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Suplemento alimentar natural da Amazônia gera renda a comunidades
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Suplemento alimentar natural da Amazônia gera renda a comunidades

por Esteticare 29 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

Suplemento alimentar natural é administrado por startup paraense que produz um mix com 14 ingredientes da floresta, e atua como uma refeição saudável e que também nutre a economia amazônica

Um suplemento alimentar concentrado, geralmente em pó, para o preparo de bebida ou sopa,, chamado de meal replacement, como o nome sugere, pode substituir ou complementar refeições, com o foco na saúde integral de quem está consumindo.

Suplemento alimentar natural da Amazônia

Muitos podem pensar ainda que se trata de comida de astronauta. Porém, ele gera um mercado global que atingiu US$ 12 bilhões em 2022, com expectativa de chegar a U$S 16 bilhões em 2028, segundo um levantamento feito este ano pela Market Data Forecast. Além disso, dona da maior biodiversidade e diversidade cultural do planeta, a Amazônia é um terreno fértil de super alimentos, que são ótimas bases para esse tipo de suplemento alimentar natural.

E é exatamente por tudo isso que uma empresa, sediada em Altamira (PA), está investindo nesse nicho e produzindo alimentos funcionais com insumos do extrativismo sustentável, unindo ciência e os saberes tradicionais de quem mais sabe conservar a floresta, pois trabalha junto com os povos tradicionais e originários que vivem em regiões como a Terra do Meio, situada entre os rios Xingu e Tapajós, com 9 milhões de hectares da floresta amazônica em pé, um de seus parceiros estratégicos. A startup Mazô Maná propõe um modelo de negócio sustentável, com foco nos mercados local, nacional e exportação. Seu primeiro produto é um suplemento alimentar que leva 14 ingredientes amazônicos.

Mazô Maná

“Ao olhar o mapa de desmatamento na Amazônia, é fácil perceber que onde tem população tradicional tem floresta em pé!”, afirma um dos fundadores da startup, Marcelo Salazar. “Por isso, a motivação da Mazô Maná é inovar na geração de valor para floresta e seus povos, seja pelo desenvolvimento de formulações para multi ingredientes amazônicos, sempre que possível processados nas comunidades, ou pela busca de mecanismos adicionais aos produtos para valorização do papel de conservação da mata e rios que os povos tradicionais exercem com seus modos de vida. Por aqui, acreditamos que o futuro da Amazônia está na diversidade socioambiental, numa economia do conhecimento, que valoriza e remunera a floresta em pé”, completa.

A iniciativa traz no modelo novas oportunidades de renda para além da compra de ingredientes. Os produtos são desenvolvidos em parceria com comunidades locais como o Rio Novo, na Resex do Rio Iriri, um dos integrantes da Rede Terra do Meio e com nutricionistas, engenheiros, biólogos e arqueólogos que fazem parte da rede que a Mazô mobiliza.

Agregando valor

Além de comprar os ingredientes, a startup ajuda a rede a agregar valor em seus produtos com desenvolvimento de tecnologias de beneficiamento, como um desidratador de frutas e castanhas, com dupla alimentação de energia solar (aquecimento e fotovoltaica), em parceria com outras empresas e organizações da sociedade civil.

O modelo de negócio conta ainda com o desenvolvimento de um braço de serviços, voltado a empresas e outras organizações com interesse no desenvolvimento de projetos nas mesmas regiões em que a Mazô já possui parcerias de fornecimento de ingredientes. É um modo de criar mecanismos que geram receita e, ao mesmo tempo, fortalecem o meio de vida dos povos tradicionais e suas organizações, além de manter a floresta de pé.

Os principais focos estão no desenho de projetos de Pagamento por Serviços Socioambientais (PSSA), créditos de carbono de alta integridade e “nature positive”, contribuindo com empresas, associações comunitárias, ONGs e governos com diagnósticos, apoio nos processos de consulta a comunidades, projetos de intervenção nos territórios, desenho e monitoramento de indicadores — com foco nas boas práticas de ESG para empresas e em projetos que contribuam com os Planos de Vida das comunidades.

ODS e AMAZ

E a iniciativa também está alinhada diretamente com três Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) — fome zero e agricultura sustentável, trabalho decente e crescimento econômico e consumo e produção responsáveis —, a Mazô Maná, é uma das empresas selecionadas para ser acelerada pela AMAZ em 2023. Justamente por esse trabalho inovador, a Mazô Maná foi um dos cinco negócios escolhidos pela AMAZ, uma aceleradora de startups da Amazônia, para receber investimento em 2023.

As outras startups selecionadas foram: Ekilibre, Simbiótica Finance, Manawara e Cumbaru, todas soluções baseadas na riqueza da biodiversidade da região. Em fase de lançamento do primeiro produto e com um pré-seed de R$ 2,3 mi, o negócio da Mazô busca ser modelo para combater a emergência climática. Entretanto, também pretende tornar mais acessível uma alimentação balanceada e saudável para o consumidor final.

