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Novo PAC Saúde: Mais de 13,4 milhões de pessoas estão na Rede de Saúde Mental do SUS
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Novo PAC Saúde: Mais de 13,4 milhões de pessoas estão na Rede de Saúde Mental do SUS

por Esteticare 5 de abril de 2024
escrito por Esteticare

Novo PAC Saúde envolve a construção de 150 novos Caps com investimento de R$ 339 milhões; todas as regiões do país foram contempladas

O novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) vai construir 150 novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) em cidades de todas as regiões do país. Essa ampliação inclui 13,4 milhões de pessoas na Rede de Saúde Mental do Sistema Único de Saúde (SUS). A meta inicial do programa e a da construção de 75 novos Caps. Tal índice foi dobrado diante do grande número de pedidos – 1.429 propostas de 1.148 municípios. O investimento total é de R$ 339 milhões e os valores unitários variam entre R$ 2,1 e R$ 2,6 milhões, de acordo com o tipo de Caps.

Novo PAC Saúde

Os critérios de seleção para o Novo PAC Saúde foram:

  • prioridade para vazio assistencial absoluto (municípios sem Caps);
  • locais com menor taxa de cobertura;
  • propostas de Caps de funcionamento 24h (acolhimento noturno) e de Caps Infanto-Juvenil;
  • e localidades com maior vulnerabilidade socioeconômica.

Função os Caps

Os Caps atendem pessoas de todas as faixas etárias que apresentam sofrimento mental grave e persistente, incluindo aqueles relacionados ao uso de álcool e outras drogas.

Sobre isso, a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, diz que a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes, e os números apresentados na pesquisa sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.

Propostas habilitadas não selecionadas

São chamadas propostas habilitadas aqueles projetos que preencheram todos os pré-requisitos do Novo PAC Saúde, passaram por todas as etapas de triagem, mas não foram selecionadas. Na modalidade Caps há 704 propostas que se encaixam nesta categoria e que poderão ser executadas via emendas parlamentares. Um guia prático para a aplicação de emendas do PAC Seleções está disponível on-line.

Para mais detalhes sobre o resultado do Novo PAC Seleções – eixo Saúde, acesse a página especial.

Saúde mental como ação prioritária

Desde 2023, o fortalecimento da política de saúde mental tem sido uma das ações prioritárias do Ministério da Saúde. Com investimento de mais de R$ 200 milhões, a pasta ampliou o orçamento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps). A iniciativa busca elevar a assistência na rede de saúde mental no SUS em todo Brasil. Ao todo, o recurso destinado para todos os estados será de R$ 414 milhões no período de um ano. Com os novos valores, o aumento do orçamento da rede chega a 27%.

Além disso, após seis anos sem atualizações, foram duplicados os recursos para custear os serviços das unidades de acolhimento a pessoas e familiares em situação de abandono, ameaça ou violação de direitos. Com os novos valores, o custeio mensal para a assistência a adultos passou de R$ 25 mil para R$ 50 mil e para o acolhimento infanto-juvenil subiu de R$ 30 mil para R$ 60 mil.

72 unidades de acolhimento habilitadas

O Brasil possui 72 unidades de acolhimento habilitadas, cujo acesso ocorre via Caps. Os espaços oferecem acolhimento protetivo por até seis meses, a depender do projeto terapêutico. Do total, 26 são para atendimento infanto-juvenil: dos 10 anos de idade até os 18 incompletos. As outras 46 unidades são destinadas a adultos.

Por fim, outra ação de destaque foi a realização, em dezembro, da 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental Domingos Sávio. O evento marcou a retomada do diálogo participativo para o tema, após hiato de 13 anos. Participaram cerca de 4 mil pessoas, entre delegadas e delegados eleitos na etapa estadual e do Distrito Federal; pessoas eleitas em conferências livres nacionais; e convidados.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/ginecologista-avaliando-a-gravidez-com-paciente_24749450.htm#fromView=search&page=1&position=15&uuid=272b0a1e-ec1a-437b-995e-2213f6e0070d

5 de abril de 2024 0 comentário
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Atendimento de autismo em adultos: Hospital de Saúde Mental inaugura ambulatório especializado
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Atendimento de autismo em adultos: Hospital de Saúde Mental inaugura ambulatório especializado

por Esteticare 15 de março de 2024
escrito por Esteticare

Atendimento de autismo em adultos começou a funcionar em fevereiro no HSM

Desde fevereiro, o Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (HSM), equipamento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), oferece um novo tipo de serviço: um ambulatório focado exclusivamente no atendimento de autistas adultos. “À medida que a compreensão do autismo evolui, surge a necessidade de serviços especializados para pessoas com o transtorno. Essas instalações preenchem uma lacuna na prestação de cuidados, permitindo uma vida mais independente e gratificante para os pacientes”, explica o coordenador do Serviço Ambulatorial do HSM, Wesley Ramos.

