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Anvisa veta comercialização de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil
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Anvisa veta comercialização de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil

por Esteticare 21 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu proibir, em todo o território nacional, a venda, a fabricação, a importação, a distribuição, a divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos com retatrutida de todas as marcas e lotes. A medida foi tomada nesta quarta-feira, 21, e atinge substâncias que vinham sendo comercializadas de forma irregular e ficaram conhecidas popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

A decisão consta em resolução publicada no Diário Oficial da União e passa a ter efeito imediato. Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro, notificação ou qualquer tipo de cadastro junto à agência reguladora, requisito obrigatório para que medicamentos sejam comercializados legalmente no país. Sem esse processo, não há avaliação oficial sobre eficácia, segurança, composição ou condições de fabricação.

De acordo com o órgão, as canetas vinham sendo oferecidas principalmente pelas redes sociais, em especial por perfis no Instagram. A agência destaca que os medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e entram no mercado brasileiro à margem das normas sanitárias vigentes. Esse tipo de comercialização, além de ilegal, expõe consumidores a riscos diretos à saúde.

Em comunicado oficial, a Anvisa afirma que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”. O órgão reforça ainda que, diante desse cenário, as chamadas canetas emagrecedoras não podem ser utilizadas “em nenhuma hipótese”, independentemente da promessa de resultados rápidos ou do custo reduzido em relação a medicamentos regularizados.

Venda irregular e riscos à saúde

A proibição ocorre em um contexto de crescimento da busca por medicamentos associados à perda de peso, impulsionada tanto por indicações médicas quanto por tendências difundidas nas redes sociais. Substâncias como a tirzepatida e a retatrutida vêm sendo estudadas e utilizadas, em ambientes controlados, para tratamento de diabetes e obesidade. No entanto, apenas versões que passaram por todas as etapas de análise e aprovação podem ser prescritas e vendidas legalmente.

No caso das canetas vetadas, a Anvisa ressalta que não existe qualquer comprovação de que o conteúdo corresponda ao que é anunciado. Sem controle de qualidade, não é possível saber se a dosagem está correta, se há contaminação ou se a substância declarada sequer está presente. A ausência dessas garantias pode levar a efeitos adversos graves, falha terapêutica ou agravamento de condições de saúde preexistentes.

A agência também chama atenção para o fato de que medicamentos injetáveis exigem cuidados ainda mais rigorosos. Problemas na fabricação, no armazenamento ou no transporte podem comprometer completamente o produto. Quando esses processos ocorrem fora da fiscalização sanitária, o risco ao usuário aumenta de forma significativa.

Além disso, a Anvisa reforça que a divulgação desses produtos também está proibida. Influenciadores, vendedores e qualquer pessoa física ou jurídica que promova as canetas emagrecedoras pode ser responsabilizada. A comercialização sem autorização configura infração sanitária e pode resultar em multas, apreensão de produtos e outras penalidades previstas em lei.

O órgão orienta que consumidores desconfiem de medicamentos vendidos fora de farmácias ou estabelecimentos autorizados, especialmente quando a oferta ocorre por meio de redes sociais ou aplicativos de mensagens. Preços muito abaixo do mercado, promessa de resultados rápidos e ausência de bula ou informações claras sobre o fabricante são sinais de alerta.

A resolução publicada no Diário Oficial da União reforça o papel da Anvisa na proteção da saúde pública e no combate ao comércio irregular de medicamentos. A agência mantém canais para denúncias e esclarecimentos e recomenda que qualquer suspeita de venda ilegal seja comunicada às autoridades sanitárias.

Com a decisão, fica formalmente proibido o uso das canetas emagrecedoras à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida de todas as marcas e lotes em circulação no país. A Anvisa reforça que somente medicamentos registrados, prescritos por profissionais habilitados e adquiridos em estabelecimentos regulares oferecem segurança mínima ao paciente.

Fonte: Agência Brasil
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21 de janeiro de 2026 0 comentário
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Uso de canetas emagrecedoras exige atenção redobrada entre idosos, alertam geriatras
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Uso de canetas emagrecedoras exige atenção redobrada entre idosos, alertam geriatras

por Esteticare 7 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

O uso de canetas emagrecedoras por pessoas idosas exige cautela e acompanhamento médico para evitar o agravamento do declínio funcional. A avaliação é do presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva, em entrevista à Agência Brasil nesta terça-feira (6). Segundo ele, sem orientação adequada, pessoas com 60 anos ou mais ficam mais expostas aos efeitos adversos dessas medicações.

Entre os riscos imediatos estão náuseas, vômitos e dificuldade de ingestão de alimentos e líquidos, o que pode levar à desidratação e a distúrbios eletrolíticos. A médio prazo, também há risco de desnutrição, sobretudo quando o medicamento reduz de forma significativa o apetite.

