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Carnaval

Pós-Carnaval: como reorganizar o intestino e recuperar a energia depois dos excessos
Corpo

Pós-Carnaval: como reorganizar o intestino e recuperar a energia depois dos excessos

por Esteticare 17 de fevereiro de 2026
escrito por Esteticare

Calor, noites curtas, álcool e alimentação desregulada costumam deixar marcas no organismo após o Carnaval. Especialistas apontam que a combinação favorece a chamada “ressaca intestinal”, quadro marcado por inchaço, alterações no trânsito intestinal e queda na disposição. A recuperação passa por hidratação adequada, sono regular e reequilíbrio da microbiota, com foco em fibras prebióticas e escolhas alimentares mais conscientes.

O Carnaval brasileiro coincide com o auge do verão. Em muitas cidades, os termômetros ultrapassam os 30 °C enquanto blocos e festas atravessam o dia e avançam pela madrugada. O corpo, submetido a esforço físico, privação de sono e consumo elevado de bebidas alcoólicas, responde nos dias seguintes.

É comum surgirem estufamento, gases, constipação ou diarreia, além de sensação de fadiga. Nutricionistas vêm usando a expressão “ressaca intestinal” para descrever esse conjunto de sintomas ligados ao desequilíbrio da flora intestinal.

O que acontece com o organismo na folia

O intestino é frequentemente chamado de “segundo cérebro” por sua relação com o sistema nervoso e com a produção de neurotransmissores como a serotonina. Ele participa da absorção de nutrientes e concentra parte significativa das células de defesa do corpo.

Durante o Carnaval, três fatores costumam agir em conjunto. O primeiro é o álcool, que pode prejudicar a barreira intestinal e favorecer processos inflamatórios. O segundo é o consumo excessivo de açúcar e gordura, comum em alimentos ultraprocessados e de preparo rápido. Em excesso, esses produtos fermentam no intestino e contribuem para gases e desconforto. O terceiro é a desidratação, agravada pelo calor intenso e pelo efeito diurético do álcool.

Essa combinação altera a microbiota intestinal. Bactérias consideradas benéficas diminuem, enquanto microrganismos associados a processos inflamatórios ganham espaço. O resultado aparece rapidamente no espelho e na rotina: barriga inchada, mal-estar, imunidade mais baixa e cansaço persistente.

Hidratação e sono como primeiros passos

A reorganização começa por medidas simples. A ingestão de água deve ser reforçada nos dias seguintes à festa. A ideia é compensar a perda de líquidos e auxiliar o funcionamento dos rins na eliminação de metabólitos do álcool.

Água mineral, água de coco e chás com ação diurética leve, como hibisco ou cavalinha, podem contribuir para reduzir a retenção de líquidos. A hidratação adequada também favorece o trânsito intestinal.

O sono é outro ponto central. Durante as fases mais profundas do descanso, o organismo libera hormônios ligados à regeneração celular e ao controle da inflamação. Após uma sequência de noites mal dormidas, priorizar pelo menos oito horas de sono por alguns dias ajuda a restabelecer o equilíbrio fisiológico.

Fibras prebióticas e o reequilíbrio da microbiota

Além de cortar excessos e retomar refeições mais equilibradas, especialistas destacam a importância das fibras prebióticas. Diferentemente dos probióticos, que são as próprias bactérias benéficas, os prebióticos funcionam como substrato para que esses microrganismos se desenvolvam.

Alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras, legumes, aveia e leguminosas, favorecem a recomposição gradual da flora intestinal. Entre as fibras estudadas está a inulina, extraída de fontes como a chicória. Ela é reconhecida por estimular o crescimento de bactérias benéficas e auxiliar na regulação do intestino.

Nos últimos anos, a indústria de alimentos ampliou a oferta de produtos com esse perfil. Além de iogurtes e suplementos, surgiram bebidas funcionais que combinam gás e fibras prebióticas. A proposta é oferecer alternativa aos refrigerantes tradicionais, que costumam ter alto teor de açúcar e poucos nutrientes.

Bebidas funcionais ganham espaço

Um exemplo dessa tendência no Brasil é a Wondr. A marca aposta em refrigerantes com fibra prebiótica inulina na composição. A ideia é unir a experiência sensorial de uma bebida gaseificada a um ingrediente associado ao equilíbrio intestinal.

Ao substituir refrigerantes convencionais por versões com fibras, o consumidor reduz a ingestão de calorias vazias e amplia o aporte de componentes que contribuem para a saúde da microbiota. Para quem busca reorganizar o corpo após o Carnaval, a troca pode fazer parte de um conjunto de medidas.

Entre os possíveis benefícios do consumo regular de prebióticos estão a redução do inchaço abdominal, a melhora do funcionamento intestinal e o fortalecimento da imunidade, já que grande parte das células de defesa está associada ao trato gastrointestinal. Há ainda estudos que relacionam o equilíbrio da microbiota à produção de neurotransmissores envolvidos na regulação do humor.

Retomada gradual e escolhas conscientes

A recuperação pós-folia não exige medidas radicais. O mais efetivo é retomar a rotina alimentar, priorizar alimentos in natura, aumentar a ingestão de fibras e líquidos e garantir descanso adequado.