Já a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato ressalta que buscar ajuda em caso de questões relacionadas à saúde mental é um passo fundamental para o bem-estar e a recuperação.

Atendimento de autismo em adultos

O ambulatório para atendimento de autismo em adultos já começou. O primeiro paciente atendido foi o auxiliar de produção L.E.S, de 34 anos, que foi encaminhado para o serviço especializado. “Eu busquei o atendimento quando senti muita dificuldade de aprendizagem no curso técnico que estou fazendo, além de baixa memorização e dificuldade de socialização. Aqui no hospital foi confirmado o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) e venho recebendo acompanhamento especializado com psiquiatra e psicólogo. Já sinto uma melhora em vários aspectos da minha vida. Acredito que vou conseguir viver com mais qualidade de vida com esse acompanhamento”, declara.

Com profissionais especializados em autismo, incluindo psicólogos e psiquiatras, o ambulatório é pioneiro no estado do Ceará, em nível hospitalar, e tem como principal objetivo acompanhar o paciente com o transtorno. “A intenção do ambulatório é dar o diagnóstico correto e fazer o acompanhamento do paciente junto a um grupo terapêutico para treinamento de habilidades sociais. Vamos acompanhar o paciente durante um ano e depois encaminhá-lo para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Durante esse processo, as comorbidades que os pacientes apresentarem também serão tratadas”, esclarece a psiquiatra Denise Evangelista.

Os especialistas explicam que o ambulatório de autismo para adultos do HSM surge com uma proposta fundamental na oferta de serviços adaptados às necessidades específicas dessa população. A partir desse atendimento, os pacientes terão a oportunidade de melhorar a qualidade das relações sociais, lidando melhor com seus pares e compreendendo situações que possam causar ansiedade ou tristeza por não sentirem pertencentes ao meio.

“Quando fazemos o diagnóstico na pessoa adulta, buscamos intervir nas situações que estejam causando prejuízos na vida dela. Não há um diagnóstico se não há prejuízo. Se a pessoa vem buscar um diagnóstico é porque houve algo negativo na vida dela de alguma forma. Então, a gente quer contribuir com uma melhora na qualidade de vida desse paciente”, diz a psiquiatra.

Treino de habilidades sociais

O acompanhamento realizado no ambulatório é permeado pelo treino das habilidades sociais, por meio de grupos terapêuticos com simulações realísticas. “Teremos um grupo fechado com as pessoas que têm mais disponibilidade de frequência e um grupo aberto para os novos pacientes. O atendimento psicológico também inclui intervenções individuais para aliviar ansiedade, tratar as questões existenciais, auxiliar na orientação vocacional, entre outras demandas que possam surgir durante o processo”, frisa Wesley.

Quem pode ser atendido no ambulatório

Para ter acesso ao ambulatório de autismo para adultos é necessário ser maior de 18 anos, não ter recebido previamente o diagnóstico de autismo e ser encaminhado por algum serviço de saúde.

Crianças e adolescentes com autismo também são assistidos no HSM

Contudo, crianças e adolescentes também podem receber o diagnóstico do transtorno do espectro autista (TEA) no HSM. O atendimento é realizado no Núcleo de Atenção à Infância e Adolescência (Naia) do HSM, que além de fornecer o diagnóstico, oferece acompanhamento ao paciente e orientação aos familiares.

Atualmente, o Naia cuida de aproximadamente 80 crianças e adolescentes, com idades entre quatro e 16 anos, diagnosticados com o transtorno. Em agosto de 2023, o serviço foi ampliado com a inauguração do Núcleo de Atenção ao TEA na Primeira Infância (Natep), ambulatório do Naia, criado com o objetivo de atender à grande demanda de crianças menores de seis anos com suspeita de autismo.

O acesso é via Central Estadual de Regulação, através das unidades básicas de saúde e de Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/feche-as-pessoas-fazendo-quebra-cabecas-juntas_12892295.htm#fromView=search&page=1&position=30&uuid=46d10fd3-b198-445e-a8ea-ac1e3055e9b9

15 de março de 2024 0 comentário
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Saúde mental brasileira: Como está o cenário atualmente?
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Saúde mental brasileira: Como está o cenário atualmente?

por Esteticare 27 de fevereiro de 2024
escrito por Esteticare

Saúde mental brasileira, segundo pesquisas, há um crescimento nos atendimentos, o que gera diversos impactos e preocupação da sociedade com o tema

O pós-pandemia, aliado a fatores como o uso desenfreado de redes sociais, economia, solidão, estresse e violência, deflagrou uma crise de saúde mental de maneira global. Portanto, casos de depressão, ansiedade e síndrome de Burnout têm crescido cada vez mais. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente um bilhão de pessoas no mundo – uma em cada oito – apresentam pelo menos um problema relacionado à saúde mental.