Outro ponto de atenção destacado por Oliva é a perda de massa muscular associada ao emagrecimento. “Cerca de um terço do peso que a gente perde, com o uso dessas medicações, é peso em músculo, em massa magra. Não tem como a gente emagrecer apenas a gordura. O corpo perde gordura, mas perde também músculo”.

Perda muscular e impacto funcional

Na população idosa, a redução da massa muscular compromete a capacidade de realizar atividades do dia a dia. “Então, é algo muito significativo que, inclusive, pode não ser recuperado”, afirmou o presidente da SBGG.

O diretor-científico da entidade, Ivan Aprahamian, acrescenta que a combinação entre menor apetite, náuseas e perda rápida de peso pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física.

Tratamento da obesidade não é estética

Leonardo Oliva reforça que as canetas emagrecedoras são indicadas para o tratamento da obesidade, do diabetes e da apneia do sono, e não para fins estéticos. “Hoje, a gente vê os indivíduos que querem perder três quilos ou a gordura localizada, a barriga, utilizando essas medicações. Não há indicação médica para isso”.

Ele ressalta que se trata de “um tratamento muito bom, uma inovação fantástica da medicina que deve ser usada de maneira apropriada, para o diabetes, a apneia do sono ou a obesidade, que é uma doença grave crônica de difícil tratamento”.

A popularização desses medicamentos está ligada à busca pelo corpo perfeito. A SBGG alerta que o uso indiscriminado, sem supervisão médica, pode colocar a saúde em risco em idosos brasileiros.

Acompanhamento durante o tratamento

Especialistas defendem acompanhamento médico e nutricional contínuo, além de suporte de fisioterapeuta ou educador físico. A prática regular de atividade física é essencial para minimizar a perda muscular durante o emagrecimento.

Oliva orienta que não se busque emagrecimento rápido. “E esse emagrecimento precisa ser muito bem acompanhado, para que a gente consiga minimamente ingerir o que é necessário para manutenção do músculo e da saúde”.

Ele destaca a importância da ingestão adequada de vitaminas e minerais, aliada à prática regular de exercícios, especialmente musculação.

Conscientização e saúde integral

O presidente da SBGG afirma que o idoso precisa compreender que o corpo não responde da mesma forma que na juventude. Segundo ele, existe tendência genética ao acúmulo de gordura com o envelhecimento. “Então, existe uma tendência ao acúmulo de gordura com o envelhecimento, e a substituição de músculo por gordura como um processo de evolução da espécie mesmo”.

Essa predisposição torna-se um desafio, já que gordura em excesso é marcador de pior saúde. Para Oliva, a luta contra o ganho de peso deve estar vinculada à busca por saúde. “Não é só uma questão de balança, é uma questão de buscar ter mais saúde”.

Esse cuidado envolve alimentação adequada, atividade física e atenção à saúde emocional cotidiana.

Receita médica e mercado ilegal

Outro alerta diz respeito à compra dos medicamentos. Oliva destaca que as canetas devem ser adquiridas apenas com receita médica e em farmácias legalizadas. “Isso as torna mais perigosas ainda”, afirmou.

Segundo ele, a ausência de controle de qualidade aumenta o risco de contaminações. “Comprar medicação em mercado paralelo é colocar a saúde em risco de uma forma muito grande”.

Por fim, o geriatra enfatiza que a exigência de receita médica não é burocracia. “Na verdade, quando se impõe a necessidade de receita médica para se adquirir um medicamento, o que está sendo dito é que a pessoa só deve utilizar essa medicação após uma avaliação médica”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil
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7 de janeiro de 2026 0 comentário
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Beber água antes de dormir: o que a medicina indica na prática
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Beber água antes de dormir: o que a medicina indica na prática

por Esteticare 24 de dezembro de 2025
escrito por Esteticare

A dúvida sobre beber água antes de dormir é comum e não tem resposta única. Médicos costumam explicar que o efeito varia conforme a quantidade ingerida, o horário e as condições de saúde de cada pessoa. Para quem passa o dia inteiro hidratando mal, um copo pequeno pode evitar sede intensa durante a madrugada. Para outros, especialmente quem já acorda à noite para urinar, o hábito tende a atrapalhar o descanso.

Durante o sono, o corpo segue ativo. A circulação continua, os rins filtram o sangue e os músculos se recuperam. Nesse contexto, a hidratação precisa ser suficiente para não gerar desconfortos, mas moderada para não estimular despertares frequentes. É essa linha fina que orienta a maioria das recomendações clínicas.

Quando um copo pequeno pode ser útil

Beber um copo pequeno de água pouco antes de deitar pode ajudar pessoas que acordam com a boca seca ou sentem sede no meio da noite. A hidratação leve contribui para evitar a desidratação silenciosa que ocorre ao longo das horas de sono, especialmente em ambientes secos.

