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Cuidados paliativos
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Cuidados paliativos: como proceder

por Esteticare 14 de dezembro de 2022
escrito por Esteticare

Cuidados paliativos têm colocado algumas dúvidas em prática nas últimas semanas; entenda o caso

Nos últimos dias, o ex-jogador de futebol Pelé foi manchete em todo o Brasil por conta de seu estado de saúde. No caso, o assunto gira em torno da reavaliação de uma terapia quimioterápica, feita para o tratamento de um câncer diagnosticado em setembro de 2021.

Sendo assim, dias após a internação foi divulgado que Pelé estaria recebendo cuidados paliativos. Portanto, surgiram algumas dúvidas também a respeito desta prática médica e em quais casos ela deve ser recomenda. A seguir, confira na prática do que se trata cuidar de uma pessoa de modo paliativo.

O que são cuidados paliativos?

Em primeiro lugar, a falta de conhecimento ainda é uma das grandes barreiras para a aplicação dos cuidados paliativos no Brasil. Apesar de ter sido reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um tipo de tratamento em 1990, o paliativismo ainda gera muitas dúvidas e certo receio.

Segundo a enfermeira responsável técnica e gestora clínica do Residencial Com-Vivência, Evelise Carvalho, os cuidados paliativos nada mais são do que medidas que visam gerar um conforto maior aos pacientes cujo tratamento não é mais eficaz.

“Esses cuidados são indicados para casos em que não se tem mais cura. Ou seja, são medidas de conforto, que ajudam no manejo da dor. A pessoa recebe toda a atenção necessária, envolvendo desde o carinho da família, até a indicação dos medicamentos e alimentação mais adequada.”

Ou seja, não diz respeito a prolongar ou encurtar a vida do paciente, e sim garantir que ele tenha uma qualidade de vida melhor durante o tempo que lhe resta.

“Se ele está doente, é preciso adotar um olhar diferenciado para o seu quadro. Independente se o indivíduo tem pouco tempo de vida ou não, a gente vai fazer de tudo para que esse período seja suportável e o mais tranquilo possível.”

Por exemplo, no caso do Pelé, um dos cuidados adotado foi a suspensão da quimioterapia. Isso porque a equipe médica entendeu que os efeitos colaterais trazidos eram maiores que os benefícios, sem contar o fato de o corpo da pessoa não apresentar mais chance de cura.

Pessoas jovens

Contudo, a medida também vale para pessoas mais jovens. É o que explica a administradora do Residencial Com-Vivência, Lisa Hilgert:

“Uma pessoa em tratamento de câncer, mesmo sendo jovem, pode receber cuidados paliativos. Existem casos até de crianças, que tiveram câncer por um longo período e mesmo depois do tratamento, não alcançaram um retorno positivo, então decide-se adotar esses cuidados.”

É importante destacar que tal prática médica não está relacionada à idade, mas sim ao quadro clínico do paciente, que inclusive pode estar lúcido e tomar ele mesmo, em conjunto com os profissionais, a decisão de receber esses cuidados. Entretanto, quando este, por algum motivo, não está em condições de decidir, é a família que define o que deve ser feito.

Como são definidos e como funcionam os cuidados

Isso tem a ver com as necessidades que são avaliadas conforme cada caso, assim como o local onde a pessoa deverá receber as medidas. Ela pode ser feita em casa, num hospital ou em outra instituição e depende da estrutura que o quadro clínico do paciente requer.

Além disso, a prática também envolve uma equipe multidisciplinar, que acompanhará o indivíduo. Isso inclui: médicos, enfermeiros, fonoaudiólogos, técnicos de enfermagem, cuidadores e a família, reforçam as profissionais. Vale dizer que tais cuidados estendem-se também às pessoas mais próximas, e é comum que a família passe a ser auxiliada por um psicólogo, especialmente nos casos em que os entes queridos precisam optar pela adoção dos cuidados paliativos, conclui Lisa.