Além disso, uma pesquisa do Instituto Ipsos revela que 52% dos brasileiros estão preocupados com a saúde mental, sendo a principal preocupação de saúde entre os entrevistados. Segundo a técnica de estratégia da saúde da família no SUS, Nathalia Belletato, os números apresentados na pesquisa são alarmantes.

Saúde mental brasileira

Os transtornos mentais são a principal causa de incapacidade, além do impacto que as doenças geram na expectativa de vida: pessoas com condições graves de saúde mental vão a óbito em média 10 a 20 anos mais cedo do que a população em geral, especialmente devido a doenças físicas evitáveis.

Saúde mental brasileira

Contudo, conforme levantamento da consultoria Alvarez & Marsal, há um crescimento anual de 12% a 15% nos últimos quatro anos em atendimentos da saúde mental brasileira. Além disso, o país tem o 3º pior índice de saúde mental do mundo, conforme dados do relatório global anual “Estado Mental do Mundo 2022”. No primeiro semestre de 2023, em comparação com o mesmo período de 2022, houve um aumento de 37% na aquisição de antidepressivos, segundo mapeamento da Vidalink em 250 empresas.

Impactos dos transtornos mentais na sociedade

Para Walter Ferreira de Oliveira, professor titular do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), líder do Grupo de Pesquisas em Políticas de Saúde / Saúde Mental (GPPS) e fundador da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), o custo dos transtornos mentais pode ser sentido em várias esferas: sociais, biológicos, financeiros e emocionais. Seus impactos podem ser observados, por exemplo:

Economia: os transtornos podem depreciar a produtividade e o desempenho no trabalho e gerar custos crescentes nos sistemas de saúde e na assistência social;

Sociedade: afetam relacionamentos interpessoais, impactam na inclusão social e podem resultar em discriminação, isolamento e violação dos direitos humanos. E ainda contribuem para um aumento nos índices de violência, abuso e suicídio (estudo realizado pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com pesquisadores de Harvard, aponta que a taxa de suicídio entre jovens cresceu 6% ao ano no Brasil entre os anos de 2011 e 2022).

Individualidade: os transtornos mentais contribuem para reduzir a qualidade de vida de uma pessoa, afetando sua autoestima e confiança, e aumentando o risco de doenças físicas, como doenças cardiovasculares, diabetes e infecções.

Dados da Conexa Saúde

O Relatório de Dados de Saúde Mental de 2022, elaborado pela Conexa Saúde, em parceria com a Eurofarma, indica aceleração do adoecimento da população do país. Os dados foram retirados da plataforma Psicologia Viva, uma das marcas da Conexa, entre julho de 2021 a junho de 2022. Em julho de 2021, havia pouco mais de 140 mil novos registros de usuários. Em junho de 2022, esse número saltou para mais de 184 mil.

Impactos no trabalho

Além dos impactos no sistema de saúde, é preciso destacar ainda o potencial prejuízo dos transtornos mentais no ambiente de trabalho, com fortes impactos na economia.

A perda de produtividade como resultado de dois dos transtornos mentais mais comuns, ansiedade e depressão, custa à economia global cerca de US$ 1 trilhão por ano. Em 2030, esse valor deve estar próximo a US$ 6 trilhões, segundo artigo publicado na revista The Lancet sobre saúde mental.

Segundo uma pesquisa global realizada pela Sodexo com 5.595 profissionais que atuam em empresas de diferentes setores, em seis países, o nível de bem-estar mental é médio ou ruim para 27% dos colaboradores, sendo o trabalho apontado como o principal motivo (80% dos casos) diretamente ligado ao estresse (39%). Quando a saúde física é ruim (10%), o trabalho também é a causa (75% dos casos) devido à falta de tempo para se exercitar (42%) e preparar alimentos saudáveis (21%).

A relevância do tema tem feito com que os profissionais cogitem uma mudança de emprego para conseguirem um ambiente de trabalho mais saudável. Segundo uma pesquisa realizada com 500 profissionais brasileiros pela plataforma Onlinecurriculo para entender a relação dos trabalhadores entre o espaço de trabalho e sua saúde mental, 56% dos profissionais disseram não pretender permanecer em ambientes de trabalho que não sejam saudáveis; 4% cogitariam permanecer no emprego pelo bom salário.

O que pode ser feito?