Outro possível benefício está relacionado às cãibras noturnas. Quem passa o dia consumindo pouca água pode sentir o efeito justamente no período de repouso, principalmente nas pernas. Nesses casos, a hidratação adequada ao longo do dia, com um pequeno reforço à noite, costuma reduzir o problema.

Há ainda impacto indireto na pressão arterial. Manter um nível adequado de líquidos ajuda a circulação e pode evitar quedas bruscas de pressão ao levantar durante a madrugada. O ponto central é não tentar compensar à noite tudo o que faltou durante o dia.

Quando a água passa a atrapalhar o sono

O problema começa quando o copo vira garrafa. Ingerir grandes volumes de líquido antes de dormir aumenta a produção de urina e eleva a chance de acordar várias vezes para ir ao banheiro. Cada despertar quebra ciclos do sono profundo e prejudica a recuperação do organismo.

Esse efeito tende a ser mais evidente em idosos. Com o avanço da idade, alterações hormonais e da função renal favorecem a produção de urina durante a noite, condição conhecida como noctúria. Nesses casos, beber muita água perto da hora de deitar costuma piorar a fragmentação do sono.

Bebidas com cafeína e álcool também influenciam. Ambas estimulam a diurese e podem aumentar a vontade de urinar, além de interferirem na qualidade do sono. Por isso, o cuidado não envolve apenas a água, mas tudo o que é consumido nas horas finais do dia.

Distribuição da hidratação ao longo do dia

Mais importante do que o copo da noite é como a água é distribuída desde a manhã. Começar o dia bebendo água ajuda a ativar o organismo após horas de jejum e reduz a necessidade de ingerir grandes volumes no período noturno.

Outro momento indicado é cerca de 30 minutos antes das refeições. Um copo nesse intervalo auxilia a digestão e pode aumentar a sensação de saciedade, o que contribui para hábitos equilibrados. Ao longo da tarde, manter ingestões regulares evita chegar à noite com sede intensa.

Para quem tem sono leve ou bexiga sensível, uma estratégia simples é reduzir volumes maiores uma ou duas horas antes de deitar. Se a sede aparecer, a orientação costuma ser optar por pequenos goles, suficientes para aliviar o desconforto sem estimular o despertar.

Como encontrar o ponto de equilíbrio

Observar os sinais do corpo ajuda a ajustar o hábito. Boca seca, dor de cabeça ao acordar e urina muito concentrada podem indicar hidratação insuficiente ao longo do dia. Já acordar várias vezes à noite para urinar aponta excesso de líquidos perto do horário de dormir.

Quando o incômodo é frequente, vale procurar um médico. Pessoas com doença renal, insuficiência cardíaca ou que usam diuréticos precisam de orientações individualizadas. Na maioria dos casos, ajustes simples resolvem o problema sem medidas extremas.

No fim, a recomendação mais consistente é constância. Beber água regularmente durante o dia e manter moderação à noite costuma garantir hidratação adequada sem comprometer o sono adequada.

Fonte: Gazeta de São Paulo
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/a-femea-indiana-doente-e-insalubre-sofre-de-insonia-jovem-asiatica-tomando-medicamento-analgesico-para-aliviar-a-dor-de-cabeca-e-beber-um-copo-de-agua-sentada-na-cama-em-seu-quarto-em-casa-de-manha_6139015.htm

24 de dezembro de 2025 0 comentário
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Senado aprova marco legal para o exercício da acupuntura no Brasil
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Senado aprova marco legal para o exercício da acupuntura no Brasil

por Esteticare 23 de dezembro de 2025
escrito por Esteticare

O Senado Federal aprovou o projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de acupunturista no Brasil. A proposta, que tramitava no Congresso Nacional desde 2019, estabelece critérios formais para a atuação profissional, reconhece diferentes perfis de formação e cria regras específicas para quem já atua na área. O texto segue agora para sanção presidencial.

Com a aprovação, a acupuntura passa a contar com um marco legal próprio, algo aguardado há anos por profissionais do setor. Até então, a prática era exercida sem uma legislação federal específica, o que gerava insegurança jurídica tanto para quem presta o serviço quanto para os pacientes.

A lei define a acupuntura como um conjunto de técnicas terapêuticas voltadas à estimulação de pontos específicos do corpo humano, principalmente por meio da aplicação de agulhas. O objetivo, segundo o texto aprovado, é manter ou restabelecer o equilíbrio das funções físicas e mentais do paciente.

Quem poderá exercer a profissão

A regulamentação autoriza o exercício da profissão de acupunturista a pessoas com diploma de graduação em acupuntura. Cursos superiores realizados fora do país também serão aceitos, desde que os diplomas sejam revalidados e registrados junto aos órgãos competentes no Brasil, conforme a legislação educacional vigente.