O organismo possui capacidade de adaptação e regeneração. Com hidratação consistente, sono regular e suporte nutricional adequado, os sintomas tendem a diminuir em poucos dias. O desconforto abdominal e a sensação de peso dão lugar a maior disposição.

Depois de um período de excessos, o equilíbrio volta a ser o eixo central. Ajustes simples, mantidos de forma contínua, ajudam não apenas na recuperação após o Carnaval, mas também na manutenção da saúde intestinal ao longo do ano.

Fonte: Portal Terra
Foto: https://br.freepik.com/imagem-ia-premium/festa-de-carnaval-brasileira-mulher-de-cabelo-encaracolado-em-traje-soprando-confete_181397045.htm

17 de fevereiro de 2026 0 comentário
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Carnaval exige atenção redobrada com a pele sob sol, suor e maquiagem
Rosto

Carnaval exige atenção redobrada com a pele sob sol, suor e maquiagem

por Esteticare 5 de fevereiro de 2026
escrito por Esteticare

Glitter no rosto, fantasias coloridas e horas acompanhando blocos ao ar livre fazem parte da experiência do Carnaval em grande parte do país. O cenário, embora festivo, impõe desafios reais à saúde da pele. O período concentra alguns dos fatores mais agressivos ao tecido cutâneo, como sol forte, calor elevado, suor constante e aplicação frequente de maquiagem. A combinação explica por que, segundo dermatologistas, as queixas aumentam significativamente após os dias de festa.

De acordo com a médica pós-graduada em dermatologia Camila Mazza, o principal problema está na falsa percepção de que a pele consegue lidar com excessos por um curto intervalo de tempo sem consequências. “O erro mais comum é acreditar que a pele suporta excessos por poucos dias. A combinação dessas três coisas compromete a proteção natural da pele e desencadeia inflamações que podem persistir por semanas”, afirma a especialista ao Correio.

Durante o Carnaval, a rotina muda de forma brusca. Há mais tempo em ambientes externos, maior exposição à radiação solar e uso intensificado de produtos com brilho, muitas vezes associados ao contato contínuo com calor e umidade. Esse conjunto cria condições favoráveis para irritações, coceira, ardência e reações alérgicas, inclusive em pessoas que não costumam apresentar sensibilidade cutânea no dia a dia.

Glitter, maquiagem e produtos inadequados

Entre os principais vilões da folia estão os cosméticos que não são próprios para uso na pele. Glitter escolar, tintas artesanais e maquiagens sem registro adequado podem conter partículas abrasivas ou substâncias irritantes. Quando aplicados diretamente no rosto ou no corpo, aumentam o risco de alergias, sobretudo em áreas sensíveis como pálpebras, pescoço e região próxima à boca.

O calor e a umidade intensos também favorecem a obstrução dos poros e a proliferação de bactérias. Como consequência, surgem quadros de acne, foliculite e assaduras, especialmente em regiões de atrito como coxas, axilas e virilha. Em pessoas com predisposição, esses problemas podem evoluir para inflamações mais persistentes, que exigem tratamento específico após o Carnaval.

Outro ponto de atenção é a exposição solar sem proteção adequada. Além das queimaduras, o sol em excesso contribui para o surgimento de manchas, piora do melasma e aceleração do envelhecimento precoce da pele. Mesmo em dias nublados ou com parte do corpo coberta por fantasia, a radiação ultravioleta continua atuando.

Protetor solar é indispensável na folia

Para reduzir os danos, Camila Mazza reforça a importância do uso diário de protetor solar com fator de proteção solar, o FPS, de pelo menos 30. A aplicação deve ser feita antes de sair de casa e reaplicada a cada duas horas, especialmente após suor intenso ou contato com água. Segundo a médica, versões com cor costumam apresentar melhor fixação e maior durabilidade, além de oferecerem proteção adicional contra a luz visível.

Formatos como stick ou spray podem facilitar a reaplicação durante os blocos, sem a necessidade de remover completamente a maquiagem. Ainda assim, a especialista alerta que nenhum produto substitui a reaplicação correta. Chapéus, óculos escuros e roupas leves com proteção UV também ajudam a minimizar a exposição direta ao sol, sobretudo nos horários de pico.

“A escolha consciente de maquiagem e glitter também é fundamental, é preciso priorizar produtos próprios para a pele, evitar áreas sensíveis e nunca dormir com resíduos no rosto ou no corpo”, orienta Camila. A limpeza adequada ao fim do dia é parte essencial do cuidado, pois remove impurezas, suor e resíduos que podem desencadear inflamações durante a noite.

Sinais de alerta e cuidados após a festa

Caso surjam sintomas como coceira persistente, ardência, descamação ou vermelhidão, a recomendação é interromper imediatamente o uso dos produtos que possam ter causado a irritação. Intensificar a hidratação da pele, com cremes calmantes e sem fragrância, ajuda a restaurar a barreira cutânea.