Por fim, segundo Walter, as ações que vêm sendo tomadas para tratar o tema não são suficientes. “Na verdade, são mínimas, embora seja importante destacar que, no campo da saúde mental, temos visto avanços.” Em 2022, por exemplo, o Governo Federal lançou iniciativas e estratégias – que fazem parte da Política Nacional de Saúde Mental – para expandir as ações e cuidar da saúde mental dos brasileiros pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as ações estão a Linha Vida (196), teleconsultas para o enfrentamento dos impactos causados pela pandemia da Covid-19 e as Linhas de Cuidado para organizar o atendimento de pacientes com ansiedade e depressão.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-ansiosa-sentada-na-vista-lateral-do-sofa_27830418.htm#fromView=search&page=1&position=30&uuid=75f6c7db-a2e7-4a9f-8dea-3d589e43852e

27 de fevereiro de 2024 0 comentário
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Ações de saúde mental no SUS: Projetos de lei buscam ampliação
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Ações de saúde mental no SUS: Projetos de lei buscam ampliação

por Esteticare 13 de fevereiro de 2024
escrito por Esteticare

Ações de saúde mental no SUS envolve o cuidado com crianças, adolescentes e profissionais da saúde por meio de políticas públicas

Projetos buscam fomentar políticas públicas de saúde mental para crianças, adolescentes e profissionais da saúde. O post Projetos de lei buscam ampliar ações de saúde mental no SUS apareceu primeiro em AlmaPreta.

Agora, tramita no Senado dois projetos de lei que buscam criar políticas públicas de saúde mental para crianças, adolescentes e profissionais da saúde.

Segundo a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, “a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral de nossos pacientes”, e os números apresentados no novo relatório da OPAS sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.

Ações de saúde mental no SUS

Já em relação às ações de saúde mental no SUS, o primeiro projeto é o PL 4.748/2023, do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), e determina princípios e objetivos que guiarão a implementação de políticas públicas para os profissionais de saúde.

O texto do parlamentar propõe a implementação de “políticas de diversidade e inclusão, que combatam o estigma e o preconceito”.

Em um trecho da justificativa do PL fica ressaltado que “são cada vez mais volumosos os dados na literatura acerca da maior prevalência de problemas de saúde mental entre os profissionais de saúde, especialmente quando se compara com as demais categorias profissionais”.

Por sua vez, o segundo projeto de lei é voltado às crianças e adolescentes, buscando assegurar o acesso aos programas de saúde mental pelo SUS, para tratamento e prevenção de transtornos mentais. 

Formação especializada dos profissionais

Por fim, o PL 4.928/2023, da Senadora Damares Alves (REPUBLICANOS -DF) fomentará a formação especializada dos profissionais, para serem capacitados a lidar de maneira específica com crianças e adolescentes.

A proposta legislativa também prevê gratuidade em remédios para beneficiários de programas sociais e inscritos no Cadastro Único.

O post Projetos de lei buscam ampliar ações de saúde mental no SUS apareceu primeiro em AlmaPreta.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/acompanhamento-durante-o-processo-de-aborto_31260246.htm#query=sa%C3%BAde%20mental%20tratar&position=6&from_view=search&track=ais&uuid=7bad8d8e-fcda-4fdd-bcf1-56f27f5f6a31

13 de fevereiro de 2024 0 comentário
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Pacientes com ansiedade: Em 5 anos, número aumentou 200% no SUS
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Pacientes com ansiedade: Em 5 anos, número aumentou 200% no SUS

por Esteticare 26 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

Pacientes com ansiedade, segundo psicóloga, este número revela uma piora da saúde mental, mesmo que já haja autocuidado da população, por exemplo

Durante a pandemia de Covid-19, um dos principais assuntos — além das vacinas e dos sintomas causados pelo coronavírus — foi a saúde mental. Por conta das restrições de circulação adotadas para evitar a propagação do vírus vieram à tona a importância de prestar atenção no que ocorre dentro da cabeça.

De acordo com Nathalia Belletato, técnica de estratégia da saúde da família no SUS, “a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral de nossos pacientes, e os números apresentados na pesquisa sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes”.

Pacientes com ansiedade

Mesmo com a volta da população à “vida normal”, o assunto permanece relevante. Dados do Ministério da Saúde revelam que o número de pacientes com ansiedade generalizada aumentou mais de 200% na rede pública desde o ano anterior à pandemia. Em 2019, 71.293 pessoas procuraram atendimento com o quadro ansioso e, em 2023, o número saltou para 274.682.

Além disso, os casos de depressão aumentaram 34% no mesmo período. Já o transtorno de pânico teve alta de 93%, de acordo com o órgão.

Explicações

Para a psicóloga Carmela Silvana da Silveira, da Santa Casa de São José dos Campos, o aumento de casos tem duas explicações: por um lado, a população está de fato com mais problemas emocionais, porém, os números também revelam que as pessoas estão procurando ajuda.

Ela indica ainda que as restrições da pandemia, a falta de convívio social, o medo despertado pela doença, preocupações financeiras e o luto pela morte de pessoas queridas prejudicaram a saúde mental dos brasileiros nos últimos anos.