“É importante sim que a família também receba um suporte, porque para eles é muito difícil decidir sobre a vida do outro e às vezes continuar fazendo a vontade da pessoa quando ela não pode mais expressar o seu desejo.”

*Foto: Reprodução

14 de dezembro de 2022 0 comentário
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Musculação para idosos
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Musculação para idosos: atividade é essencial na 3ª idade

por Esteticare 29 de novembro de 2022
escrito por Esteticare

Musculação para idosos garante independência funcional, além de melhorar a capacidade cardiorrespiratória e previne doenças ósseas

A caminhada é uma atividade física de baixo custo, fácil acesso e a mais praticada dentre os idosos. Entretanto, a transição fisiológica do envelhecimento exige algo além da caminhada. Sendo assim, a musculação, cientificamente conhecida como treinamento de força, é um exercício recomendado a todos, mas são os mais velhos quem mais se beneficiam com esta prática. Isso porque ela promove qualidade de vida e independência funcional, e melhora a capacidade cardiorrespiratória e muscular, prevenindo também doenças ósseas.

Musculação para idosos

Além disso, com o avanço da idade ocorrem declínios fisiológicos em alguns sistemas do corpo humano. Tais sistemas tanto podem impedir como limitar a mobilidade do idoso. As doenças que mais acometem o idoso são: Parkinson, artrose e osteoporose, sendo preciso fortalecer a musculatura e melhorar a mobilidade. Idosos acometidos com Parkinson geralmente não praticam exercícios físicos, mas é fundamental o fortalecimento da musculatura para ter uma redução dos sintomas. A artrose é a doença das articulações (juntas), tendo como características principais a dor, o rangido, os estalidos e limitação dos movimentos articulares, sendo os joelhos, coluna, mãos, pés, punhos e quadris as regiões mais comprometidas. Já a osteoporose se caracteriza pela desmineralização óssea. Portanto, quanto menor a mobilidade do idoso maior chance de aparecer essa fragilidade óssea.

Casos reais

Para José Wilson de Figueiredo, procurador federal do INSS de João Pessoa, passava quase oito horas digitando processos e muito tempo sentado por conta da rotina do trabalho. Com isso, desenvolveu dores na região lombar, dores no joelho, osteopenia e uma tendinite no ombro esquerdo, e passou por cirurgia. Após um tempo, a tendinite passou para o outro ombro.

Após consulta com reumatologista, o médico indicou pilates para reverter a inflamação e musculação para fortalecer a musculatura.

Em seguida, o doutorando em Educação Física, especialista em medicina desportiva, Janyeliton Alencar, comenta a evolução de José Wilson após a musculação.

“Depois de alguns meses de tratamento, as dores na lombar, joelho e ombros desapareceram. A limitação no ombro era mais funcional, já que a tendinite impedia alguns movimentos. Ele tinha estalos no joelho e muita dor nessa região. No decorrer do tratamento, Wilson foi ganhando força na musculatura e mobilidade. Hoje em dia, faz exercícios extremamente complexos para uma pessoa de 60 anos, trabalhando suas potencialidades ao máximo.”

Agora ele não sente dores, tem mais disposição e melhorou sua produtividade consideravelmente. Neste caso, Janyeliton Alencar explica os principais fatores que levam o indivíduo a desenvolver artrose.

“Pessoas que trabalham com atividades manuais ou realizam esforço repetitivo, muitas vezes, ficam impossibilitadas de fazer movimentos como a extensão da mão.”

Mineralização dos ossos

Para minimizar os sintomas da osteoporose e evitar sua evolução recomenda-se a prática de exercício físico, especialmente a musculação. O profissional explica que o treinamento de forças vai gerar uma mineralização do osso, fortalecendo o osso, por meio de impactos e torções promovidos pelo exercício.

“A contração muscular em si, já é um estímulo de torção no osso, consequentemente, tornando-o mais forte. Já o sistema muscular apresenta um declínio conhecido como sarcopenia, que é a perda da massa muscular, que vai reduzindo força, flexibilidade e função motora.”

Declínio fisiológico do organismo

Contudo, o principal benefício da musculação na velhice é que ameniza o declínio fisiológico do organismo.