Além dos graduados, o texto contempla profissionais da área da saúde que possuam título de especialista em acupuntura reconhecido por seus respectivos conselhos federais. Isso inclui categorias que já utilizam a técnica de forma complementar em suas áreas de atuação, desde que atendam aos critérios estabelecidos.

O projeto aprovado pelo Senado também reconhece os técnicos em acupuntura formados por instituições de ensino devidamente reconhecidas pelo poder público. A inclusão desses profissionais atende a uma demanda antiga do setor, que já contava com cursos técnicos estruturados, mas sem respaldo legal claro.

Regra de transição para profissionais experientes

Um dos pontos centrais da proposta é a criação de uma regra de transição para quem já atua como acupunturista sem formação específica. Pela nova lei, profissionais que comprovarem pelo menos cinco anos de atuação ininterrupta na área até a data de publicação da norma poderão continuar exercendo a atividade.

A medida busca evitar a exclusão de trabalhadores que construíram carreira ao longo dos anos, muitas vezes antes da existência de cursos formalizados ou da exigência de titulação específica. A comprovação da experiência deverá seguir os critérios que ainda serão detalhados na regulamentação posterior da lei.

Integração com outras áreas da saúde

Outro aspecto relevante da proposta é a ampliação da integração da acupuntura com outras áreas da saúde. De acordo com informações da Agência Senado, o texto autoriza que procedimentos próprios da acupuntura sejam utilizados por outros profissionais da saúde em seus atendimentos.

Para isso, será necessária autorização dos respectivos conselhos profissionais. Além disso, esses profissionais deverão realizar um curso de extensão específico em acupuntura, oferecido por instituição de ensino reconhecida pelo poder público.

A exigência busca garantir que a técnica seja aplicada por pessoas com formação adequada, mesmo quando utilizada de forma complementar a outras práticas de saúde.

Segurança jurídica e organização do mercado

A regulamentação tem como objetivo central oferecer segurança jurídica aos profissionais, organizar o mercado de trabalho e estabelecer parâmetros claros para a formação e o exercício da acupuntura no país. A ausência de uma lei específica vinha gerando disputas sobre competência profissional e limites de atuação.

Com a definição de quem pode exercer a atividade e em quais condições, a expectativa é de redução de conflitos e maior transparência para a sociedade. Pacientes passam a ter mais clareza sobre a qualificação dos profissionais e sobre os critérios que regem a prática.

Origem e evolução da acupuntura

A acupuntura é uma prática milenar desenvolvida na China, baseada na inserção de agulhas em pontos específicos do corpo para o tratamento de diferentes condições de saúde. Ao longo dos séculos, a técnica se disseminou por diversos países e passou por adaptações.

Nos últimos anos, a acupuntura também avançou do ponto de vista científico e técnico. Houve desenvolvimento de métodos, ampliação do corpo teórico e maior produção de estudos, o que contribuiu para o reconhecimento da prática como recurso terapêutico complementar em diferentes contextos clínicos.

Com a aprovação da lei pelo Senado, o Brasil dá um passo importante na formalização dessa atividade, alinhando tradição, prática profissional e critérios legais em um mesmo marco regulatório.

Fonte: Gazeta de São Paulo
Foto: https://br.freepik.com/fotos-premium/acupuntura-num-salao-de-spa-foco-seletivo_218025417.htm

23 de dezembro de 2025 0 comentário
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Cuidados com corpo e pele ganham força no verão brasileiro
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Cuidados com corpo e pele ganham força no verão brasileiro

por Esteticare 17 de dezembro de 2025
escrito por Esteticare

O verão brasileiro concentra altas temperaturas, maior exposição solar e uma agenda social mais intensa. Esse conjunto de fatores costuma provocar ajustes na rotina e ampliar a atenção com o bem-estar. O comportamento aparece também nos indicadores econômicos. O mercado de beleza e cuidados pessoais no Brasil movimentou US$ 29,9 bilhões em 2024 e a projeção é alcançar US$ 43 bilhões até 2033, com crescimento médio anual de 4,1%, segundo a IMARC Group. O país ocupa ainda a quarta posição entre os maiores consumidores globais de cosméticos, de acordo com dados de 2024 do Euromonitor International, no segmento Beauty and Personal Care.

O avanço do setor acompanha uma busca mais consciente por hábitos que auxiliem o corpo a lidar com o calor, a transpiração e a exposição ao sol. Profissionais das áreas de atividade física, estética, nutrição e saúde capilar apontam práticas simples, porém contínuas, capazes de minimizar impactos típicos da estação.