Segundo ela, todos os problemas merecem atenção. Os transtornos podem evoluir não só para desequilíbrio mental profundo, como também para impactos físicos. Por sua vez, o transtorno de pânico, por exemplo, pode ter sudorese e taquicardia como consequência.

“A resistência ao atendimento psicológico tem diminuído. Aquela coisa de dizer que é apenas frescura já não é tão forte. Claro que ainda há muito para desmistificar, mas o autocuidado tem falado mais alto. Basta ver os números”, afirma Carmela.

Saiba os sintomas dos principais transtornos mentais

Depressão

Já a depressão, explica a psicóloga, é uma condição psiquiátrica que impacta as emoções das pessoas, levando a uma profunda tristeza, falta de apetite, desânimo e pessimismo. Sem tratamento, esses sentimentos podem se combinar e evoluir para um atentado contra a própria vida.

Ansiedade generalizada

“A ansiedade generalizada, por outro lado, é marcada por uma preocupação excessiva em diversas áreas da vida. Quem sofre desse distúrbio vive constantemente ansioso, com sintomas como taquicardia e mãos trêmulas. É crucial buscar ajuda diante deste cenário”, enfatiza Carmela.

Transtorno do pânico

Por fim, no transtorno do pânico, acontecem crises de ansiedade intensas, muitas vezes acompanhadas por um medo intenso, inclusive da morte. Essas crises podem se manifestar com sintomas físicos como taquicardia e sudorese. É importante observar os sinais e buscar apoio quando necessário.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-de-vista-lateral-falando-com-mulher-triste_28694280

26 de janeiro de 2024 0 comentário
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Bebidas energéticas e riscos à saúde mental de crianças e jovens
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Bebidas energéticas e riscos à saúde mental de crianças e jovens

por Esteticare 16 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

As bebidas energéticas, segundo estudo, indica a associação à saúde desse grupo de pessoas

Um novo estudo, considerado o mais abrangente até o momento, revela que o consumo de bebidas energéticas está relacinado a um aumento do risco de problemas de saúde mental em crianças e jovens, incluindo depressão, TDAH e pensamentos suicidas.

De acordo com a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, buscar ajuda em caso de questões relacionadas à saúde mental é um passo fundamental para o bem-estar e a recuperação de um paciente em risco.

Publicado na revista Public Health, o estudo concluiu que essas bebidas altamente cafeinadas não afetam apenas a saúde física dos jovens, mas também a saúde mental, impactando desde o desempenho acadêmico até a dieta e o sono.

Bebidas energéticas

Sendo assim, o consumo de bebidas energéticas, que é notoriamente mais comum entre meninos do que meninas, também está associado a um aumento de comportamentos de risco, como abuso de substâncias, violência e sexo sem proteção, segundo o estudo.

Os pesquisadores do Fuse, Centro de Pesquisa Translacional em Saúde Pública da Universidade de Teesside e da Universidade de Newcastle, analisaram 57 estudos envolvendo mais de 1,2 milhão de crianças e jovens de 16 países ao redor do mundo.

Além disso, o estudo indicou que, em sua faixa etária, os jovens do Reino Unido são os maiores consumidores de bebidas energéticas na Europa. Porém, a marca específica das bebidas analisadas não foi revelada.

Autoridades de saúde do Reino Unido em alerta

Esses novos dados vêm à tona no momento em que mais de 40 entidades de saúde enviaram uma carta ao governo exigindo a “implementação imediata da restrição nacional de vendas desses drinks prejudiciais para menores de 16 anos”.

A carta afirma ainda que “os efeitos dessas bebidas são mais significativos e amplos do que se entendia anteriormente – em particular, resultados negativos para a saúde mental das crianças, além da saúde física. Quanta mais evidência é necessária antes que o governo tome uma atitude?”.

Entre os signatários da carta estão o Royal College of Pediatrics and Child Health, a British Diabetic Association e a British Dental Association.

DHSC

Um porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social (DHSC) declarou à ITV News: “Todas as bebidas com alto teor de cafeína, exceto chá e café, devem conter avisos indicando que não são adequadas para crianças ou mulheres grávidas ou lactantes.”

Venda de bebidas

A venda de bebidas energéticas para menores de 16 anos também foi proibida pela maioria dos grandes supermercados do Reino Unido, incluindo Tesco e Sainsburys, em 2018.