“Muitas pessoas afirmam que a musculação é a fonte da juventude, pois reduz a aparência cronológica do corpo. Além de melhorar a condição física, previne doenças cardiovasculares e estabiliza doenças como osteoporose, artrite, Parkinson, sarcopenia, entre outras.”

Por fim, Janyeliton Alencar releva ser gratificante ouvir de seus alunos que estão recuperando a autonomia nesta fase da vida, após os primeiros meses de acompanhamento personalizado.

*Foto: Reprodução

29 de novembro de 2022 0 comentário
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Dia Nacional do Riso
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Dia Nacional do Riso: rir faz bem para o corpo e a mente

por Esteticare 11 de novembro de 2022
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Dia Nacional do Riso é celebrado todo 6 de novembro, e é um alívio para o estresse, assim como é capaz de reduzir a ansiedade e a depressão, além de fortalecer o sistema imunológico

No último domingo (6), foi comemorado o Dia Nacional do Riso. A expressão facial involuntária que, geralmente é resultado de estímulos externos ou internos, pode trazer diversos benefícios, garantem os especialistas. Por meio de uma boa risada é possível:

  • Aliviar o estresse
  • Diminuir a ansiedade
  • Melhorar a depressão
  • Fortalecer o sistema imunológico e o organismo

Dia Nacional do Riso

Além disso, o Dia Nacional do Riso traz outros benefícios, que auxiliam corpo e mente. É o que explica Bruna Capozzi, psicóloga do Instituto Meraki de saúde mental, de Brasília. Ela também afirma que o riso pode ser usado como tratamento complementar para pessoas que estão internadas há muito tempo, além de auxiliar em casos de depressão.

“A chamada de ‘terapia do riso’, tem como objetivo promover o bem-estar físico e emocional.”

Técnica da década de 1960

A técnica do riso ganhou visibilidade na década de 1960, por meio do médico Hunter Doherty Adams. O americano, que serviu de inspiração para o filme “Patch Adams – O amor é contagioso”, de1998, estrelado pelo ator Robin Williams, mostrou que a felicidade, em conjunto com o tratamento humanizado, é decisiva na recuperação de pacientes hospitalizados.

Exercícios lúdicos

Portanto, tal técnica, segundo Bruna Capozzi, contempla ainda exercícios lúdicos que visam a estimular o riso e que pode ser feito em sessões individuais ou coletivas. Entretanto, a psicóloga lembra ainda que o trabalho não substitui os tratamentos convencionais, com acompanhamento médico e psicológico, mas soma-se a eles.

Terapia do riso

Médicos e psicólogos dizem também que a prática da terapia do riso ajuda a reduzir a pressão arterial. Quando damos risada, há a liberação dos chamados hormônios da felicidade: serotonina, dopamina, adrenalina e endorfina, reforça Bruna.

“Quando a gente gargalha, os vasos sanguíneos de abrem e temos mais sangue circulando. Isso resulta em uma oxigenação melhor dos tecidos e de todo o organismo.”

Por fim, dentre os benefícios do riso, a psicóloga destaca:

  • Proteção contra infartos e doenças coronárias;
  • Melhor oxigenação;
  • Auxílio no tratamento da distimia (conhecida como depressão de longa duração);
  • Auxílio no tratamento da ansiedade.

*Foto: Reprodução

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Principais doenças dos idosos
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Como prevenir principais doenças dos idosos

por Esteticare 18 de outubro de 2022
escrito por Esteticare

Principais doenças dos idosos surgem com a idade e é preciso estar atento; Estatuto do Idoso ajuda a elucidar as precauções

No último dia 1 foi celebrado o Dia do Idoso, data foi escolhida para lembrar do Estatuto do Idoso, por meio da Lei N°10.741, em vigor desde 2004.

Principais doenças dos idosos

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, os idosos representam 14,3% da população brasileira. Em 2030, o número de idosos deve superar o número de crianças e adolescentes entre zero e 14 anos. Já em 2050 a expectativa é que o número de pessoas acima dos 60 anos dobre no mundo inteiro, passando de 900 milhões (2015) para 2 bilhões na metade do século.