Exercício físico com adaptação ao clima

O verão costuma estimular o início ou a retomada da atividade física. O exercício regular contribui para a melhora do humor, aumento da disposição e controle do peso, mas exige atenção ao calor. A Academia Gaviões, que atua há 50 anos no mercado fitness, oferece modalidades como lutas, pilates e treinos guiados, além de unidades com funcionamento 24 horas, o que permite escolher horários com temperaturas mais amenas.

Para Anderson Téu, educador físico e personal da rede Gaviões, a adaptação gradual é essencial. “É recomendado começar com treinos leves, priorizando a mobilidade e movimentos de natureza funcional. O foco deve ser a consistência para prevenir lesões e sustentar a motivação.” A orientação inclui hidratação frequente, pausas adequadas e ajuste da intensidade conforme a resposta do corpo às condições climáticas.

Proteção da pele diante do sol e da umidade

Sol intenso, suor, água do mar e piscinas podem aumentar a sensibilidade da pele e favorecer o ressecamento. Nesse cenário, produtos com ação antioxidante ganham destaque por auxiliarem na manutenção da barreira cutânea. Vanessa Vilela, bioquímica e CEO da Kapeh Cosméticos e Cafés Especiais, empresa pioneira no uso do café na cosmética, explica a importância do café verde nas formulações.

“O grão verde apresenta alta concentração de antioxidantes naturais. Esse componente auxilia na hidratação, combate o ressecamento e restabelece a luminosidade sem deixar a pele oleosa”, afirma. A Kapeh desenvolveu linhas completas com o ingrediente, indicadas para o uso contínuo durante o verão, com foco na preservação da maciez e do viço da pele.

Procedimentos estéticos para o público masculino

O interesse masculino por cuidados estéticos cresce, especialmente nos meses mais quentes, quando conforto e aparência ganham relevância. A Dra. Angela Helena Perretto, médica e responsável técnica da Homenz, rede especializada em saúde e estética masculina, aponta cuidados básicos para esse período.

“Para os homens, é fundamental investir em limpeza profunda, detox corporal e tratamentos capilares que ajudem a gerenciar a oleosidade e aprimorar a textura da pele e dos fios”, destaca. A Homenz oferece protocolos direcionados a esse público, com foco em praticidade e manutenção de resultados, considerando as características da pele masculina no verão.

Nutrição como aliada do equilíbrio corporal

Além dos cuidados externos, cresce a atenção à saúde interna como base do bem-estar. A Clínica Seven, especializada em nutrição e metabolismo, adota uma abordagem que integra testes genéticos, acompanhamento nutricional personalizado e suplementação desenvolvida a partir dessas análises. O objetivo é favorecer o equilíbrio metabólico, reduzir processos inflamatórios e melhorar o desempenho físico e mental.

Pamela Zacharias, nutricionista e responsável pela linha Seven Superfoods, observa uma mudança no perfil do consumidor. “Identificamos um aumento na busca por produtos que transcendem o estético, focando no equilíbrio emocional e na saúde metabólica.” A proposta une ciência e acompanhamento individual, com foco em resultados mensuráveis.

Cuidados capilares durante a estação

Os cabelos também sofrem com a exposição solar, o sal e o cloro. A massagem capilar surge como aliada na rotina de verão. Juliana Domingues, CEO do Linda Todo Dia, rede de salões de beleza, explica que a técnica atua no couro cabeludo e potencializa tratamentos hidratantes.

“Esse cuidado deve ser incorporado à rotina, principalmente quando o cabelo demonstra opacidade ou ressecamento”, afirma. Segundo a especialista, os movimentos estimulam a circulação local, facilitam a absorção de nutrientes e ajudam a preservar o brilho e a resistência dos fios.

Fonte: Portal Terra
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-curtindo-suas-ferias-ensolaradas_22894290.htm

17 de dezembro de 2025 0 comentário
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Magreza não é sinônimo de saúde
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Magreza não é sinônimo de saúde: Entenda o porquê

por Esteticare 4 de outubro de 2024
escrito por Esteticare

Magreza não é sinônino de saúde, aponta a medicina

Quem acha que pessoas magras estão com a saúde em dia, as coisas não são bem assim. E isso gera padrões de beleza irreais por falta de acesso a informações corretas. Em suma, a saúde vai além de um corpo magro. Entenda melhor ao longo deste artigo.

Magreza não é sinônimo de saúde

Não é de hoje que há estereótipos enganosos e perigosos sobre saúde e bem-estar.

Saber indentificar essas diferenças é primordial para as pessoas. Estudos recentes sinalizam que a relação entre peso e saúde é mais complexa do que se pensava. Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) em 2013 analisou dados de quase 3 milhões de indivíduos e concluiu que pessoas com sobrepeso (IMC entre 25 e 30) tinham um risco menor de mortalidade em comparação com aquelas com peso normal (IMC entre 18,5 e 24,9). Tal revelação sugere que o peso por si só não é um indicador confiável de saúde.