Por fim, especialistas disseram que as proibições em supermercados e rótulos de advertência não são suficientes para impedir que as crianças comprem as bebidas cada vez mais populares, que ainda estão disponíveis para compra em lojas locais.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/bebida-energetica-de-vista-frontal-em-latas-na-escuridao-da-foto-de-alcool-de-bebida-vermelha_14779861

16 de janeiro de 2024 0 comentário
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ESG atrai profissionais que buscam por boa saúde mental
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ESG atrai profissionais que buscam por boa saúde mental

por Esteticare 10 de janeiro de 2024
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ESG atrai profissionais que estão em busca de uma carreira de sucesso, porém, sem deixar de lado o propósito do trabalho e ter uma boa saúde

O burnout tem se tornado cada vez mais relevante nas discussões sobre saúde mental no ambiente de trabalho. Prova disso é que muitos profissionais que por bastante tempo tiveram de lidar com jornadas exaustivas, pressão por resultados e metas desafiadoras, agora, priorizam uma carreira na qual o equilíbrio entre sucesso profissional e boa saúde mental é uma possibilidade.

Vale dizer que muitas pessoas na época da pandemia tiveram a saúde afetada pelo isolamento social. De acordo com a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, é de suma importância estar com a saúde mental em dia para conseguir desempenhar as atividades do dia a dia, uma vez que os dados sobre pacientes em desequilíbrio no Brasil são alarmantes.

ESG atrai profissionais

Segundo especialistas, em relação ao mercado de trabalho, a preocupação com a saúde mental veio para ficar – principalmente entre os profissionais da geração Z. E uma nova carreira desponta como a favorita dos profissionais que priorizam o bem-estar no trabalho.

Estamos falando do ESG, sigla para as práticas ambientais, sociais e de governança das empresas, que está expandindo seu campo de atuação nos últimos anos. Hoje, essas três letras representam muito mais do que apenas diretrizes sustentáveis. Trata-se de um segmento de trabalho bastante fértil e promissor para muitos profissionais.

Por que uma carreira em ESG é positiva para saúde mental?

Os impactos positivos são inúmeros que uma carreira em ESG pode ter na saúde mental dos colaboradores. É o que alerta os executivos do setor. Além da cultura inclusiva, empresas comprometidas com as diretrizes ESG oferecem políticas de bem-estar, programas de saúde física e mental e investem no desenvolvimento pessoal e profissional do funcionário, por exemplo.

ESG pode trazer propósito para a sua carreira

Carreiras em ESG estão alinhadas com a promoção de práticas mais sustentáveis e adoção de iniciativas de responsabilidade social. Para muitos, trabalhar em áreas que têm impacto positivo na sociedade traz satisfação profissional e a sensação de propósito.

Um estudo da startup Humanizadas revela que funcionários são mais felizes quando trabalham em empresas sustentáveis. A pesquisa mostra que 85% dos colaboradores de companhias ESG estão satisfeitos com suas posições e recomendam seus trabalhos atuais.

Sendo assim, empresas com políticas ESG despontam como a favorita daqueles que buscam pelo propósito profissional, pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal e por um ambiente onde felicidade e saúde mental são prioridades.

Empresas ESG podem beneficiar saúde mental

Neste caso as empresas sustentáveis podem oferecer uma cultura de apoio e bem-estar dos funcionários. E esse é um dos pilares do ESG.

Programas específicos de bem-estar, por exemplo, costumam ser uma prática frequente em empresas orientadas pelo ESG. Isso pode incluir acesso aos profissionais de saúde mental, programas de meditação e mindfulness e outras atividades que visam reduzir o estresse e ansiedade dos colaboradores – e, assim, ajudar na prevenção e gestão do burnout.

Além disso, essas companhias investem em políticas de conciliação entre trabalho e vida pessoal, como licença parental, férias flexíveis e horários de trabalho adaptáveis.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/feliz-executiva-dar-apresentacao-ligado-recursos-naturais-para-seu-colegas_2532799

10 de janeiro de 2024 0 comentário
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Janeiro Branco: Campanha alerta para saúde mental e emocional
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Janeiro Branco: Campanha alerta para saúde mental e emocional

por Esteticare 5 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

Janeiro Branco tem programa que visa a prevenção contra doenças decorrentes do estresse

Criar o hábito de cuidar da mente, além de gerar informações e apoio a indivíduos, famílias, instituições e comunidades em geral, é a proposta da campanha Janeiro Branco. O programa visa alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população a partir da prevenção de doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.

Segundo a técnica de estratégia da saúde da família no SUS, Nathalia Belletato, a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. Além disso, os números apresentados na pesquisa sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.  

Campanha Janeiro Branco

Por sua vez, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) destaca que também entram no rol transtornos de humor, esquizofrenia e transtorno bipolar que, muitas vezes, fazem com que as pessoas se tornem impossibilitadas (temporária ou permanentemente) de exercer suas funções laborais. Entretanto, a concessão de benefícios está sujeita a critérios específicos. 

O benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, é concedido a pessoas que estão temporariamente incapacitadas para o trabalho em razão de doença mental. Já o benefício por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, é concedido a pessoas permanentemente incapacitadas para o trabalho por conta de doença mental.