Sendo assim, o órgão afirma que as principais doenças dos idosos atualmente são as crônicas não transmissíveis. Além disso, os números indicam que 25,1% dos idosos tem diabetes; 18,7% são obesos; 57,1% tem hipertensão e 66,8% tem excesso de peso. Por isso, é preciso seguir algumas dicas para manter a saúde em dia.

Alimentação equilibrada

O primeiro passo é ter uma alimentação equilibrada e saudável. Com o desgaste dos ossos e células e enfraquecimento dos músculos, é preciso fortalecer o corpo com hábitos saudáveis. Portanto, a alimentação rica em alimentos que garantam isso é fundamental.

Atividade física e boa noite de sono

Contudo, as atividades físicas leves e boas noites de sono são essenciais para a manutenção da musculatura.

Mudança de temperatura

Já a mudança de temperatura também é uma inimiga das pessoas mais velhas. Isso porque as temperaturas baixas do inverno ou altas do verão podem ser prejudiciais. Por outro lado, é importante evitar que idosos fiquem em locais muito fechados, pois correm maior risco de transmissões de doenças. E como seu sistema imunológico já está mais fraco, é possível que doenças comuns, como a gripe, se desenvolvam para coisas graves.

Outras dicas são:

  • Se manter hidratado;
  • Manter a casa limpa e arejada;
  • Não fumar e evitar contato com fumantes;
  • Manter as vacinas em dia.

*Foto: Reprodução

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Idosos de Hortolândia
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Idosos de Hortolândia praticam alinhamento corpo-espírito em parque

por Esteticare 16 de setembro de 2022
escrito por Esteticare

Idosos de Hortolândia contam com atividade gratuita, desempenhada por equipes da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social

Residentes de Hortolândia, com 60 anos ou mais, atendidos pelo CRAS (Centro de Referência e Assistência Social) do Jd. Santa Clara participam semanalmente de uma atividade ao ar livre, gratuita, que visa a trabalhar a integração mente-corpo-espírito.

Idosos de Hortolândia

Além disso, os idosos de Hortolândia podem participar dessas atividades para o corpo, que também são voltadas para todas as idades. A iniciativa é promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social. E ocorre no OAPE (Observatório Ambiental Parque Escola), antigo Parque Creape, que fica na Rua Bolívia, 290, no Jd. Santa Clara do Lago.

Técnicas corporais

A Roda de Movimento Vital Expressivo (MVE), que utiliza técnicas de alinhamento do corpo, coração, mente e espírito, é uma das atividades oferecidas no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). As atividades ocorrem as terças e quartas-feiras, às 8h30. E isso tudo mobiliza quase 60 pessoas por dia. Os interessados em conhecer o MVE podem ir até o OAPE e acompanhar a prática.

Sobre a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social

A Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social é responsável por criar ações de inclusão, proteção e desenvolvimento social por meio de ações que transformem a população de baixa renda em protagonistas sociais. Sendo assim, é papel da secretaria criar ferramentas para qualificação profissional, geração de renda e desenvolvimento pessoal, além de garantir atendimento assistencial básico para famílias em vulnerabilidade social.

Mas, em relação à terceira idade de Hortolândia, nesta iniciativa, a secretária adjunta de Inclusão e Desenvolvimento Social, Roberta Diniz, ressalta:

“São encontros prazerosos que contribuem com o percurso da valorização da pessoa idosa. Os usuários demonstram interesse ao realizar as atividades, fortalecendo a cooperação, convivência e socialização entre eles, mediante a troca de experiências.”