Já o levantamento publicado no European Heart Journal em 2018, destacou que a aptidão cardiorrespiratória é um indicador muito mais preciso de saúde cardiovascular do que o IMC. Os pesquisadores descobriram que pessoas fisicamente ativas, independentemente de serem classificadas como obesas, tinham menor risco de doenças cardíacas do que indivíduos inativos com peso normal.

Sendo assim, as descobertas mais recentes indicam que é possível ser magro e ter problemas de saúde, bem como é possível estar acima do peso considerado ideal e ser metabolicamente saudável.

Além disso, o processo de emagrecimento deve ser sustentado por uma transformação interna, onde a pessoa reprograma sua mente para hábitos mais saudáveis.

Peso corporal

Aqui, o importante é que a saúde não deve ser focada exclusivamente no peso corporal, e sim em hábitos saudáveis e no bem-estar integral. Isso inclui uma alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos, além de cuidados com a saúde mental e emocional. É preciso ter uma relação saudável com a comida e o corpo, promovendo a aceitação e o autocuidado.

Uma nova perspectiva

A discussão sobre a equivalência entre magreza e saúde está em pleno desenvolvimento, e é essencial para expandir a compreensão sobre o que realmente significa ser saudável. E cabe à sociedade reavaliar os padrões de beleza e saúde impostos, promovendo uma visão mais inclusiva e realista.

Por fim, dormir pouco e mal, se alimentar de ultraprocessados e viver uma rotina sedentária são, também, sinais de alerta de que este estilo de vida não é saudável, nem sustentável.

Fonte: Foto de freepik na Freepik

4 de outubro de 2024 0 comentário
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Sedentarismo mundial: OMS estima 1,8 bi de pessoas nesta condição
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Sedentarismo mundial: OMS estima 1,8 bi de pessoas nesta condição

por Esteticare 28 de junho de 2024
escrito por Esteticare

Sedentarismo mundial provoca riscos à saúde, uma vez que os índices de insuficiência de exercícios podem atingir 35% em 2030, alertam pesquisadores

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre o sedentarismo que assola o mundo. É o que revela o estudo de uma instituição, que foi detalhada na revista The Lancet Global Health.

Sedentarismo mundial

Segundo a pesquisa sobre sedentarismo mundial, cerca de um terço dos adultos (31,3%), o que corresponde a 1,8 bilhão de pessoas, não pratica atividade física suficiente, o que prejudica a saúde física e mental.

A OMS diz ainda que a falta de atividade física gera uma ameaça silenciosa à saúde global, tornando-se cada vez mais uma tendência, infelizmente.

Tendência atual preocupa

Além disso, a tendência atual, que já preocupante, se continuar, os índices de insuficiência de exercícios vão atingir 35% em 2030, alertam os pesquisadores. Já o objetivo global de reduzi-los em 15% até este mesmo ano está cada vez mais longe. Hoje, para uma pessoa ter uma boa saúde é preciso que pratique atividade física em torno de 150 minutos semanais de forma moderada; ou 75 minutos de práticas mais intensas, como corrida e esportes coletivos, por exemplo. Mas as duas práticas também podem ser combinadas.

Riscos do sedentarismo

Por outro lado, uma pessoa sedentária pode ter problemas cardiovasculares, diabetes tipo 2 e de alguns tumores, como de mama e de cólon. Porém, também podem desenvolver transtornos mentais. Vale destacar ainda que a falta de exercício físico pode acarretar em um encargo financeiro para os sistemas de saúde, afirmou um porta-voz do Departamento de Doenças não Transmissíveis da OMS.

Segundo, a presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr), a pessoa ativa fisicamente consegue ter uma sensação de bem-estar, reduzindo a percepção de doe, além de melhorar a qualidade do sono.  

Por fim, a atividade física alivia o estresse diário. Portanto, a prática regular de exercícios, sobretudo aqueles de forma coletiva, facilita a socialização e pode minimizar sentimentos de solidão. Sendo assim, ao manter uma rotina de treinos é possível proteger e melhorar as funções cognitivas, além de prevenir a neurodegeneração, que está mais associado ao processo de envelhecimento do indivíduo.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/pessoa-de-tamanho-grande-fazendo-atividades-dentro-de-casa_38878986.htm#fromView=search&page=1&position=26&uuid=84789558-9c91-4b59-b71e-1c9e4051d60a

28 de junho de 2024 0 comentário
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Alto condicionamento físico em idosos: Como é possível?
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Alto condicionamento físico em idosos: Como é possível?

por Esteticare 31 de maio de 2024
escrito por Esteticare

Alto condicionamento físico em idosos inclui uma rotina de academia, musculação e até trabalho; entenda melhor

Recentemente, o programa Globo Repórter abordou os benefícios das atividades físicas. E ao contrário do que muita gente pensa: ter fôlego, resistência e disposição não têm a ver com a idade. Prova disso é que aos 81 anos, José Carlos Barretto pratica atividade física desde a adolescência e, portanto, mantém uma rotina disciplinada de exercícios.