Instituto Akatu e GlobeScan 2021

Os brasileiros estão interessados nisso. De acordo com o Instituto Akatu e a GlobeScan 2021, nossa população quer ter um estilo de vida mais saudável e sustentável. Pelo menos 50% dos ouvidos por uma pesquisa feita por eles, se dizem dispostos a pagar mais por produtos ou marcas sustentáveis. Portanto, a comida do futuro vai ter que se adaptar para atender a um público cada vez mais exigente e consciente. Iniciativas como a Mazô Maná mostram o caminho.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/capsulas-de-oleo-de-peixe-com-omega-3-e-vitamina-d-em-um-frasco-de-vidro-sobre-uma-superficie-de-concreto-branco_12829013

29 de dezembro de 2023 0 comentário
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Alimentação adequada impacta a saúde e a beleza da pele
Alimentação

Alimentação adequada impacta a saúde e a beleza da pele

por Esteticare 1 de dezembro de 2023
escrito por Esteticare

A alimentação adequada, segundo especialistas, há comidas que favorecem ou retardam o envelhecimento precoce

A relação entre alimentação e saúde da pele é tão significativa que os profissionais de saúde advertem que a dieta pode influenciar positiva ou negativamente nos resultados de tratamentos estéticos. O que ingerimos, por exemplo, pode influenciar a formação de manchas e enfraquecer as defesas naturais do tecido cutâneo. Portanto, o cuidado com a pele começa pelos alimentos que consumimos no dia a dia.

Alimentação adequada

De acordo com a Dra. Ana Maria Pellegrini, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é possível sintetizar as recomendações de uma alimentação adequada na seguinte direção: “Dietas menos inflamatórias diminuem a degradação do colágeno, uma proteína que mantém nossa pele mais firme. Recomendamos frutas ricas em antioxidantes, verduras, legumes e proteínas”, explica a médica.

Para consumir com cuidado

Por sua vez, a Dra. Marcella Garcez, nutróloga, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), dá alguns sinais do que manter longe da despensa: “Alguns alimentos, quando consumidos em excesso, podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele devido aos seus efeitos negativos e oxidantes, levar à piora da hidratação, alterar os vasos sanguíneos e aumentar o risco de doenças inflamatórias e oxidativas, fatores que levam ao envelhecimento precoce ou acelerado.”

Ainda segundo ela, os alimentos que podem causar esses efeitos, são: aqueles “ricos em açúcar adicionado, como doces e guloseimas; os ricos em gorduras saturadas e gorduras trans, como os alimentos gordurosos de origem animal, fast foods, frituras de imersão, produtos de panificação, carnes processadas como os frios e embutidos; alimentos industrializados ultraprocessados, como refrigerantes, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados e macarrão instantâneo; consumo excessivo de sal; bebidas alcoólicas e cafeinadas”.

Envelhecimento da pele

 A Dra. Ana Maria Pellegrini explica ainda que a radiação solar está em primeiro lugar como fator extrínseco acelerando o envelhecimento da pele. Porém, hábitos de vida como tabagismo, alcoolismo, estresse, vida sedentária, poluição e, especialmente, alimentos com alto índice glicêmico e ultraprocessados devem ser citados e considerados no processo de envelhecimento da pele.

Importância das proteínas para a pele

A atenção principal deve ser voltada ao consumo de proteínas. “Não adianta gastar fortunas em tratamentos estéticos com bioestímulo de colágeno, lasers, peelings etc. Se não há tijolos disponíveis para a fabricação de colágeno na pele, se os nutrientes necessários (aminoácidos) não são ofertados”, explica a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida.

A médica diz que 70% de nossa pele é composta por proteínas. Mas para conseguir “bater a meta” da proteína diária não é fácil só com uma alimentação adequada. “Por exemplo, uma pessoa com 70kg que faz atividade física de moderada intensidade, precisa de cerca de 100g de proteína por dia. Um bife bovino de 100g tem cerca de 30g de proteínas, um ovo apenas 6g. E ingerir a quantidade recomendada de proteínas fica ainda mais difícil quando sabemos que conseguimos absorver apenas 30g de uma vez, e que com a idade diminui a capacidade de absorvermos proteínas”, afirma.

Por isso, o acompanhamento de um nutricionista é fundamental para uma dieta equilibrada.

Equilíbrio entre micro e macronutrientes

A nutróloga analisa que existem diversos alimentos que são fontes de micronutrientes (antioxidantes, vitaminas e minerais) e macronutrientes importantes para a pele. “Os antioxidantes na dieta podem desempenhar um papel importante na prevenção do envelhecimento da pele e anexos cutâneos, pois são compostos que ajudam a proteger as células do corpo contra os danos causados pelos radicais livres, moléculas instáveis que podem causar estresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento prematuro da pele e a uma variedade de problemas dermatológicos”, explica a Dra. Marcella Garcez.

Entre os principais micronutrientes para a pele, estão:

  • Vitamina C: um cofator na produção de colágeno;
  • Vitamina E: protege a pele contra os danos causados pela exposição ao sol e pelos radicais livres;
  • Vitamina A: conhecida por sua capacidade de estimular a renovação celular e reduzir rugas e manchas na pele;
  • Carotenoides: entre eles o betacaroteno, precursor da vitamina A, encontrados em alimentos como cenouras, abóbora, batata-doce e tomate, que ajudam a proteger a pele contra danos causados pelos raios UV;
  • Selênio e o zinco: essenciais para a síntese endógena de enzimas antioxidantes pelo corpo, que ajudam a reduzir o envelhecimento precoce ou acelerado da pele.

“Também podemos incluir na lista os polifenóis, encontrados em alimentos como chá-verde, vinho tinto e frutas vermelhas, pois eles têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias”, acrescenta a médica.

Ômega 3 e silício para a saúde da pele

A nutróloga também recomenda os alimentos ricos em ácidos graxos do tipo ômega 3, como os peixes de água fria, nozes, sementes como chia e linhaça, folhas verde-escuras e algas, importantes para a proteção antioxidante do compartimento lipofílico da pele e anexos cutâneos.