*Foto: Reprodução

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Composição corporal de idosos com Alzheimer
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Composição corporal de idosos com Alzheimer: conheça pesquisa da UFSCar

por Esteticare 30 de agosto de 2022
escrito por Esteticare

Composição corporal de idosos com Alzheimer terá estudo que avalia influência da densidade óssea, gordura visceral e massa muscular em paciente com a doença no Brasil

Uma pesquisa de pós-doutorado, desenvolvida no Laboratório de Análise da Função Articular (LaFar) do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem como objetivo analisar a composição corporal de idosos com doença Alzheimer, isso inclui: densidade mineral óssea, massa muscular e gordura. Além disso, o estudo convida voluntários que tenham doença de Alzheimer para avaliação gratuita no LaFar. A pesquisa é feita por Natália Oiring de Castro Cezar, docente do Departamento de Gerontologia (DGero) da UFSCar, e tem a participação de docentes do DGero e do DFisio e de alunos dos cursos de Fisioterapia e Gerontologia da Instituição.

Composição corporal de idosos com Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma demência, que pode ser definida como uma doença degenerativa. Ou seja, é um processo progressivo de perda das funções cerebrais, como memória, linguagem, atenção, capacidade de planejamento e alterações comportamentais. Tal síndrome representa um declínio do estado geral de uma pessoa e isso influencia seu desempenho nas atividades de vida diária, como: autocuidado, continência, transferências e alimentação. Segundo a pesquisadora da UFSCar, a estimativa é que, no Brasil, existam 1,2 milhão casos de DA. No mundo, quase 35,6 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer.

Estudos recentes

Contudo, de acordo com Oiring, estudos mais recentes sobre o tema apontam uma correlação entre o desenvolvimento do Alzheimer, o acúmulo de gordura visceral e a osteosarcopenia – junção de osteoporose (baixa densidade mineral óssea) e sarcopenia (perda de massa muscular devido ao envelhecimento).

“Isso indica que idosos com pior qualidade do osso, menos músculo e acúmulo de gordura na região dos órgãos parecem ser mais propensos à doença de Alzheimer ou à piora dela.”

E também ressaltou:

“Meu estudo pretende reforçar essa relação e constatar este fato no Brasil, visto que todos os demais estudos são da América do Norte e Europa.”

Fator de risco

Em contrapartida, a professora pondera que  a presença desses três componentes – baixa densidade mineral óssea, gordura visceral e perda de massa muscular do corpo – é fator de risco e não a causa da DA.

“Logo, a preservação destas variáveis apenas diminuem a probabilidade, além da possível melhora do curso clínico da doença uma vez já instalada.”

Mais idosos com osteosarcopenia e acúmulo de gordura

Todavia, Piting disse ainda que esperam encontrar mais idosos com osteosarcopenia e acúmulo de gordura nos grupos com doença de Alzheimer, quando comparado com os idosos preservados cognitivamente:

“Essa piora vai ser mais intensa conforme a gravidade da doença de Alzheimer. Essas reduções não estão apenas relacionadas com nível de atividade física diminuída nessa população, mas sim à fisiopatologia da doença de Alzheimer.”

Além disso, a pesquisadora explica que as informações encontradas no estudo serão capazes de subsidiar essa relação incerta atualmente entre a doença de Alzheimer, acúmulo de gordura visceral e sarcopenia.

“É esperado que esse estudo contribua com a prática clínica dos profissionais de saúde e na elaboração de intervenções e medidas preventivas apropriadas, além da clareza da importância de avaliação de sarcopenia, densidade mineral óssea e de acúmulo de gordura.”

Voluntários

O estudo já avaliou idosos preservados cognitivamente (sem a demência) e, na etapa atual, está recrutando e avaliando voluntários, homens ou mulheres, com 65 anos ou mais, que tenham doença de Alzheimer, leve ou moderada.

Testes

Por fim, os participantes passarão por testes clínicos, cognitivos, avaliação física e de composição corporal, que serão feitos em visita única ao LaFar da UFSCar, com duração média de uma hora. Vale lembrar que os participantes precisam estar em jejum de quatro horas e não podem ter implantes metálicos e outras doenças neurológicas, além da doença de Alzheimer.

Serviço

Pessoas interessadas em participar do estudo devem entrar em contato pelo e-mail [email protected]  ou pelo celular (16) 99623-6507 e fazer o agendamento com Eduarda Senni, estudante de Gerontologia que integra a equipe de pesquisa.