Como solicitar o benefício ao INSS

Para solicitar o benefício ao INSS, é preciso agendar a perícia médica no aplicativo, no site ou pelo telefone 135. No dia do atendimento, é necessário apresentar documentos médicos (atestados, relatórios, exames) e documentos pessoais. Porém, é o perito médico quem irá avaliar se o trabalhador tem direito ao benefício.

Se o benefício for concedido, o trabalhador receberá uma carta de concessão para começar a receber na agência bancária em que o INSS depositar o valor. Após receber o primeiro pagamento, o beneficiário pode alterar a agência bancária de recebimento.

Cuidados com a saúde mental

Todavia, o INSS destaca que um dos primeiros passos para cuidar da saúde mental é não criar expectativas. E também é importante determinar metas tangíveis, com prazos mais curtos, ou metas divididas em etapas. Mas não é necessário esperar uma época específica, como dezembro ou janeiro, para traçar planos ou avaliar o percurso.

“Criar metas que impliquem mudanças de vida, rotina ou hábitos, sem o devido planejamento ou sem considerar as possibilidades reais e os recursos necessários, pode torná-las inatingíveis, gerando frustração e, consequentemente sofrimento emocional”, diz o INSS.

Autocobrança

O instituto alerta ainda que se cobrar demais nesta época do ano pode dificultar o reconhecimento dos esforços e conquistas ao longo dos meses subsequentes. “O ideal é que o exercício de auto-observação seja cotidiano e realizado com generosidade e auto-acolhimento”.

Outra estratégia eficaz diz respeito a manter uma consciência sobre sentimentos. Neste caso, identificar as emoções é essencial para fazer alterações em direção ao seu bem-estar, uma vez que possuem a função de comunicar sobre os gostos e necessidades individuais. Portanto, ao reconhecer suas emoções e fluxo de pensamentos que os acompanham, é possível estipular de modo mais consciente a forma de agir e saber lidar diante de situações diversas.

Por fim, o INSS diz que é preciso dar atenção ao momento presente. Isso inclui pensar sempre em coisas que ocorreram ou poderão ocorrer, que é um grande desencadeador de angústia. Com isso, “é importante focar nas ações possíveis, naquilo que está no controle e aproveitar as experiências atuais.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/simbolo-de-fita-branca-da-paz-dia-internacional-da-nao-violencia_10069645

5 de janeiro de 2024 0 comentário
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Conferência Nacional da Juventude: Saúde mental é tema de destaque
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Conferência Nacional da Juventude: Saúde mental é tema de destaque

por Esteticare 2 de janeiro de 2024
escrito por Esteticare

Conferência Nacional da Juventude teve no tema um recorte que representou 41% do total de propostas para o Eixo Saúde; evento foi realizado em Brasília no fim de dezembro

A etapa digital da 4ª Conferência Nacional da Juventude registrou 268 propostas da sociedade civil para a saúde. Desse total, 41% das sugestões são voltadas à saúde mental dos jovens brasileiros, ou seja, 111 propostas. Aproximadamente 57 mil pessoas participaram da votação que fez parte da programação da conferência, realizada de 14 a 17 de dezembro, em Brasília, com a interação de cerca de 250 mil jovens de 1800 municípios. 

Saúde mental no SUS

A saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. No Brasil, os problemas são alarmantes comenta Nathalia Belletato, técnica de estratégia da saúde da família no SUS.

Conferência Nacional da Juventude

Por sua vez, de acordo com o secretário da Conferência Nacional de Juventude, Ronald Sorriso, três propostas de Direito à Saúde integraram a plenária final do evento. A primeira visa ampliar as políticas públicas de assistência psicossocial; a segunda propõe a construção de Casas de Juventude; e a terceira criar o programa nacional de agentes populares de saúde. Junto com a saúde mental, intrínsecas às demandas, estão as questões de acesso, multidisciplinaridade, diversidade, sexualidade, segurança alimentar e inclusão das escolas nos processos.

 “A próxima etapa será levar o relatório final com o resultado e as propostas mais indicadas por cada eixo temático para a reunião do Comitê Interministerial de Política de Juventude, que reúne 25 ministérios. De lá, vai sair um plano de ação intersetorial e interministerial. Por fim, nosso objetivo é que o relatório final se transforme no Plano Nacional de Juventude”, explica o secretário.

“As populações vulneráveis, como crianças, adolescentes, idosos, indígenas e LGBTQIAP+, enfrentam barreiras adicionais no acesso aos serviços de saúde mental” observa a diretora do departamento de Saúde Mental do ministério, Sônia Barros.  “A necessidade de uma abordagem inclusiva e sensível a esses grupos é incontestável, demandando políticas que reconheçam e atendam suas especificidades”. Segundo a diretora, os esforços da gestão buscam a integração efetiva entre políticas de saúde mental e outras esferas públicas, como educação, trabalho e assistência social.

