato de que eu ia falhar uma vez, outra vez, outra e mais outra, que eu ia falhar totalmente na presença de outras pessoas”, conta o ator Joe Seely, 60, de Los Angeles. Ele começou a estudar balé dez anos atrás.

Diane reforça que, independentemente de sua idade, o balé é uma prática que é difícil dominar. Mas ao mesmo tempo ela pode ser libertadora. “Na minha idade, a maioria das coisas que eu faço, faço bem. Sou perfeccionista. Mas fazendo aula de balé como adulta principiante, não sou muito boa e acho que nunca serei.”

Por fim, Howard-Martin diz que a partir do momento em que você se liberta da expectativa de perfeição, o que antes era intimidante no balé pode começar a lhe dar satisfação. “Há uma qualidade meditativa no balé, algo que eu acho que não apreciava quando era criança”, diz Howard-Martin. “Sinto uma paz muito grande quando estou no estúdio dançando, e isso me deixa profundamente feliz.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/vista-frontal-senior-mulher-dancando-no-estudio_58397294

6 de outubro de 2023 0 comentário
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Perdas cognitivas: Voluntariado protege cérebro de idosos
Mente

Perdas cognitivas: Voluntariado protege cérebro de idosos

por Esteticare 12 de setembro de 2023
escrito por Esteticare

Perdas cognitivas, segundo pesquisa, mostra que trabalho voluntário melhora execução de tarefas básicas e contribui para memória

Em julho deste ano, uma pesquisa divulgada durante a Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, em Amsterdã, na Holanda, indicou que o voluntariado protege o cérebro de idosos contra demência e perdas cognitivas.

Perdas cognitivas – estudo

Além disso, o estudo sobre perdas cognitivas, realizado pela Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, mostrou a análise que o estudante de doutorado Yi Lor, em colaboração com a professora da instituição Rachel Whitmer, epidemiologista e PhD, fez sobre os hábitos de 2.476 idosos. Dentre eles, 43% realizavam trabalho voluntário.

A pesquisa evidenciou que o voluntariado estava relacionado a melhores pontuações em ações executivas (como planejamento, organização, interação humana) e em avaliações de memória. O estudo também apontou que pessoas que se envolviam em trabalho voluntário várias vezes na semana apresentavam níveis mais elevados de função executiva.

Outros estudos

Além desta pesquisa mais recente, outros estudos já evidenciaram a importância de os idosos permanecerem ativos visando à preservação da saúde. Para a médica neurologista dos Hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru Gabriella Maria Martins Favero, há muitos benefícios na interação social.

“Atualmente consideramos as habilidades sociais um dos pilares da cognição e o isolamento social em idosos é um dos principais fatores de risco modificáveis para o desenvolvimento de demência. O estímulo a atividades comunitárias, como o voluntariado, é essencial para reduzirmos a incidência de declínio cognitivo com o passar dos anos.”

Time que faz o bem

Nos hospitais, a presença de voluntários modifica o ambiente nos corredores. Um grupo que busca realizar ações positivas para aqueles que estão enfrentando problemas de saúde, como as 362 pessoas que colaboram nos hospitais: Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR). O projeto completa 17 anos em 2023 e teve início no Hospital Universitário Cajuru, que é referência em atendimentos a traumas e opera exclusivamente pelo SUS.

Por fim, para a coordenadora do voluntariado dos hospitais, Nilza Brenny, é com orgulho que esta ação desempenha. Ela, que lidera o projeto desde o início e contempla com gratidão tudo que foi possível vivenciar diz que começou com um ou dois voluntários.

“Hoje somos quase 400. Atuamos com um olhar mais humanizado, procurando compreender a perspectiva do outro. Sinto como se fôssemos parte integrante do coração dos hospitais.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/aproxime-os-voluntarios-trabalhando-juntos_20825635

12 de setembro de 2023 0 comentário
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