*Foto: Reprodução

30 de agosto de 2022 0 comentário
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Bolsa do Povo SP
Corpo

Bolsa do Povo SP: idosos receberão benefício para atividade física

por Esteticare 5 de agosto de 2022
escrito por Esteticare

Bolsa do Povo SP reúne várias ações sociais que inclui agora o VidAtiva, com pagamento mensal para pessoas da terceira idade praticarem exercícios regularmente

O governo estadual segue com a proposta de integrar novos benefícios ao Bolsa do Povo SP. O programa que reúne várias ações sociais, inclui agora o VidAtiva, com pagamento mensal para pessoas da terceira idade praticarem exercícios regularmente.

Bolsa do Povo SP para idosos

Além disso, não basta estar nesta faixa etária para receber o benefício Bolsa do Povo SP, é necessário também ter renda familiar de até três salários mínimos (R$ 3.636,00). O programa VidAtiva possui coordenação da Secretaria Estadual de Esportes de São Paulo.

Os aprovados terão direito a um cartão magnético ligado ao pagamento de academias e clubes com atividades específicas. O valor pré-pago é de até R$ 100 por mês para pagamento nos estabelecimentos credenciados. A validade do benefício é de um ano, mas pode ser prorrogado.

Frequência mínima de 75%

Contudo, segundo o Governo de São Paulo, o beneficiado deve comprovar frequência mínima de 75% da carga horária mensal das atividades em que estiver matriculado para poder continuar a receber o recurso. Já as atividades deverão acontecer três por semana, com duração mínima de 1 hora por sessão.

Atividades oferecidas

De acordo com a Resolução que regulamenta o programa, por meio do VidAtiva, serão oferecidas as seguintes atividades: Natação, Hidroginástica, Tai Chi Chuan, Yoga, Musculação, Pilates, Ginástica, Alongamento, Vôlei Adaptado, Caminhadas Orientadas, Dança Circular, Dança de Salão, Malha, Bocha e Treinamento funcional voltado para Idosos.

Cadastro e inscrição no VidAtiva

Neste momento, o programa está em fase de recebimento de inscrição das academias que possuem interesse em se credenciar para participar. Os estabelecimentos podem se cadastrar por meio do site do Bolsa do Povo. Mas, será preciso enviar a seguinte documentação do estabelecimento:

  • Cartão do CNPJ;
  • Contrato Social ou Estatuto Social;
  • Cópia do documento de identificação do responsável legal;
  • Endereço completo, site, e-mail e contato telefônico;
  • Fotos do estabelecimento e/ou local onde serão realizadas as atividades pré-selecionadas;
  • Demonstrar que há estrutura para atender os beneficiários.

Já o cadastro para beneficiários deve ser aberto pelo governo estadual nos próximos meses. Em caso de dúvidas, basta enviar um e-mail.

Requisitos para beneficiários do VidAtiva

  • maior de 60 anos;
  • possuir renda econômica familiar de até 3 salários mínimos;
  • residir na cidade onde o Programa acontece;
  • não ser proprietário, titular de aquisição, herdeiro, legatário ou usufrutuário de bens móveis, imóveis ou direitos, cujos valores ultrapassem a quantia equivalente a 5.000 UFESPs;
  • não possuir recursos financeiros em aplicações ou investimentos em valor superior a 12 salários mínimos.

*Foto: Reprodução

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Ficar numa perna só
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Ficar numa perna só: teste indica se uma pessoa corre maior risco de morte

por Esteticare 22 de julho de 2022
escrito por Esteticare

Ficar numa perna só, segundo estudo de cientistas brasileiros, em caso de falta de equilíbrio, o risco de morte é quatro vezes maior

Conseguir se equilibrar em uma perna só pode ser um indicador de vida mais longa. Porém, pessoas acima de 50 anos que não conseguem se manter assim, por pelo menos 10 segundos, podem ter um risco de morte em até sete anos quatro vezes maior do que aqueles que mantêm o corpo em equilíbrio. Você está nessa faixa etária? Pode fazer o teste. Ele pode ser feito em casa. Mas, é importante ter um apoio em caso de desequilíbrio.

