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Uso de canetas emagrecedoras exige atenção redobrada entre idosos, alertam geriatras
Corpo

Uso de canetas emagrecedoras exige atenção redobrada entre idosos, alertam geriatras

por Esteticare 7 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

O uso de canetas emagrecedoras por pessoas idosas exige cautela e acompanhamento médico para evitar o agravamento do declínio funcional. A avaliação é do presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva, em entrevista à Agência Brasil nesta terça-feira (6). Segundo ele, sem orientação adequada, pessoas com 60 anos ou mais ficam mais expostas aos efeitos adversos dessas medicações.

Entre os riscos imediatos estão náuseas, vômitos e dificuldade de ingestão de alimentos e líquidos, o que pode levar à desidratação e a distúrbios eletrolíticos. A médio prazo, também há risco de desnutrição, sobretudo quando o medicamento reduz de forma significativa o apetite.

Outro ponto de atenção destacado por Oliva é a perda de massa muscular associada ao emagrecimento. “Cerca de um terço do peso que a gente perde, com o uso dessas medicações, é peso em músculo, em massa magra. Não tem como a gente emagrecer apenas a gordura. O corpo perde gordura, mas perde também músculo”.

Perda muscular e impacto funcional

Na população idosa, a redução da massa muscular compromete a capacidade de realizar atividades do dia a dia. “Então, é algo muito significativo que, inclusive, pode não ser recuperado”, afirmou o presidente da SBGG.

O diretor-científico da entidade, Ivan Aprahamian, acrescenta que a combinação entre menor apetite, náuseas e perda rápida de peso pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física.

Tratamento da obesidade não é estética

Leonardo Oliva reforça que as canetas emagrecedoras são indicadas para o tratamento da obesidade, do diabetes e da apneia do sono, e não para fins estéticos. “Hoje, a gente vê os indivíduos que querem perder três quilos ou a gordura localizada, a barriga, utilizando essas medicações. Não há indicação médica para isso”.

Ele ressalta que se trata de “um tratamento muito bom, uma inovação fantástica da medicina que deve ser usada de maneira apropriada, para o diabetes, a apneia do sono ou a obesidade, que é uma doença grave crônica de difícil tratamento”.

A popularização desses medicamentos está ligada à busca pelo corpo perfeito. A SBGG alerta que o uso indiscriminado, sem supervisão médica, pode colocar a saúde em risco em idosos brasileiros.

Acompanhamento durante o tratamento

Especialistas defendem acompanhamento médico e nutricional contínuo, além de suporte de fisioterapeuta ou educador físico. A prática regular de atividade física é essencial para minimizar a perda muscular durante o emagrecimento.

Oliva orienta que não se busque emagrecimento rápido. “E esse emagrecimento precisa ser muito bem acompanhado, para que a gente consiga minimamente ingerir o que é necessário para manutenção do músculo e da saúde”.

Ele destaca a importância da ingestão adequada de vitaminas e minerais, aliada à prática regular de exercícios, especialmente musculação.

Conscientização e saúde integral

O presidente da SBGG afirma que o idoso precisa compreender que o corpo não responde da mesma forma que na juventude. Segundo ele, existe tendência genética ao acúmulo de gordura com o envelhecimento. “Então, existe uma tendência ao acúmulo de gordura com o envelhecimento, e a substituição de músculo por gordura como um processo de evolução da espécie mesmo”.

Essa predisposição torna-se um desafio, já que gordura em excesso é marcador de pior saúde. Para Oliva, a luta contra o ganho de peso deve estar vinculada à busca por saúde. “Não é só uma questão de balança, é uma questão de buscar ter mais saúde”.

Esse cuidado envolve alimentação adequada, atividade física e atenção à saúde emocional cotidiana.

Receita médica e mercado ilegal

Outro alerta diz respeito à compra dos medicamentos. Oliva destaca que as canetas devem ser adquiridas apenas com receita médica e em farmácias legalizadas. “Isso as torna mais perigosas ainda”, afirmou.

Segundo ele, a ausência de controle de qualidade aumenta o risco de contaminações. “Comprar medicação em mercado paralelo é colocar a saúde em risco de uma forma muito grande”.