A farmacêutica e gerente científica da Biotec Dermocosméticos, Patrícia França, destaca a importância do silício como outro elemento indispensável. “[…] Uma das suas principais funções está relacionada à síntese de colágeno tipo I e aumento da expressão da atividade da enzima prolina hidroxilase, substâncias importantes para firmeza, sustentação e hidratação da pele”, explica.

Alguns alimentos contêm silício, mas ele não é devidamente absorvido: “A questão é que sob a forma de ácido ortosilícico, ele tende a se polimerizar no organismo transformando-se em sílica insolúvel (inativa) pouco absorvida no estômago. O silício orgânico para ser absorvido pelo organismo e se tornar ativo para desempenhar as suas funções ideais precisa estar ligado a macromoléculas e ser hidrossolúvel […]”, explica.

Hidratação sempre

Por fim, vale lembrar que o consumo adequado de água é essencial. “A hidratação adequada e o consumo de água têm um impacto significativo no aspecto da pele, especialmente quando se trata de retardar os sinais de envelhecimento”, explica a Dra. Marcella Garcez.

Segundo ela, a água ajuda a manter a hidratação da pele e, com isso, favorece a elasticidade, importante para evitar a flacidez e a perda de firmeza cutânea. “A água também ajuda o organismo a eliminar toxinas e resíduos, além de regular a temperatura corporal e a circulação sanguínea, o que pode influenciar a saúde e o aspecto da pele”, finaliza.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/bife-de-frango-coberto-com-gergelim-branco-ervilhas-tomates-brocolis-e-abobora-em-um-prato-branco_10037987

1 de dezembro de 2023 0 comentário
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Solidão nos idosos tem alterado alimentação no Japão
Alimentação

Solidão nos idosos tem alterado alimentação no Japão

por Esteticare 4 de novembro de 2023
escrito por Esteticare

O Japão é um ótimo modelo para se avaliar os impactos do envelhecimento populacional. Vale destacar que se trata de um país em que o número de idosos que moram sozinhos cresce ainda mais. Diante disso, uma reportagem recente publicada no The Japan Times analisou a influência da solidão sobre os hábitos de alimentação dos japoneses.

Mudança da dieta

Os hábitos alimentares japoneses são frequentemente citados como fator relacionado à alta expectativa de vida no país. As refeições, conhecidas como washoku, são compostas geralmente de arroz, frutos do mar e peixes, além de alimentos à base de plantas, em conserva e fermentados. São ricas em proteínas e nutrientes e pobres em carboidratos e calorias. Porém, o preparo desses pratos não é simples e pode ser demorado, dificultando a rotina do idoso que vive só.

Solidão dos idosos

Além disso, a solidão dos idosos significa que eles podem perder a motivação ou não ter energia para preparar as próprias refeições. Sendo assim, é cada vez mais comum que os mais velhos optem por alimentos processados e em porções menores, sem prejuízos para a nutrição.

Hoje, o Japão possui um mercado crescente de consumidores mais velhos, solitários e que comem menos. Por exemplo, as pizzas grandes compartilhadas tiveram redução do consumo. Assim, a maior rede de entrega de pizza no Japão lançou um conjunto de refeições que permite pedir uma pizza pequena com dois acompanhamentos por um preço razoável. Em paralelo, houve um aumento na oferta de produtos nutricionalmente equilibrados e fáceis de preparar para aqueles que não têm tempo ou energia para cozinhar. Além disso, supermercados móveis fazem entregas domiciliares para atender àqueles com limitações. Muitos envolvidos nessas entregas participam de programas de apoio comunitário.

Solidão é um problema

Desde 2009, a Universidade de Osaka tem conduzido pesquisas sobre os hábitos alimentares solitários entre os residentes mais velhos da cidade de Tosa, nas montanhas da província de Kochi.

Neste caso, observou-se que quase 33% dos 856 indivíduos a partir dos 65 anos que participaram do estudo faziam refeições sozinhos por mais da metade da semana e, mesmo entre aqueles que moravam com suas famílias, 20% comiam sozinhos. Geralmente, idosos que comem sozinhos têm ingestão alimentar menos diversificada, pior saúde psicológica, maior risco de desnutrição e tendências depressivas.

Implicações

As refeições são momentos importantes de socialização entre familiares ou amigos. Trazem alegria, matam saudades e aliviam tensões. A experiência da população japonesa é didática. Mostra a relevância em combater a solidão de todos, principalmente dos mais idosos. Na tentativa de combater o problema, pesquisadores japoneses criaram um grupo de bate-papo com voluntários, pesquisadores, uma assistente social e cinco moradores de Tosa com idades entre 64 e 85 anos. Os participantes receberam instruções para usar smartphones e foram incentivados a compartilhar fotos e mensagens relacionadas às suas refeições. Os resultados foram animadores.

Conclusão

Por fim, podemos concluir que a necessidade de incluirmos o combate à solidão e ao isolamento social nos programas de prevenção e combate às doenças são fundamentais.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/vista-frontal-do-velho-em-uma-casa-de-repouso_10893005

4 de novembro de 2023 0 comentário
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Prevenção do Alzheimer e outras demências: Conheça sete alimentos
Alimentação

Prevenção do Alzheimer e outras demências: Conheça sete alimentos

por Esteticare 13 de outubro de 2023
escrito por Esteticare

Prevenção do Alzheimer e outras demências inclui uma alimentação balanceada e saudável

Alimentação balanceada e saudável tem o poder de prevenir vários tipos de doenças. Manter a mente ativa, ter uma vida social satisfatória, adotar bons hábitos alimentares e praticar atividade física regularmente pode retardar e até mesmo prevenir doenças mentais como o mal de Alzheimer. Problemas que afetam o comportamento, a memória, a capacidade cognitiva e o pensamento, dificultando as atividades cotidianas, aparecem geralmente com a idade e são comumente associadas à demência. O Alzheimer é a causa mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos.