Pesquisa sobre ficar numa perna só

O teste de ficar numa perna só faz parte da conclusão de um estudo publicado mês passado, no British Journal of Sports Medicine (BJSM). O periódico é um dos mais importantes do mundo e contou com a participação de pesquisadores brasileiros.

Além disso, a pesquisa analisou 1.702 pessoas entre 51 e 75 anos entre 2009 e 2020. O objetivo foi buscar relações entre testes de aptidão física e problemas de saúde e morte.

Como realizar o teste

O teste é bem simples. Basta se manter numa perna, com o pé levemente erguido por trás da outra, por dez segundos, sem apoio. Porém, os braços devem ficar junto ao corpo. O estudo indica que quem não conseguir se manter em equilíbrio nessa posição há um risco de morte maior do que ser cardíaco ou hipertenso, por exemplo. É o que explica o autor principal do estudo, o médico Claudio Gil Soares de Araújo.  E isso vale para qualquer idade e gênero. É o que diz o especialista que é diretor de pesquisa e educação da Clinimex (Clínica de Medicina do Exercício):

“É um risco muito maior do que ter diagnóstico de doença coronariana, ser obeso, hipertenso ou ser dislipidêmico. Por isso é prioridade que o médico avalie também a capacidade de ficar em uma perna só.”

Testes nos exames rotineiros de idosos

Contudo, pelo fato de os resultados serem tão claros, os pesquisadores recomendam a inclusão do teste de equilíbrio nos exames de rotina de idosos. Sendo assim, o teste foi incorporado ao protocolo de avaliação na Clinimex em 2008. A partir daí foram avaliadas mais de 4 mil pessoas de seis a 102 anos de idade.

Até os 50 anos de idade

Todavia, até os 50 anos de idade, a maioria das pessoas consegue se equilibrar com facilidade. A partir dessa idade, o equilíbrio, que é um dos componentes da aptidão física, começa a se perder. É o que ocorre a partir dos 70 anos com mais de metade das pessoas que já não consegue se equilibrar direito. Além do risco de queda, a perda de equilíbrio já foi associada por outras pesquisas a risco aumentado de derrame e demência.

Quedas

Os pesquisadores sugerem que pessoas com problemas de equilíbrio estão mais sujeitas a quedas. Além disso, as fraturas por quedas correspondem a 70% das mortes acidentais em pessoas com mais de 75 anos.

Entretanto, a limitação pode ser revertida. Neste caso, Claudio recomenda que exercícios diários, como o próprio ato de se equilibrar numa perna em séries de dez segundos ou escovar os dentes com uma perna levantada, podem ajudar a manter o equilíbrio. Porém, ele alerta para a necessidade de um suporte ou alguém por perto em caso de desequilíbrio.

Resultados observacionais

Por fim, os resultados são observacionais. Ou seja, o estudo não determina a razão para a perda de equilíbrio aumentar o risco de morte. Isso porque fatores que podem influir no equilíbrio, como quedas recentes, regularidade da atividade física, tabagismo e uso de medicamentos não foram avaliados na pesquisa.

*Foto: Reprodução/Clinimex

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Memória muscular
Corpo

Memória muscular: como o corpo registra benefícios do exercício

por Esteticare 16 de junho de 2022
escrito por Esteticare

Memória muscular, segundo estudo, está associada a treinos que respondem mais rapidamente à atividade física

Segundo os fisiologistas Turibio Barros e Gerseli Angeli, por meio de um novo estudo, comprovam que músculos previamente submetidos a treino respondem mais rapidamente à atividade física.