Por fim, o geriatra enfatiza que a exigência de receita médica não é burocracia. “Na verdade, quando se impõe a necessidade de receita médica para se adquirir um medicamento, o que está sendo dito é que a pessoa só deve utilizar essa medicação após uma avaliação médica”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/vista-superior-mulher-diabetica-verificando-seu-nivel-de-glicose_65609406.htm

7 de janeiro de 2026 0 comentário
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Cabelo branco e estresse: o que a ciência já consegue explicar
Cabelos

Cabelo branco e estresse: o que a ciência já consegue explicar

por Esteticare 6 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

A ideia de que momentos de tensão aceleram o aparecimento de cabelos brancos atravessa gerações, aparece em conversas informais e ganhou força nas redes sociais. A associação, porém, não é apenas fruto do senso comum. Estudos recentes indicam que o estresse pode, sim, influenciar o embranquecimento capilar, ainda que não seja o fator decisivo na maioria dos casos.

O processo de perda da cor dos fios está ligado à diminuição da produção de melanina, pigmento responsável pela coloração do cabelo. Essa substância é produzida pelos melanócitos, células localizadas nos folículos pilosos. Quando a atividade dessas células cai ou se encerra, os fios passam a crescer sem pigmentação.

De acordo com o Dr. Lucas Miranda, médico dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o estresse entra como um elemento capaz de acelerar esse mecanismo, especialmente quando se manifesta de forma intensa e prolongada.

“O estresse pode contribuir para o surgimento de fios brancos, embora não seja o único fator envolvido. O embranquecimento dos cabelos ocorre principalmente pela redução ou perda da atividade dos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina no folículo piloso”, explica o especialista.

O papel do sistema nervoso no embranquecimento

Nos últimos anos, pesquisas aprofundaram a relação entre o estresse crônico e o funcionamento do organismo em nível celular. Segundo o dermatologista, situações de pressão contínua ativam respostas neuro-hormonais associadas ao sistema nervoso simpático, responsável pelas reações de alerta do corpo.

“Esse processo pode acelerar o aparecimento dos fios brancos, sobretudo em pessoas geneticamente predispostas. No entanto, é importante destacar que o fator genético continua sendo o principal determinante do momento em que os cabelos começam a perder a pigmentação.”

Na prática, isso significa que o estresse atua como um catalisador. Ele não cria o problema do zero, mas pode antecipar algo que já estava programado biologicamente. Pessoas com histórico familiar de embranquecimento precoce tendem a perceber os efeitos mais cedo quando submetidas a longos períodos de tensão emocional.

Ainda assim, especialistas reforçam que nem todo cabelo branco é consequência direta de estresse. Envelhecimento natural, herança genética e condições metabólicas continuam sendo os elementos mais frequentes associados à mudança de cor dos fios.

É possível evitar o aumento dos fios brancos?

Apesar dos avanços no entendimento do fenômeno, a medicina ainda não dispõe de métodos comprovados para reverter fios que já perderam a pigmentação. Uma vez branco, o cabelo dificilmente volta à cor original de forma espontânea ou com tratamentos cosméticos.

Por outro lado, há estratégias que podem ajudar a retardar a progressão do embranquecimento, sobretudo quando ele ocorre de maneira precoce.

“O controle do estresse é um ponto relevante, assim como a manutenção de hábitos de vida saudáveis, incluindo sono adequado, alimentação equilibrada e prática regular de atividade física”, orienta o médico.

Essas medidas não atuam apenas sobre o cabelo. Elas contribuem para o equilíbrio hormonal, reduzem inflamações sistêmicas e favorecem o funcionamento adequado das células, inclusive as envolvidas na produção de melanina.

Outro aspecto que merece atenção é o estado nutricional do paciente. Deficiências de micronutrientes essenciais podem interferir na saúde dos folículos pilosos e acelerar alterações capilares.

Carências de vitamina B12, ferro, cobre e zinco, por exemplo, já foram associadas ao embranquecimento precoce e devem ser investigadas sempre que a mudança de cor dos fios ocorre de forma repentina ou fora do padrão familiar.

Hábitos que impactam a saúde do cabelo

Além da alimentação e do manejo do estresse, fatores externos também influenciam o envelhecimento capilar. O tabagismo, por exemplo, aumenta o estresse oxidativo no organismo, prejudicando a função celular e a oxigenação dos tecidos, inclusive do couro cabeludo.