Prevenção do Alzheimer e outras demências

De acordo com a nutricionista Thais de Brito, do Spa Estância do Lago, as dietas ou recomendações alimentares, se forem seguidas adequadamente e combinadas com atividade física, atividades cognitivamente estimulantes e outras que desafiem o cérebro, podem resultar em uma redução ou até mesmo prevenção da demência em pessoas na terceira idade. “Uma alimentação saudável é um padrão alimentar que promove a melhor saúde física, mental e emocional. Ela engloba opções alimentares variadas e equilibradas que atendem às necessidades de nutrientes e energia. É sobre se sentir bem, ter mais energia, melhorar a saúde e o humor, e, consequentemente, a qualidade de vida”, detalha.

Gorduras saudáveis

A nutricionista frisa que alimentos ricos em gorduras saudáveis, como azeite de oliva, ovos, oleaginosas, peixes e óleos vegetais, produzem corpos cetônicos no fígado.

“Eles substituem a glicose como fonte de energia. A cetose crônica e os baixos níveis de glicose têm um efeito anticonvulsivante direto e indireto, além de estimular a produção de neurotransmissores inibidores”, diz a especialista, acrescentando que “devemos evitar alimentos ultra processados, ricos em gorduras adicionadas, sal e açúcar e, simultaneamente, pobre em proteínas e fibras, pois esses alimentos produzem toxinas e radicais livres, ambos prejudiciais  ao cérebro e ligados ao envelhecimento precoce”.

Sete alimentos

Confira abaixo os sete alimentos que previnem o Alzheimer e outras demências

Azeite de oliva – rico em antioxidantes, protege as células cerebrais, reduz o envelhecimento precoce e aumenta o HDL, o chamado colesterol bom.

Legumes – ingerir uma xícara de legumes variados (como beterraba, abobrinha, repolho, cenoura e abóbora) por dia. Os pigmentos que colorem os vegetais contêm diferentes compostos bio ativos que protegem o cérebro.

Peixes – o consumo deve ser preferencialmente assado ou grelhado. Peixes são ricos em ômega-3, que melhora o funcionamento dos neurotransmissores, reduzindo o risco de déficits cognitivos, além de aumentar a massa cinzenta. O atum e o salmão são os mais indicados.

Nozes – previnem distúrbios cerebrais, tendo a capacidade de proteger o cérebro contra o estresse oxidativo e a inflamação, que agravam a saúde cognitiva.

Frutas – morango, amora, framboesa, maçã e banana são ricas em flavonoides, necessários para a manutenção da função cognitiva e a redução do risco de demência e Alzheimer.

Chá verde – com efeito neuroprotetor, pode diminuir a atrofia cerebral relacionada à idade, já que é rico em polifenóis, como as catequinas.

Folhas verdes escuras – ricas em folato (vitamina B9), melhoram a capacidade cognitiva e a saúde mental.

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-senior-de-tiro-medio-olhando-pela-janela_25810452

13 de outubro de 2023 0 comentário
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Dieta biogênica: O que é e quais são os benefícios?
Alimentação

Dieta biogênica: O que é e quais são os benefícios?

por Esteticare 15 de setembro de 2023
escrito por Esteticare

Dieta biogênica consiste em consumir alimentos in natura e ingeri-los da forma mais natural

Bastou uma postagem da cantora Gaby Amarantos no último final de semana para movimentar a internet. Isso porque Gaby afirma ter adotado uma alimentação biogênica que resultou na perda de 14 quilos. “Sim, eu tenho feito enemas (lavagem intestinal), bebido muito suco vivo, comida viva, trilha, caminhadas e me sentido leve e mais conectada comigo e com a natureza”, escreveu na postagem.

Dieta biogênica

Segundo a nutricionista Daniele Borges, a dieta biogênica consiste em consumir alimentos in natura e ingeri-los da forma mais natural possível, sem passar por processamentos ou adições. “Uma alimentação à base de alimentos biogênicos leva em consideração a retirada de processados. Nesse tipo de refeição, são utilizadas sementes de girassol, amêndoas, castanhas de caju, nozes, brotos, sementes germinadas, frutas e hortaliças”, explica.

Como mudar a rotina

Sendo assim, para mudar sua rotina e adotar este tipo de alimentação, pode-se começar com a ingestão de um mamão com semente de girassol e castanhas no café da manhã, ou em lanches entre as refeições. No almoço ou jantar, opte por abobrinha, vagem e brócolis. Contudo, a nutricionista diz ainda que é importante alinhar a alimentação com a prática de exercícios físicos.

Cuidados a se tomar

Por outro lado, a nutricionista explica que há alguns cuidados a tomar. Apesar de o consumo de alimentos naturais ser rico em nutrientes, ingerir somente hortaliças em detrimento de proteínas pode ocasionar falta de vitaminas.