Memória muscular – corpo registra

Além disso, as adaptações que a prática dos exercícios físicos proporciona em nosso corpo são realmente benéficas. Tanto é que cada vez mais os resultados de estudos científicos comprovam que nosso corpo foi feito para ser ativo. Ninguém questiona que o ser humano sempre dependeu de ser ativo para sobreviver. Já o sedentarismo surgiu e tende a se acentuar quando o desenvolvimento tecnológico proporciona o uso daquilo que chamamos de “confortos da vida moderna”. Ou seja, ele substitui atividades que dependiam de gasto energético por recursos automatizados nas mais diferentes situações cotidianas.

Opinião dos cientistas sobre a memória muscular

Sendo assim, a ideia de que há um benefício adquirido pela prática de exercícios em alguma fase da vida que possa ser resgatado posteriormente sempre foi uma hipótese que precisava ser comprovada. E foi assim que os cientistas do exercício denominaram este mecanismo de “memória muscular” e sua comprovação depende de avanços e evolução tecnológica na área da genética.

Tecnologia

Cada vez mais a tecnologia auxilia cientistas. Neste caso, os belgas publicaram um estudo que comprova a existência da memória muscular.

A conclusão do estudo afirma que músculos previamente submetidos a treinamento respondem melhor e mais rapidamente ao treino do que aqueles que nunca foram treinados. Tal mecanismo de memória fica “guardado” nos genes das nossas células musculares, e se manifesta tanto em indivíduos jovens como em idosos.

Células de outros órgãos

Por fim, ainda há a hipótese de que este mecanismo possa existir também em células de outros órgãos. Portanto, neste caso, resgatariam adaptações favoráveis adquiridas em treinamento prévio. E se constatou que quando realizamos exercícios, de algum modo nosso corpo “guarda” benefícios para o resto da vida.

*Foto: Unsplash

16 de junho de 2022 0 comentário
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Corpo encolhe na velhice
Corpo

Por que o corpo encolhe na velhice?

por Esteticare 19 de maio de 2022
escrito por Esteticare

Corpo encolhe na velhice, assim como em outras faixas etárias, pelo fato de nossa altura diminuir até 2 mm ao longo do dia, por conta da gravidade

É bastante comum as pessoas se perguntarem por que o corpo encolhe na velhice. Prova disso é que as mulheres encolhem 5 cm aos 70 anos. Já os homens diminuem até 3,8 cm. Além disso, diversas mudanças no corpo explicam a redução de tamanho ao longo do tempo.

Corpo encolhe na velhice

O corpo envelhece na velhice também por conta do efeito da gravidade. Neste caso, nossa altura diminui até 2 mm ao longo do dia, por causa da gravidade. Sendo assim, durante o sono, hormônios como o GH, do crescimento, recuperam essa perda.

Porém, com o tempo, essa regeneração enfraquece. E a mulher encolhe mais ainda pelo de ter menos testosterona, hormônio ligado à manutenção da massa muscular.

Os discos

Em relação aos discos, eles são estruturas de cartilagem fibrosa, que compõem 25% da coluna vertebral. Eles servem para absorver impactos e reduzir o atrito entre as vértebras. Porém, ao longo do dia, perdem líquido e se achatam.

Os ossos

No caso dos ossos, o causador da diminuição da coluna vertebral é o desgaste das próprias vértebras. Com o tempo, a parte superior desses ossos sofre alteração na densidade. Ou seja, eles ficam mais moles. E a pessoa, mais baixa.

Pés chatos

Por outro lado, lá embaixo, os ossos que nos sustentam são curvados. Porém, eles se achatam com o tempo, assim como os discos. E até mesmo quem tem pés chatos já na juventude sofre essas consequências na velhice, mesmo que em menor escala.

Músculos

Por fim, perdemos massa muscular com o avançar da idade, o que dificulta uma postura correta (especialmente no abdômen, que ajuda a deixar as costas retas). Isso acontece porque há um declínio natural nos níveis de hormônios anabólicos, que produzem nutrientes para armazenar energia e gerar tecidos. Tal desequilíbrio faz com que outro tipo de hormônio, os catabólicos, passem a enfraquecer nossos tecidos. E, assim, ficamos corcundas.

*Foto: Unsplash

19 de maio de 2022 0 comentário
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