A exposição excessiva a poluentes e radicais livres segue a mesma lógica. Esses agentes favorecem danos celulares cumulativos, que afetam não só a pele, mas também a estrutura e o funcionamento dos folículos pilosos.

“Além disso, evitar tabagismo e reduzir exposições oxidativas excessivas ajudam a preservar a saúde do folículo piloso. Em casos específicos, a avaliação dermatológica é fundamental para identificar fatores associados e orientar condutas individualizadas, sempre com base em evidências científicas”, conclui o especialista.

A mensagem central, portanto, é de equilíbrio. O estresse pode, sim, influenciar o surgimento dos cabelos brancos, mas ele raramente age sozinho. Entender o próprio histórico familiar, adotar hábitos saudáveis e buscar orientação médica quando necessário são passos mais eficazes do que buscar soluções milagrosas para um processo que, em grande parte, faz parte do ciclo natural da vida.

Fonte: Portal Terra
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-idosa_4322811.htm

6 de janeiro de 2026 0 comentário
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Alimentação na terceira idade: 4 hábitos que você deve evitar
Alimentação

Alimentação na terceira idade: 4 hábitos que você deve evitar

por Esteticare 12 de julho de 2024
escrito por Esteticare

Alimentação na terceira idade envolve que a pessoa não perca nutrientes

As pessoas que chegam à terceira idade devem se preocupar ainda mais com sua alimentação. Ela deve ser saudável e balanceada, se possível acompanhada de um nutricionista que saberá elaborar um plano alimentar adequado.

Alimentação na terceira idade

A alimentação na terceira idade é de extrema importância para que as pessoas mantenham a saúde em dia. Isso porque o idoso perde força muscular e apresenta perda de peso. Sendo assim, a geração prateada pode estar propensa a mais problemas de saúde, como: quedas, fraturas, hospitalizações, deficiência, demência e morte prematura. Ao longo deste artigo, conheça quatro hábitos alimentares que devem ser evitados. Veja abaixo:

O que evitar

1 – Utilize sal na comida moderadamente

Colocar sal em excesso na comida pode acerretar em maior probabilidade de sofrer de hipertensão, além de ter efeitos sobre o sistema urinário e circulatório. Isso porque é comum haver uma redução do paladar em idade mais avançada. A solução é colocar mais ervas frescas e especiarias para deixar os pratos mais saborosos.

2 – Não pule as refeições principais

Apesar de ser mais trabalhoso preparar as refeições principais, como almoço e jantar, elas são fundamentais para a saúde do idoso. Sendo assim, não troque refeições completas por lanchinhos com café, leite e pão com manteiga, por exemplo. A longo prazo, este péssimo hábito poderá provocar sérias deficiências nutricionais. Neste caso, a solução é congelar alimentos como arroz e feijão, que otimiza o tempo de preparo das refeições diárias.

3 – Evite frituras ou pelo menos consuma em menor quantidade

Em pequenas quantidades, a gordura também auxilia na elaboração de uma dieta diversificada e que contenha fonte de energia para o organismo.

Além disso, a fritura é vista como vilã, uma vez que qualquer óleo, quando aquecido acima de determinadas temperaturas, passa por transformações em sua composição química e liberam uma substância tóxica, chamada acroleína. O consumo dela pode elevar o risco das pessoas desenvolverem doenças cardíacas, como: infarto, derrame, aterosclerose, além do câncer.

4 – Alimentos processados

Por fim, o consumo de doces, alimentos ultraprocessados e ricos em substâncias como conservantes e acidulantes, podem gerar maiores riscos de o idoso ter diabetes, problemas intestinais, de estômago e doenças do coração. Portanto, opte por alimentos in natura, como: frutas, verduras e legumes, ou os minimamente processados, como farinha, leite e castanhas. Diante de todos esses fatores, é possível ter uma alimentação bastante balanceada.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/cafe-da-manha-saudavel-comido-por-casal-senior_13187224.htm#fromView=search&page=1&position=1&uuid=d8a84a4c-5652-49b0-aa5a-df531b9121df

12 de julho de 2024 0 comentário
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Alimentação leve e saudável para idosos: Nutricionista dá dicas
Alimentação

Alimentação leve e saudável para idosos: Nutricionista dá dicas

por Esteticare 9 de abril de 2024
escrito por Esteticare

Alimentação leve e saudável para idosos inclui que nem sempre eles querem comer ou beber muita água; porém, é possível devolver a eles o prazer das refeições

Conforme ficamos mais velhos, os sabores dos alimentos vão ficando menos intensos. O mesmo ocorre com a sede. Isto porque as papilas gustativas ficam menos sensíveis, e a percepção de sede diminui, segundo explica a nutricionista da rede Cora Residencial Senior, Joice Abreu.