Se os sinais não regredirem em poucos dias ou se houver piora do quadro, a orientação é buscar avaliação dermatológica. Segundo Camila Mazza, a atenção precoce evita que um problema pontual se prolongue por semanas após o fim da festa. Com cuidados simples e escolhas adequadas, é possível aproveitar o Carnaval sem comprometer a saúde da pele no longo prazo.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-usando-maquiagem-rosa-e-enfeites-no-rosto-isolado-no-branco_20616648.htm

5 de fevereiro de 2026 0 comentário
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Carnaval 2026: cinco tendências de moda que devem dominar blocos, camarotes e avenidas
Moda

Carnaval 2026: cinco tendências de moda que devem dominar blocos, camarotes e avenidas

por Esteticare 27 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

Falta menos de um mês para o Carnaval 2026 e, como acontece todos os anos, a moda já começa a ocupar um espaço central na preparação para a festa. Para muita gente, o planejamento do look vem quase junto com a escolha do bloco, do abadá ou do camarote. O período é tradicionalmente marcado por liberdade criativa, excesso calculado e uma mistura de referências que vai do street style ao figurino performático.

Pensando nisso, a criadora de conteúdo Flávia Akemi, conhecida por acompanhar de perto tendências de comportamento e moda, reuniu cinco apostas que devem aparecer com força neste Carnaval. As escolhas dialogam com movimentos vistos em desfiles, redes sociais e relatórios de tendências internacionais, mas ganham leitura própria quando chegam à rua, ao calor e ao ritmo da festa brasileira.

As propostas funcionam tanto para quem aposta em produções mais elaboradas quanto para quem prefere looks práticos, porém alinhados ao espírito da folia. A seguir, os destaques apontados por Flávia Akemi para o Carnaval 2026.

Transparências, cores e referências lúdicas marcam as apostas para 2026

A renda aparece como uma das principais tendências para este ano. O tecido, que combina transparência e textura, surge como evolução direta do movimento de underwear à mostra, que já vinha forte em temporadas anteriores. Segundo Flávia, a proposta ganha novas formas e amplia o leque de possibilidades. “O underwear foi uma tendência que bombou no ano passado e em 2026 ela vem para o Carnaval forte, com macacões, bermudas, meia-calça e capris”.

O destaque não fica restrito à renda tradicional. A paleta se expande e traz mais ousadia para os looks. “Além do preto e branco, acho que veremos muita renda colorida”, completa. A versatilidade do material permite combinações com biquínis, hot pants ou peças mais estruturadas, sempre mantendo a leveza necessária para longas horas de festa.

Outra aposta que deve dividir espaço com peças clássicas do Carnaval é o microshort. Inspirado pelo universo pop e pela estética de artistas como Charli XCX, o short supercurto surge como alternativa à hot pant, figurinha carimbada da folia. “Ele vem como uma opção para revezar com a hot pant de todo Carnaval — amo as estampadas e bem coloridas! Vale procurar também algum com tecido de biquíni, que é ótimo e pode molhar sem problemas”, contou Flávia. A funcionalidade do tecido, aliada à estética, conversa diretamente com a dinâmica dos blocos de rua.

A estética circense também desponta como tendência forte para 2026. A referência aparece em relatórios de comportamento e busca, como os divulgados pelo Pinterest, e chega ao Carnaval com uma leitura mais lúdica. “A temática chega nas ruas com esse mood mais lúdico com máscaras, listras, babados — picadeiro no bloco!”, explica. Elementos como maquiagem exagerada, acessórios chamativos e mistura de padrões ajudam a construir esse imaginário, que dialoga bem com a proposta performática da festa.

Já o mix de biquínis reforça o espírito criativo e o reaproveitamento de peças. A sobreposição, que já vinha sendo adotada por celebridades, ganha as ruas como truque de styling acessível. “Esse é truque de styling é a cara do carnaval e eu tenho visto crescendo por aí. Quanto mais diferentes forem os biquínis, melhor! E ainda é ótimo para usar aquela peça esquecida no armário de novas formas”, diz Flávia. A ideia permite combinações inesperadas e valoriza a individualidade de cada produção.

Fechando a lista, miçangas e pedrarias voltam a ocupar espaço de destaque, mas com novas leituras. Bordados manuais, canutilhos e aplicações aparecem principalmente em biquínis e tops, trazendo um clima que mistura festa, misticismo e referências da cultura pop. “Acho que veremos muitos biquínis bordados com miçangas e canutilhos, que também vimos muito nas festas de ano novo. Eles vêm com um mood místico também, bem Marina Sena, e também com tops de pedras irregulares, no estilo do da Givenchy que a Jenna Ortega usou ano passado”, finaliza.

As cinco tendências apontadas revelam um Carnaval 2026 marcado pela mistura de conforto, ousadia e reaproveitamento criativo. Mais do que seguir regras, a moda da folia reforça a liberdade de experimentar, adaptar referências e criar looks que acompanhem o ritmo intenso da maior festa popular do país.

Fonte: Steal The Look
Foto: https://br.freepik.com/fotos-premium/linda-mulher-brasileira-afro-americana-em-roupas-de-carnaval-segurando-duas-mascaras-de-carnaval_38355608.htm

27 de janeiro de 2026 0 comentário
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