“Isso pode gerar cansaço, dor de cabeça e até hipovitaminose (carência de vitaminas essenciais). Por isso, a recomendação é sempre procurar um nutricionista para prescrever a estratégia nutricional que mais se adequa a você. A avaliação profissional determina a melhor escolha de alimentos com base no cálculo base de calorias e nutrientes necessários para cada um.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/postura-plana-de-pratos-com-grao-de-bico-e-pimenta-preta_7087759

15 de setembro de 2023 0 comentário
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Tratamento de câncer: como deve ser a alimentação?
Alimentação

Tratamento de câncer: como deve ser a alimentação?

por Esteticare 25 de agosto de 2023
escrito por Esteticare

Tratamento de câncer, por conta dos possíveis efeitos colaterais, é preciso fazer pequenos ajustes na dieta

Após a descoberta de um câncer, o paciente passa por inúmeras fases, desde o diagnóstico, o medo do que vai ocorrer com a sua saúde e a escolha da melhor opção terapêutica até o início do tratamento em si, que pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia, e/ou terapia alvo.

Tratamento de câncer – alimentação

Além disso, o paciente também precisa lidar com os efeitos colaterais do tratamento de câncer, que pode afetar diretamente a sua alimentação. Neste caso, a nutricionista Simone Gomes, da Rede D’Or São Luiz Oncologia, listou dicas práticas que podem ajudar nessa fase tão importante.

Pré-tratamento

Antes do início do tratamento, priorize comidas básicas, aquelas com “gostinho de feito em casa” e reduza o consumo de comida industrializada, como macarrão instantâneo, refrigerantes, bolachas, além de alimentos embutidos, como salsichas, presunto, bacon e peito de peru.

Isso é importante porque alguns quimioterápicos provocam retenção de líquidos nas células e tecidos, e com a diminuição da atividade física em função da fadiga, o paciente acaba se exercitando menos e, consequentemente, tem aumento de peso corporal.

No geral, os centros de tratamento de câncer espalhados pelo Brasil (públicos e privados) contam com suporte de nutricionistas que orientam o paciente nessa fase.

Contudo, é importante elevar o consumo de verduras, cereais, carnes magras e peixes. Na dúvida, sempre dê preferência aos alimentos naturais.

É preciso destacar que alguns alimentos ajudam a fortalecer o sistema imunológico por conterem elementos antioxidantes, como: alho, amêndoas, batata doce, brócolis, espinafre, iogurte desnatado, melancia e repolho.

Durante o tratamento

1 – Náuseas e vômitos

Náuseas e vômitos podem surgir à medida que o paciente inicia os ciclos de quimioterapia e radioterapia, sobretudo nos dias pós-aplicação.

Há medicações eficazes que podem ser prescritas pelo médico, a fim de evitar o incômodo. Porém, neste momento, é extremamente importante priorizar a ingestão de líquidos (água, água de coco, sucos naturais) para evitar a desidratação.

Mas se não estiver com apetite para comida sólida, tente sopas, caldos, vitaminas e gelatinas, No caso de sopas e caldos, deixe esfriar (mas não a ponto de ficar gelado), pois alimentos muito quentes podem intensificar a sensação de enjoo.

Evite alimentos com odores fortes, como peixes.

Tente fazer de seis a oito pequenas refeições por dia, em vez de três grandes. Muitos pacientes dizem que isso ajuda a aumentar o apetite durante esse período.

Dê preferência a alimentos cítricos, como picolé de limão, maracujá e abacaxi. O gengibre pode ser um aliado contra a náusea. Corte pequenos pedaços e adicione na água que você vai tomar ao longo do dia.

2 – Diarreia

A diarreia é um dos efeitos indesejados que podem surgir devido à medicação ou, também, por conta do estresse e da ansiedade do tratamento.

Neste caos, mantenha-se hidratado com água, água de coco ou chás (sem cafeína).

Tente fazer preparações à base de maisena, purê de batata, mandioca, mandioquinha, arroz e macarrão, pois esses alimentos ajudam a diminuir o número de evacuações.

3 – Feridas na boca

Durante o tratamento podem surgir feridas na boca, chamadas mucosites. As dores e feridas são causadas por uma infecção decorrente do tratamento oncológico, que pode influenciar diretamente os hábitos alimentares do paciente, já que as lesões são dolorosas e afetam, inclusive, o processo de deglutição.

Portanto, opte por alimentos mais pastosos e cremosos, como purês.

Outra dica é tentar amolecer os alimentos, como pães e bolachas, antes de ingeri-los. Umedeça os alimentos sólidos em sopas, caldos ou molho de tomate.

Você também pode:

  • Bater os alimentos no liquidificador para torná-los mais fáceis de engolir;
  • Utilizar um canudo para evitar feridas na boca e tornar o processo de alimentação menos doloroso.

Alimentos para evitar nesta fase:

  • Frutas ácidas (laranja, abacaxi, morango, acerola, ameixa);
  • Alimentos com pimenta;
  • Alimentos muito quentes;
  • Produtos lácteos azedos (iogurte).

4 – Boca seca

A quimioterapia e a radioterapia podem reduzir a produção de saliva, causando secura na boca (xerostomia). Para isso, tente:

  • Mascar chiclete sem açúcar para estimular o fluxo de saliva;
  • Chupar cubos de gelo ou uvas congeladas;
  • Evitar álcool e bebidas com cafeína;
  • Comer alimentos macios e úmidos, como macarrão com molho e purê de batata;
  • Usar um protetor labial hidratante para manter os lábios úmidos.

Pós-tratamento do câncer

Por fim, a nutricionista reforça que após o tratamento oncológico, muitos pacientes ficam em dúvida sobre a escolha da melhor dieta. Entretanto, não existe uma dieta específica, ou uma dieta que previna o câncer de voltar:

“É tentar manter uma alimentação natural e balanceada, com um prato colorido. Isso ajuda muito no bem-estar do paciente. Podemos investir nos alimentos naturais, ao menos três porções de fruta e hortaliças por dia; limitar o consumo de carne vermelha, carnes processadas e embutidos, mas sempre com orientação de um nutricionista.”