“São alterações neurológicas consideradas normais. O cérebro muda o ritmo de envio de mensagens ao corpo, e a percepção de sabor e sensação de sede já não são mais as mesmas, por isso, a forma de oferecer alimentos e hidratação [aos idosos] precisam ser adaptadas”, afirma a profissional.

Joice, que trabalha com nutrição especializada para a terceira idade, reúne dicas que podem passar a fazer parte da rotina de quem tem idosos na família, além de tornar mais agradáveis os momentos de refeição.

Alimentação leve e saudável para idosos

A orientação para uma alimentação leve e saudável para idosos é começar por incrementar o sabor do sal. “Em vez de preparar os alimentos com sal refinado comum, faça o sal temperado com ervas desidratadas: escolha ervas como manjericão, tomilho, alecrim e sálvia, acrescente porções ao sal e bata no liquidificador. As ervas conferem mais sabor às receitas e diminui a quantidade de ingestão de sal, o que contribui não apenas para o paladar, mas para a saúde como em todo”.

Outra dica da nutricionista é oferecer aos idosos carnes mais macias e sempre acompanhadas de molho, pois, “além de intensificar o sabor das carnes, ele torna a mastigação e a deglutição mais agradáveis e fáceis”, diz.

Hidratação, claro, é essencial. “A água é essencial. Existem maneiras de lembrar aos idosos a importância de beber água: deixe garrafas nos ambientes da casa em que o idoso permanece mais tempo. Lembre-os de, ao passarem pela cozinha, beberem um copo de água. Prepare água saborizada com limão, hortelã, maçã, laranja e deixe disponível na geladeira”, sugere Abreu.

Gerar um momento tranquilo

Ainda segundo a profissional, gerar um momento tranquilo, sem distrações ou agitação, nos horários de refeição também ajuda. Joyce orienta convidar o idoso à mesa e deixar que ele escolha o que quer comer, que se sirva e se alimente sozinho, exceto em casos de idosos que têm alguma limitação ou dificuldade e precisam de suporte.

“Preservar a autonomia do idoso é fundamental, assim como priorizar que as refeições sejam feitas em companhia, se possível. O ato de se alimentar deve incluir momentos de integração, socialização e prazer. Na hora de colocar a mesa, lembre-se: opte por talheres, copos e canecas mais leves. São mais confortáveis e fáceis de manejar”, recomenda a nutricionista.

Receitas

Abaixo, confira sugestões de receitas para os idosos

Sal de ervas

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de páprica doce;
  • 1 colher de sopa de orégano desidratado;
  • 1 colher de sopa de manjerona desidratada;
  • 3 colheres de sopa de tomilho desidratado;
  • 3 colheres de sopa de alecrim desidratado;
  • 5 colheres de sopa de sal grosso.
Modo de preparo

Colocar todos os ingredientes em um processador/liquidificador e pulsar cerca de 10 vezes até obter mistura homogênea. Retirar e acondicionar em vasilha com tampa, previamente higienizada.

Validade: 4 semanas;

Indicação de uso: tempero aves, carnes, pescados, suínos, cordeiro, legumes.

Água saborizada

Opção 1: água saborizada com especiarias

Ingredientes

  • 1 litro de água;
  • 5 unidades de cravo;
  • 1 unidade de canela em pau;
  • 3 unidades de aniz estretlado;
  • 1 maça cortada em rodelas;
  • 10 cubos de gelo.
Modo de preparo

Colocar todos os ingredientes em uma jarra, misturar com água e servir.

Opção 2: água saborizada com ingredientes da horta

Ingredientes

  • 1 litro de água;
  • 3 galhos de alecrim;
  • 3 galhos de manjericão;
  • 4 galhos de hortelã;
  • 1 limão cortado em rodelas;
  • 10 cubos de gelo.
Modo de preparo

Colocar todos os ingredientes em uma jarra, misturar com água e servir.