Alto condicionamento físico em idosos

A dedicação de José é a prova do alto condicionamento físico em idosos. Sua rotina inclui musculação e outros treinos aeróbicos, numa agenda que começa cedo e se estende ao longo do dia. E pasmem, ele ainda consegue conciliar tudo com sua profissão de advogado.

Ele ainda revelou ao repórter que pretende correr uma meia maratona de 21 km/h. Sendo assim, o condicionamento físico de José surpreende até os médicos. O cardiologista Fabrício Braga destaca que seu paciente tem a capacidade aeróbica muito acima do esperado para a idade dele, o que é ótimo.

Contudo, não é de hoje que o médico acompanha a capacidade pulmomar de idosos. Nos últimos cinco anos estudou cerca de 200 pessoas com mais de 80 anos, incluindo o caso do advogado, e concluiu que pacientes com vo2 abaixo de 80% do previsto possuem três vezes mais risco de morrer.

O cardiologista explica também que manter uma boa aptidão cardiorrespiratória junto a outros elementos da aptidão física, como força e flexibilidade, é vital para viver com qualidade. Neste caso, um aumento de vo2 é capaz de reduzir 4% de todas as internações hospitalares.

Capacidade cardiorrespiratória acima do esperado

Além do advogado José, outra história também contraria o esperado pelos médicos. É o caso da dona Ely que, aos 94 anos, possui uma capacidade cardiorrespiratória 30% acima do esperado para mulheres da mesma idade. Além disso, ela gabarita os exames de equilíbrio e de coordenação motora.

Trata-se de uma aptidão física invejável ao desempenhar tarefas do dia a dia como se tivesse 30 ou 40 anos a menos. E o médico enfatiza que desse jeito ela pode marcar a festa de 100 anos tranquilamente.

Todavia, Ely confessa que mantém uma vida ativa, apesar da genética boa. Ela diz que se exercita em casa mesmo, cuida da família e ainda trabalha fora como doméstica.

Por fim, Ely explica que acorda às 8h quando vai trabalhar, às 9h pega o
ônibus. No local de trabalho faz sua comida e coloca a roupa na máquina enquanto isso. Também passa camisas, lava banheiro, limpa a sala, lava o quintal e estende as roupas.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/conceito-de-fitness-com-formacao-de-avos_1965272.htm#fromView=search&page=1&position=42&uuid=2db062f3-d18b-4f4a-90aa-7c118db442a1

31 de maio de 2024 0 comentário
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Palmilha para idosos: Tecnologia ajuda a prevenir quedas
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Palmilha para idosos: Tecnologia ajuda a prevenir quedas

por Esteticare 3 de maio de 2024
escrito por Esteticare

Palmilha para idosos foi desenvolvida por Núcleo de Tecnologias em Saúde, em parceria com as empresas MedSênior e Primer

Agora, as pessoas da terceira idade podem ficar mais seguras, do momento em que podem evitar certas quedas. Isso ocorre por conta de uma palmilha inteligente, desenvolvida pelo Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em parceria com as empresas MedSênior e Primer, e com financiamento da FINEP.

O produto, batizado de SenseShoes, fornece informações sobre pressão do pé ao pisar, características do caminhar, postura e equilíbrio do indivíduo.

Palmilha para idosos utiliza Inteligência Artificial

A palmilha para idosos pode melhorar a mobilidade e autonomia dos pacientes. Para isso, a SenseShoes utiliza a Inteligência Artificial para conseguir ter acesso a dados dos usuários relacionados ao sistema músculo-esquelético e à identificação do risco de quedas em pessoas da terceira idade.

Segundo o idealizador da palmilha, o fisioterapeuta Lauriston Paixão, as informações fornecidas pelo produto ajudarão em tomadas de decisão relacionadas aos pacientes..

Sobre a SenseShoes

A SenseShoes é um dispositivo inovador que incorpora sensores de pressão e inerciais integrados a um sistema de software avançado, que faz a análise da distribuição da pressão plantar dos pés (baropodometria) e dos parâmetros da marcha.

O projeto de pesquisa será executado até o final deste ano. E a partir de 2025 serão iniciados os testes de validação clínica, que serão realizados com pacientes atendidos pelos Núcleos de Autonomia e Independência (NAI) da MedSênior.

Outras aplicações

A palmilha pode ser utilizada também em outras aplicações que podem ser monitoradas, como na avaliação de risco de lesão em atletas.