*Foto: Reprodução/br.freepik.com/fotos-gratis/close-up-medico-e-paciente-com-pimentao-vermelho_5603122

25 de agosto de 2023 0 comentário
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Chá de kombucha pode diminuir açúcar no sangue de diabéticos tipo 2
Alimentação

Chá de kombucha pode diminuir açúcar no sangue de diabéticos tipo 2

por Esteticare 4 de agosto de 2023
escrito por Esteticare

Chá de kombucha é tema de um estudo promissor, vez que sua fermentação com bactérias e leveduras promoveu, após quatro semanas de consumo diário, níveis menores de glicemia em voluntários diagnosticados com a doença nos EUA

Recentemente, em um ensaio clínico nos Estados Unidos, 12 pessoas com diabetes tipo 2 que tomaram a bebida de chá fermentado kombucha apresentaram níveis menores de açúcar no sangue após quatro semanas, em comparação quando beberam um placebo de sabor similar.

Estudo com chá de kombucha

O estudo com chá de kombucha foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Georgetown, da Universidade de Nebraska-Lincoln e MedStar Health, e publicado na terça-feira (1) na revista Frontiers in Nutrition. Além disso, a pesquisa traz novas conclusões após testes anteriores em roedores.

Segundo o coautor do artigo, Daniel Merenstein, professor de Ciências Humanas na Escola de Saúde de Georgetown, em comunicado:

“Alguns estudos de laboratório e em roedores de kombucha mostraram-se promissores; e uma pequena pesquisa com pessoas sem diabetes mostrou que o kombucha reduzia o açúcar no sangue. Mas, até onde sabemos, este é o primeiro ensaio clínico que examina os efeitos do kombucha em pessoas com diabetes.”

Chá é consumido há séculos

O kombucha é um chá fermentado com bactérias e leveduras que já era consumido em 200 a.C. na China. Contudo, a bebida só se tornou popular nos Estados Unidos a partir da década de 1990. Desde então, sua fama foi reforçada por crenças de que a bebida traria benefícios para a imunidade e energia aprimorada, além de reduzir a fome e inflamação. No entanto, ainda não há provas científicas suficientes disso.

Como foi o estudo

Para investigar os verdadeiros efeitos do kombucha, os 12 voluntários da pesquisa beberam oito doses diárias de cerca de 28 gramas da bebida ou um placebo diariamente por quatro semanas. Então, os indivíduos fizeram um intervalo de dois meses nessa bebida, para “limpar” os supostos efeitos biológicos dela.

Depois desse período, o chá fermentado foi trocado pelo placebo e vice-versa, sem as pessoas saberem qual estavam tomando.

Além disso, a alimentação das pessoas nesse período foi variada, revela Daniel Merenstein, professor de Ciências Humanas na Escola de Saúde de Georgetown, em comunicado.

“Um ponto forte do nosso teste foi que não dissemos às pessoas o que comer porque usamos um design cruzado que limitava os efeitos de qualquer variabilidade na dieta de uma pessoa.”

E após as quatro semanas, o kombucha pareceu diminuir os níveis médios de glicose no sangue em jejum de 164 para 116 miligramas por decilitro. Enquanto isso, a diferença após o mesmo período com o placebo não foi estatisticamente significativa.

Benefícios

O benefício do chá fermentado foi evidente, considerando que as diretrizes da Associação Americana de Diabetes recomendam que os níveis de açúcar no sangue antes das refeições estejam entre 70 e 130 miligramas por decilitro.

Todavia, para descobrir quais ingredientes são mais ativos no kombucha, os pesquisadores analisaram sua composição de microrganismos fermentadores. Com isso, descobriram que a bebida é composta por três micróbios em igual medida: bactérias do ácido láctico, bactérias do ácido acético e uma forma de levedura chamada Dekkera. O achado foi confirmado com sequenciamento de genes de RNA.

Segundo o autor sênior do estudo, Robert Hutkins, marcas de kombucha de fabricantes diversos revelaram misturas e abundâncias microbianas ligeiramente diferentes.

“No entanto, as principais bactérias e leveduras são altamente reprodutíveis e provavelmente são funcionalmente semelhantes entre marcas e lotes. Isso foi reconfortante para nosso teste.”

Evidências iniciais

Por fim, Chagai Mendelson, autor principal da pesquisa, considera que a equipe conseguiu fornecer evidências iniciais de que uma bebida comum pode ter efeito sobre o diabetes.

“Esperamos que um estudo muito maior, usando as lições que aprendemos nesta pesquisa, possa ser realizado para dar uma resposta mais definitiva à eficácia do kombucha na redução dos níveis de glicose no sangue e, portanto, prevenir ou ajudar a tratar o diabetes tipo 2.”

*Foto: Reprodução/ br.freepik.com/fotos-gratis/variedade-com-deliciosa-bebida-kombucha_13182317

4 de agosto de 2023 0 comentário
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Merenda escolar do RJ
Alimentação

Merenda escolar do RJ: Eduardo Paes sanciona lei que melhora condição

por Esteticare 14 de julho de 2023
escrito por Esteticare

Merenda escolar do RJ, segundo a nova lei, estimula a venda ou oferta de alimentos naturais ou minimamente processados

A Prefeitura do Rio de Janeiro dá um grande passo no combate à obesidade infantil, considerada uma doença crônica, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Sendo assim, desde quarta-feira (12), está em vigor na cidade a lei municipal que promove a saúde e determina a substituição de bebidas e alimentos ultraprocessados em todas as cozinhas e cantinas de escolas – públicas e privadas – de ensino infantil e fundamental. Além disso, o prefeito Eduardo Paes sancionou a lei proposta pela Câmara de Vereadores por meio do decreto nº 52.842.