Opção 3: água saborizada com toque de groselha

Ingredientes

1 litro de água;
2 colheres de sopa de xarope de groselha ou suco de groselha;
3 galhos de hortelã;
10 cubos de gelo.

Modo de preparo

Colocar todos os ingredientes em uma jarra, misturar com água e servir.

Veja mais dicas da nutricionista

  • Prepare carnes com acréscimo de molhos, preferindo carnes magras com menor quantidade de gordura;
  • Caso o idoso tenha dificuldade em mastigar alimentos, prefira pães macios, frutas macias, carnes desfiadas ou moídas, legumes bem cozidos ou purês/polenta, sopas;
  • Sirva de 5 a 6 refeições diárias;
  • Prepare as refeições com diferentes formas, sabores, cores, propiciando variedade alimentar;
  • Inclua nas refeições leite e derivados;
  • Prefira alimentos in natura ou minimamente processados e evite os ultraprocessados;
  • Atenção ao consumo excessivo de sal e açúcar.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/lindo-casal-de-velhos-prepara-comida-na-cozinha_6280090.htm#fromView=search&page=1&position=8&uuid=b8e45650-eff1-4991-aa71-56fcf9a8def5

9 de abril de 2024 0 comentário
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Prevenção do Alzheimer e outras demências: Conheça sete alimentos
Alimentação

Prevenção do Alzheimer e outras demências: Conheça sete alimentos

por Esteticare 13 de outubro de 2023
escrito por Esteticare

Prevenção do Alzheimer e outras demências inclui uma alimentação balanceada e saudável

Alimentação balanceada e saudável tem o poder de prevenir vários tipos de doenças. Manter a mente ativa, ter uma vida social satisfatória, adotar bons hábitos alimentares e praticar atividade física regularmente pode retardar e até mesmo prevenir doenças mentais como o mal de Alzheimer. Problemas que afetam o comportamento, a memória, a capacidade cognitiva e o pensamento, dificultando as atividades cotidianas, aparecem geralmente com a idade e são comumente associadas à demência. O Alzheimer é a causa mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos.

Prevenção do Alzheimer e outras demências

De acordo com a nutricionista Thais de Brito, do Spa Estância do Lago, as dietas ou recomendações alimentares, se forem seguidas adequadamente e combinadas com atividade física, atividades cognitivamente estimulantes e outras que desafiem o cérebro, podem resultar em uma redução ou até mesmo prevenção da demência em pessoas na terceira idade. “Uma alimentação saudável é um padrão alimentar que promove a melhor saúde física, mental e emocional. Ela engloba opções alimentares variadas e equilibradas que atendem às necessidades de nutrientes e energia. É sobre se sentir bem, ter mais energia, melhorar a saúde e o humor, e, consequentemente, a qualidade de vida”, detalha.

Gorduras saudáveis

A nutricionista frisa que alimentos ricos em gorduras saudáveis, como azeite de oliva, ovos, oleaginosas, peixes e óleos vegetais, produzem corpos cetônicos no fígado.

“Eles substituem a glicose como fonte de energia. A cetose crônica e os baixos níveis de glicose têm um efeito anticonvulsivante direto e indireto, além de estimular a produção de neurotransmissores inibidores”, diz a especialista, acrescentando que “devemos evitar alimentos ultra processados, ricos em gorduras adicionadas, sal e açúcar e, simultaneamente, pobre em proteínas e fibras, pois esses alimentos produzem toxinas e radicais livres, ambos prejudiciais  ao cérebro e ligados ao envelhecimento precoce”.

Sete alimentos

Confira abaixo os sete alimentos que previnem o Alzheimer e outras demências

Azeite de oliva – rico em antioxidantes, protege as células cerebrais, reduz o envelhecimento precoce e aumenta o HDL, o chamado colesterol bom.

Legumes – ingerir uma xícara de legumes variados (como beterraba, abobrinha, repolho, cenoura e abóbora) por dia. Os pigmentos que colorem os vegetais contêm diferentes compostos bio ativos que protegem o cérebro.

Peixes – o consumo deve ser preferencialmente assado ou grelhado. Peixes são ricos em ômega-3, que melhora o funcionamento dos neurotransmissores, reduzindo o risco de déficits cognitivos, além de aumentar a massa cinzenta. O atum e o salmão são os mais indicados.