Ação prioritária

Em 2023, o fortalecimento da política de saúde mental foi uma das ações prioritárias do Ministério da Saúde. Com investimento de mais de R$200 milhões, a pasta ampliou o orçamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A iniciativa busca aumentar a assistência na rede de saúde mental no SUS em todo Brasil. Ao todo, o recurso destinado para todos os estados será de R$414 milhões no período de um ano. Com os novos valores, o aumento do orçamento da rede chega a 27%.

Investimento duplicado  

Além disso, após seis anos sem atualizações, foi duplicado o investimento para custear os serviços das unidades de acolhimento a pessoas e familiares em situação de abandono, ameaça ou violação de direitos. Com os novos valores, o custeio mensal para a assistência a adultos passou de R$25 mil para R$50 mil e para o acolhimento infanto-juvenil subiu de R$30 mil para R$60 mil.

Unidades de acolhimento

Atualmente, o país possui 72 unidades de acolhimento habilitadas, cujo acesso ocorre via Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Os espaços oferecem acolhimento protetivo por até seis meses, a depender do projeto terapêutico. Do total, 26 são para atendimento infanto-juvenil: dos 10 anos de idade até os 18 incompletos. As outras 46 unidades são destinadas a adultos.

5ª Conferência Nacional de Saúde Mental

Também, no mês passado, foi realizada a 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental Domingos Sávio. O evento marcou a retomada do diálogo participativo para o tema. Participaram 1,3 mil delegadas e delegados eleitos na etapa estadual e do Distrito Federal, além de 174 pessoas eleitas em conferências livres nacionais.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/composicao-da-vista-superior-com-diferentes-expressoes_12558447

2 de janeiro de 2024 0 comentário
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Saúde mental no fim de ano: Confira 5 ações que podem ajudar
Mente

Saúde mental no fim de ano: Confira 5 ações que podem ajudar

por Esteticare 26 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

Saúde mental no fim de ano envolve muitas pessoas estarem mais ansiosas, cansadas e até frustradas

O final de 2023 está aí já e muitas pessoas podem estar mais ansiosas, cansadas e até frustradas se algo não saiu de acordo com o planejado. Além disso, é neste momento do ano, que tudo parece acelerar e ser urgente. Pensando nisso, é preciso prestar atenção aos sinais do corpo para a estafa física, mental e emocional. Confira neste artigo cinco ações que podem ajudar a ter mais equilíbrio.

Segundo a enfermeira do SUS, Nathalia Belletato, a saúde mental é uma parte crucial da saúde geral dos pacientes. Além disso, ela reforça que os números apresentados numa pesquisa Datafolha sobre a prevalência de problemas de saúde mental no Brasil são alarmantes.

Saúde mental no fim de ano

Por outro lado, segundo a terapeuta e mentora sistêmica Isolda Rodrigues, podemos aprender a desempenhar cinco pequenas ações que podem ser feitas diariamente e que vão contribuir muito para um fim de ano melhor e mais saudável. A seguir, confira as cinco ações.

1 – Pratique o Exercício da gratidão

Pelo menos uma vez por dia, liste coisas pelas quais você é grato e de fato agradeça com intencionalidade. Ou seja, não dizer apenas por dizer.

2 – Faça o banho de presença

Durante o momento do banho, use 10 minutos para mentalizar coisas boas, estar verdadeiramente presente e se conectar com a energia da água pode fazer muito bem.

3 – Tome o Suco Detox Matinal

Compre ou faça um suco detox para tomar pela manhã. Ele ajuda a desinflamar o corpo, eliminar toxinas e o excesso de cortisol, hormônio responsável pelo aumento da ansiedade.

4 – Use óleo essencial no ritual noturno

Neste caso, cada óleo essencial tem uma funcionalidade e se usado antes de dormir, quando já estamos mais relaxados e livres do uso de telas, ele nos ajuda a dormir melhor, proporcionando um sono mais profundo e contínuo.

5 – Encerre ciclos abertos

Aqui envolve a procrastinação. Em suma, não fique postergando algo que você pode resolver antes. E sabe aquela pessoa que não agrega mais nada à sua vida? Uma conversa difícil que você precisa ter e não tem? Dê o primeiro passo para resolver e encerrar o ciclo. Pendências não resolvidas e ciclos tóxicos abertos drenam energia e nos desgastam, tanto física quanto emocionalmente, explica a terapeuta.

Conclusão

Em suma, quando incluímos estes pequenos hábitos à rotina nos próximos dias que antecedem o ano novo, é possível terminar 2023 com mais disposição e energia, mais clareza e nitidez mental, melhor qualidade do sono, melhor reparação celular e mais conectado (a) à sua essência.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-meditando-na-natureza-vista-lateral_13704142

26 de dezembro de 2023 0 comentário
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