Neste caso, a tecnologia ajuda a identificar padrões de movimento no corpo, suscetíveis a lesões, para poder implementar estratégias preventivas nos treinos de atletas. Com a análise preditiva também é possível antecipar potenciais problemas físicos e atuar na promoção da saúde e do desempenho atlético.

Prevenção de quedas

Dados do censo de 2022 do IBGE provam que a SenseShoes é uma importante ferramenta para a prevenção de quedas de pessoas da terceira idade do momento em que a população de idosos no Brasil cresceu 57,4% em 12 anos. Além disso, os dados do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia estimam que entre os idosos com 80 anos ou mais, 40% sofram quedas todos os anos. Por sua vez, os moradores de instituições de longa permanência, asilos ou casas de repouso, a frequência de quedas é ainda maior, 50%.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/pernas-em-close-e-pessoa-usando-calcas-esportivas_12141507.htm#fromView=search&page=1&position=13&uuid=24f3207b-ea98-4b3b-b3a2-a96fe0cb0799

3 de maio de 2024 0 comentário
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Atividade física na terceira idade: Confira 4 mitos e verdades
Corpo

Atividade física na terceira idade: Confira 4 mitos e verdades

por Esteticare 12 de abril de 2024
escrito por Esteticare

Atividade física na terceira idade é fundamental para ter uma boa qualidade, mas desde que indicada por um profissional qualificado; também é importante manter exames laboratoriais e alimentação saudável em dia

Com a expectativa que cresce a cada dia, chegar à terceira idade tem feito com que mais pessoas cuidem do corpo e mente. E isso inclui a prática de atividade física regularmente, além de manter uma alimentação saudável. Mas não se esqueça de buscar um profissional qualificado para auxiliá-lo. Neste artigo, confira quatro mitos e verdades acerca dos exercícios físicos entre os idosos.

Muitos estudos já provaram que há muitos benefícios na prática regular de exercícios físicos. Além de ser possível ganhar massa muscular.

Atividade física na terceira idade

Envelhecer bem é preciso querer, mas também entender como isso é possível. Porém, ainda surgem alguns mitos sobre os tipos de atividade física na terceira idade que podem ou não ser desempenhados. E também surge a dúvida se as pessoas 60+ devem ou não se exercitar com força e intensidade, assim como possíveis danos que esses exercícios poderiam acarretar.

Além disso, a prática regular de exercícios físicos integra o processo degenerativo do envelhecimento, podendo até mesmo retardá-lo. Em suma, é chegar à terceira idade com saúde corporal e mental.  

Em recente declaração ao portal Terra, a médica nutróloga e cofundadora do canal Longidade, Dra. Andrea Pereira esclareceu:

“Com a prática de atividades físicas, parte do processo degenerativo do envelhecimento é retardado. Há também uma significativa melhora na circulação, na oxigenação das células, da imunidade e da densidade óssea, ou seja, o corpo funciona de maneira mais equilibrada.”

Mitos e verdades sobre atividade física para 60+

A seguir, conheça quatro mitos e verdades que muitas vezes impedem ou atrapalham o envolvimento de pessoas idosas com a prática de exercícios físicos:

1 – É possível adaptar as atividades para os idosos

Verdade. Basta considerar as limitações e condições físicas de cada um, e com isso há a possibilidade de adaptar as atividades físicas conforme cada necessidade e vontade.

2 – A perda de flexibilidade é inevitável com a idade

Mito. A flexibilidade pode ser mantida e até melhorada com a prática regular de exercícios específicos. Isso inclui: yoga, alongamentos e pilates. Cada um deles pode ajudar na prevenção de lesões, melhorando a mobilidade do idoso.

3 – A atividade física contribui para a prevenção de quedas

Verdade. Os exercícios que melhoram o equilíbrio e a coordenação podem reduzir significativamente o risco de quedas, algo que pode ocorrer com mais frequência na vida de um idoso. Além disso, o fortalecimento dos músculos também evita essas quedas. Portanto, nunca é tarde para começar a praticar atividade física.

4 – O corpo humano não precisa praticar atividades físicas à medida que envelhece

Mito. A atividade física traz uma série de benefícios tanto físicos quanto mentais, como melhora das articulações, da respiração e da atividade cardiovascular.

Por fim, diante desses esclarecimentos, o próximo passo é procurar um médico, realizar exames para saber se já está apto a começar e, em seguida, buscar um educador físico que passe exercícios adequados.

*Foto: Reprodução/https://br.freepik.com/fotos-gratis/homem-de-tiro-completo-fazendo-flexoes-na-natureza_5200565.htm#fromView=search&page=1&position=6&uuid=8b25fff0-6ffe-4bca-b9f8-8318fe047b2a

12 de abril de 2024 0 comentário
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