Nozes – previnem distúrbios cerebrais, tendo a capacidade de proteger o cérebro contra o estresse oxidativo e a inflamação, que agravam a saúde cognitiva.

Frutas – morango, amora, framboesa, maçã e banana são ricas em flavonoides, necessários para a manutenção da função cognitiva e a redução do risco de demência e Alzheimer.

Chá verde – com efeito neuroprotetor, pode diminuir a atrofia cerebral relacionada à idade, já que é rico em polifenóis, como as catequinas.

Folhas verdes escuras – ricas em folato (vitamina B9), melhoram a capacidade cognitiva e a saúde mental.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-senior-de-tiro-medio-olhando-pela-janela_25810452

13 de outubro de 2023 0 comentário
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Balé para idosos é ótimo para corpo e mente
Mente

Balé para idosos é ótimo para corpo e mente

por Esteticare 6 de outubro de 2023
escrito por Esteticare

Balé para idosos é um exercício completo e vem crescendo o interesse desde 2017

Nos Estados Unidos, a cultura da prática do balé para pessoas da terceira idade já é uma realidade desde 2017. No Studio A, em Los Angeles, uma senhora de 75 anos, Diane Kravif, se posiciona na barra com postura ereta perfeita. Ela usa sapatilhas cor-de-rosa e seu cabelo chanel grisalho está preso com a ajuda de uma faixa. Além disso, ao observar seus movimentos de pile e tendu, é como se ela sempre tivesse dançado balé. Mas, na realidade, Diane só começou a dançar há quatro anos.

Ela diz que sempre é a mais velha, em relação às outras alunas da aula semanal. No início foi difícil aprender a técnica. Porém, hoje, há momentos em que sente que está dançando de verdade. “É surpreendente, algo que jamais imaginei que fosse possível.”

Balé para idosos

Nos últimos anos, o balé para idosos vem ganhando mais adeptos. Apesar de não haver dados sobre o número de alunos de balé de terceira idade, desde 2017 para cá já havia interesse suficiente para que a Royal Academy of Dance – uma das maiores entidades no mundo no treinamento de professores de balé clássico – criasse seu programa Silver Swan, que se propõe a ensinar a dança para pessoas de 55 anos ou mais. Desde então, a academia já certificou mil desses professores, que atuam em 51 países.

Segundo a instituição, o interesse crescente ocorre em um momento em que há uma ampliação no entendimento dos benefícios potenciais do balé, especialmente para o corpo e a mente de pessoas da terceira idade.

Saúde dos idosos a partir do balé

Vários estudos revelam que a partir dos 40 anos, mais ou menos, o equilíbrio se torna uma habilidade vital que está associada à longevidade e qualidade de vida. Em um estudo, 20% das pessoas com mais de 50 anos não conseguiam se equilibrar sobre um pé por mais de 20 segundos. Isso está ligado a um risco duas vezes maior de morte em até dez anos.

Por conta das aulas de balé ressaltar o equilíbrio sobre um pé ou manter a estabilidade enquanto você transfere seu peso de uma posição para outra. “Não conheço muitas disciplinas que treinam os membros inferiores como faz o balé”, afirma Madeleine Hackney, professora da Escola de Medicina da Universidade Emory.

Apesar de a ioga e pilates também treinarem a flexibilidade e fortalecerem o core, o balé oferece uma variedade maior de movimentos. “Saltamos no ar, nos elevamos na ponta dos pés, abaixamos o máximo que podemos”, diz Hackney. “É a gama completa do que o corpo humano é capaz de fazer.”

Benefícios cognitivos

O balé também possui benefícios cognitivos. Um estudo realizado ao longo de 21 anos pelo Instituto Nacional sobre Envelhecimento concluiu que pessoas que dançam algumas vezes por semana têm risco 76% menor de sofrer demência.

“Você precisa lembrar a sequência de passos, precisa se lembrar de como fazê-los e precisa fazê-los”, pontua Hackney. “Você fica cognitivamente envolvido, tentando lembrar tudo isso e coordenar os movimentos com a música.”

Superar o medo

Michael Cornell é fundador da Align, escola de balé para adultos na Califórnia. Ele diz que é difícil persuadir possíveis alunos a entrar no estúdio, pois muitos pensam que o balé só pode ser praticado por quem é jovem e muito magro.