Merenda escolar do RJ

Com isso, o objetivo da nova lei é promover ambientes saudáveis para os alunos dentro das escolas e que, consequentemente, impacta positivamente na merenda escolar do RJ. Vale destacar que no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, de 2019, 29% das crianças de 5 a 9 anos de idade estão acima do peso e 13% são obesas. É o que explicou o secretário municipal da Casa Civil, Eduardo Cavaliere:

“As nossas crianças precisam ser protegidas. A obesidade pode provocar doenças graves, como diabetes e hipertensão. As crianças precisam ter acesso apenas a alimentos saudáveis dentro da própria escola. Como poder público, precisamos estar alertas não só com a educação, mas também com a saúde.”

O que são alimentos ultraprocessados?

São considerados alimentos ultraprocessados os produtos industrializados. Ou seja, que são pobres nutricionalmente e ricos em calorias, constituídos por cinco ou mais ingredientes, especialmente:

  • gorduras vegetais hidrogenadas;
  • os óleos interesterificados;
  • amido modificado;
  • xarope de frutose;
  • isolados proteicos;
  • agentes de massa;
  • espessantes;
  • emulsificantes;
  • corantes;
  • aromatizadores;
  • e realçadores de sabor.

O que não terá mais nas escolas do Rio

Como exemplos do que não poderão ser distribuídos nas escolas cariocas, temos: biscoitos recheados, refrigerantes, salgadinhos, chocolates, entre outros. Portanto, agora nestes locais devem ser oferecidos nos lanches: sucos naturais, chás, água de coco, leite batido com frutas e aveia e frutas in natura, por exemplo.

Prazo para mudanças

As escolas têm o prazo de 180 dias para se adequar às novas regras para venda e oferta de alimentos dentro das instituições. O não cumprimento resultará em notificação no prazo de 10 dias, advertência e, em casos de escolas particulares, multa diária de R$ 1.500, até que a irregularidade seja sanada. A fiscalização ficará a cargo da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde. Além disso, o estabelecimento de ensino poderá responder solidariamente por infrações cometidas pelo responsável pela cantina ou serviço de alimentação terceirizado, instalado em suas dependências, ressalta o secretário de Saúde, Daniel Soranz:

“Incentivar o consumo de produtos minimamente processados é uma tendência dos países desenvolvidos, e nada melhor que ensinar este consumo saudável para as crianças, que são os principais influenciadores de consumo na família. Para o Brasil, que tem a maior produção agropecuária do mundo, faz muita mais sentido. Lembro que esta não é a lei do não pode e sim uma lei que abre caminho ao consumo mais saudável.”

Campanhas de incentivo

A Prefeitura do Rio também vai desenvolver campanhas que estimulem o consumo de alimentos in natura e minimamente processados, além de incentivar a aquisição de gêneros alimentícios produzidos no âmbito local pela agricultura familiar e pelos empreendedores familiares rurais.

Contudo, na rede municipal, a Unidade de Nutrição Annes Dias (Unad) conta com uma equipe de nutricionistas para produzir e fornecer materiais que orientam os profissionais nas unidades de ensino sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O programa possui várias referências, entre elas o Guia Alimentar da População Brasileira, que foi uma das bases para a nova regulamentação. A alimentação nas escolas municipais é composta em sua maior parte por alimentos in natura ou minimamente processados. É o que confirmou o secretário de Educação, Renan Ferreirinha:

“Nossa merenda já é muito saudável e um orgulho da rede municipal de ensino. É uma grande operação logística servir mais de um milhão de refeições por dia para nossos alunos. E é com esse trabalho que nossas escolas desenvolvem, nas crianças, o hábito de uma alimentação saudável que elas levarão para o resto de suas vidas.”

Em números

Atualmente, a Secretaria de Educação serve o equivalente a 400 toneladas de alimentos por dia, nas 1.549 escolas municipais. Atende 660 mil alunos. Vale lembrar que refrigerantes, doces, biscoitos recheados, frituras e outros ultraprocessados foram excluídos dos cardápios há alguns anos, para promover o compromisso de oferecer uma alimentação nutritiva e equilibrada para os alunos, seguindo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Por fim, a SME também desenvolve projetos de hortas nas escolas e estimula a compra de produtos da agricultura familiar.

*Foto: Reprodução/Flickr (Sergio Amaral/MDS – flickr.com/photos/mdsgovbr/16263422845)

14 de julho de 2023 0 comentário
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Osteoporose: confira plano alimentar
Alimentação

Osteoporose: confira plano alimentar

por Esteticare 20 de junho de 2023
escrito por Esteticare

Para quem tem osteoporose, saiba que há alimentos ricos em cálcio e vitamina D, principais aliados na luta contra a doença

A alimentação é fator fundamental no tratamento da osteoporose, que é a redução da massa óssea, bastante comum em idosos. De acordo com a nutricionista Flávia Ribeiro, os alimentos ricos em cálcio e vitamina D são os principais aliados na luta contra a doença.

Alimentação para quem tem osteosporose

O cálcio é o principal fator que auxilia na formação, estrutura e manutenção dos ossos. Além disso, há uma grande variedade de alimentos que são ricos neste mineral e que podemos consumir todos os dias, nas quantidades recomendadas pelo médico. Confira neste link o cardápio alimentar que Flavia montou para as pessoas que sofrem de osteosporose.