“Temos tentado eliminar essa toxicidade da aula de balé e ser abertos, inclusivos, diversos e dar apoio.” Por exemplo, Cornell orienta os alunos a usar roupas confortáveis, em vez de comprar roupas próprias para balé.

Inclusão

Além disso, ser inclusivo também significa dar abertura a pessoas com diferenças físicas, afirma Ronald Alexander, instrutor na Ailey Extension, em Nova York. “Se você tem lesões, se você tem um problema nos joelhos, nos pés, nos tornozelos, podemos trabalhar com isso.”

Nas aulas de Cornell, se um aluno está com dificuldade em completar uma pirueta inteira ele os incentiva a tentar uma meia pirueta ou um quarto de pirueta. Se isso for difícil demais, ele faz a pessoa se equilibrar sobre uma perna por três segundos.

“O mais difícil foi aceitar o fato de que eu ia falhar uma vez, outra vez, outra e mais outra, que eu ia falhar totalmente na presença de outras pessoas”, conta o ator Joe Seely, 60, de Los Angeles. Ele começou a estudar balé dez anos atrás.

Diane reforça que, independentemente de sua idade, o balé é uma prática que é difícil dominar. Mas ao mesmo tempo ela pode ser libertadora. “Na minha idade, a maioria das coisas que eu faço, faço bem. Sou perfeccionista. Mas fazendo aula de balé como adulta principiante, não sou muito boa e acho que nunca serei.”

Por fim, Howard-Martin diz que a partir do momento em que você se liberta da expectativa de perfeição, o que antes era intimidante no balé pode começar a lhe dar satisfação. “Há uma qualidade meditativa no balé, algo que eu acho que não apreciava quando era criança”, diz Howard-Martin. “Sinto uma paz muito grande quando estou no estúdio dançando, e isso me deixa profundamente feliz.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/vista-frontal-senior-mulher-dancando-no-estudio_58397294

6 de outubro de 2023 0 comentário
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Movimento Vivo
Mente

Movimento Vivo: Grand Plaza promove qualidade de vida a mais de 1200 idosos

por Esteticare 24 de janeiro de 2023
escrito por Esteticare

Projeto Movimento Vivo oferece gratuitamente aulas de ginástica, alongamento e dança para pessoas a partir de 60 anos

O Grand Plaza Shopping, em Santo André (SP) promove de segunda a quinta-feira, das 7h30 às 8h30, o projeto Movimento Vivo, com aulas de ginástica, dança e alongamento para o público da melhor idade. A iniciativa vem atraindo cada vez mais pessoas em busca de lazer e qualidade de vida, e que faz bem para a mente. Prova disso é que em 2022, mais de 1 200 idosos participaram das aulas do principal centro de experiências do ABC Paulista, acompanhados inclusive de filhos e netos.

Projeto Movimento Vivo

De acordo com a gerente de Marketing do Grand Plaza, Caroline Alves, em relação ao projeto Movimento Vivo, ele é de extrema importância para o Grand Plaza. Isso porque além de incentivar a prática de atividades que a saúde do corpo e da mente, contribui também para a formação de uma ampla comunidade de apoio e estímulo ao autocuidado.

“Na nossa última confraternização, por exemplo, realizamos um piquenique animadíssimo no Parque Estoril, justamente para estreitar o relacionamento entre os participantes e reforçar que não existe limite de idade para se divertir e aproveitar a vida.”

Como são as aulas

As aulas são planejadas para pessoas a partir de 60 anos, elaboradas por educadores e preparadores físicos especialistas em exercícios para a terceira idade. A ginástica e dança são atividades de extrema importância para o combate ao sedentarismo e para a prevenção de doenças. Os alongamentos ajudam a melhorar a flexibilidade corporal, estimulando musculatura e longevidade.

Por fim, o empreendimento reforça que não há limitação de idade para participação das aulas. Para se inscrever, basta preencher um formulário sobre estado de saúde na Administração do shopping center e começar a frequentar gratuitamente as aulas, que ocorrem na Praça de Alimentação.

Movimento Vivo no Grand Plaza

Aulas de ginástica, dança e alongamento para terceira idade
Data: de segunda a quinta-feira
Horário: das 7h30 às 8h30
Local: Praça de Alimentação
Entrada gratuita, mediante inscrição.
Endereço: Avenida Industrial, 600 – Centro.

*Foto: Reprodução

24 de janeiro de 2023 0 comentário
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