Atenção

Porém, tenha atenção. É essencial que o(a) nutricionista seja consultado para avaliar cada caso individualmente. Isso porque em caso de o paciente tiver qualquer outra patologia, além desta doença, o cardápio pode mudar completamente.

Alimentos ricos em Cálcio

Vegetais

Couve manteiga, espinare, agrião, brócolis, rúcula, quiabo, couve de bruxelas, batata doce, abóbora, tomate.

Frutas

Figo, laranja, tangerina, açaí, pêra, uva, manga, kiwi, mamão, amora, ameixa seca, figo seco,

damasco, tâmara, castanha de caju, do pará, amêndoa, nozes./ oleaginosas- magnésio/

Temperos secos

Manjericão, salsa, orégano, alecrim, tomilho, hortelã.

Leite e derivados

Queijo, iogurte, tofu, leite de soja.

Peixes

Atum, sardinha, salmão.

Leguminosas

Feijão branco, grão de bico, de soja.

Ovo

Gergelim, sementes de linhaça, chia, aveia, quinoa.

Cereais matinais

Flocos de milho.

Alimentos ricos em Vitamina D

Peixes: atum , salmão, sardinha, truta, arenque

Cogumelos expostos a luz ultravioleta

Óleo de fígado de bacalhau

Frutos do mar

Fígado

Gema de ovo

Laranja

Leite de soja

Azeite Extra Virgem

Por fim, a vitamina D aumenta a absorção de cálcio no intestino, por isso Flavia faz um alerta:

“Não basta comer os alimentos ricos em vitamina D, é preciso ter exposição ao Sol pelo menos de 20 a 30 minutos por dia, entre 10h e 16h, para estimular a produção da vitamina no organismo.”

*Foto: Reprodução/Unsplash (CA Creative – unsplash.com/pt-br/fotografias/kC9KUtSiflw)

20 de junho de 2023 0 comentário
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Dieta na prevenção do câncer
Alimentação

Dieta na prevenção do câncer: entenda o caso

por Esteticare 30 de maio de 2023
escrito por Esteticare

Dieta na prevenção do câncer possui diversos artigos publicados pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) com as principais conclusões das pesquisas

Manter o peso na faixa saudável, praticar atividade física com regularidade e não fumar são fatores importantes na prevenção do câncer, de acordo com especialistas na doença. E assim como uma dieta para diabéticos pode ajudar a reduzir riscos, uma dieta na prevenção do câncer também pode ajudar. Confira ao longo deste artigo o que diz os estudos e a posição da Sociedade Americana de Oncologia Clínica sobre o assunto.

Dieta na prevenção do câncer

No entanto, quando se trata da alimentação que compõe a dieta na prevenção do câncer, dividem opiniões, ideologias e radicalismos, ao passo que também faltam evidências científicas.

Contudo, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) acaba de publicar as principais conclusões das pesquisas sobre o papel da dieta na prevenção.

Segundo o relado, atualmente um terço dos casos de câncer está associado a escolhas de estilo de vida que incluem a alimentação. E apesar de muitos pesquisadores terem se dedicado a esse tema, não é fácil chegar a conclusões definitivas.

5 pontos importantes

A seguir, confira os cinco pontos mais importantes.

Não há provas da existência de dietas capazes de evitar o aparecimento da doença:

É possível que dietas ricas em grãos, azeite de oliva, óleo de peixe, nozes, avelãs, amêndoas e castanhas do Pará reduzam a incidência de câncer de mama, porém, não a mortalidade. Entretanto, faltam estudos que comprobatórios. Isso porque a maior parte dos casos de câncer está relacionada a mutações gênicas. Sendo assim, é pouco provável que alguns alimentos sejam capazes de corrigi-las.

Vegetais como as crucíferas (brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas e outras) são ricos em minerais e vitaminas:

Seus efeitos protetores foram documentados em relação aos cânceres de boca, faringe, cordas vocais, esôfago e estômago. Por outro lado, pode ser que esses vegetais façam parte da alimentação de pessoas mais cuidadosas. Ou seja, pelo seu estilo de vida podem estar protegidas de diversas outras doenças, inclusive o câncer.

A soja:

Um estudo revelou que, num período de nove anos, mulheres com câncer de mama que consumiram quantidades maiores de produtos de soja reduziram em 21% o risco de morrer da doença.

O café:

Já em relação ao consumo de café e o risco de câncer, as informações ainda são confusas. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), após rever de perto mais de mil estudos, concluiu que tomar café não aumenta a incidência da doença. Pelo contrário, reduz o risco de câncer de fígado e de endométrio. E que ingerir bebidas muito quentes eleva o risco de câncer de esôfago.

Churrascos:

Um estudo recente revelou que a ingestão de quantidades maiores de carnes grelhadas e defumadas pode aumentar a incidência de câncer de mama, pois essas formas de preparo estão associadas à produção de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), substâncias carcinogênicas em animais de laboratório.

Todavia, os estudos populacionais não conseguiram estipular relações causais definitivas entre a exposição aos HAPs produzidos no preparo de churrascos e carnes defumadas e o aparecimento de câncer em seres humanos.

E pode ser provável que a formação de HAPs esteja associada à poluição, ao tabagismo e a outras fontes ambientais como uma importância maior.

Por fim, alguns trabalhos levantaram a suspeita de que consumo exagerado de carne frita e de churrascos bem passados estejam associados ao aumento de risco de câncer de cólon, reto, pâncreas e próstata.

*Foto: Reprodução/Unsplash (Louis Hansel – unsplash.com/pt-br/fotografias/MlPD-AzZYMg)

30 de maio de 2023 0 comentário
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