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Anvisa manda recolher esmaltes em gel da Impala por uso de substância proibida
Moda

Anvisa manda recolher esmaltes em gel da Impala por uso de substância proibida

por Esteticare 25 de março de 2026
escrito por Esteticare

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de esmaltes em gel da Impala após identificar a presença de uma substância proibida na formulação. A decisão foi anunciada na segunda-feira (16) e ocorre depois de a própria fabricante, que integra o grupo Mundial S.A., comunicar o recolhimento voluntário dos itens.

A medida atinge produtos da linha Gel Plus, incluindo diferentes versões comerciais como Plus Gel Esmalte Impala Gel, Esmalte Gel Impala Gel Plus, Gel Plus Impala Esmalte Gel, Esmalte Gel Plus Impala e Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear. Segundo a agência, todos os lotes desses itens devem ser retirados do mercado.

A empresa afirma que adotou providências assim que tomou conhecimento da proibição do ingrediente, restringindo o uso da substância e iniciando ações para se adequar às normas vigentes. Em nota, a Impala esclarece que nem todos os produtos da linha continham o composto.

“Importante esclarecer que nem todos os produtos da linha Impala Gel Plus continham TPO em sua composição. A medida, portanto, se restringe exclusivamente às tonalidades específicas da linha que utilizavam a substância”, informou a fabricante.

Substância proibida e riscos à saúde

O motivo do recolhimento é a presença do TPO, sigla para Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide, composto utilizado em produtos que endurecem sob luz ultravioleta ou LED, como esmaltes em gel e materiais para unhas artificiais.

A Anvisa proibiu o uso dessa substância em cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes no Brasil em outubro de 2025. A decisão foi baseada em estudos internacionais realizados em animais, que apontaram riscos associados ao composto, incluindo toxicidade reprodutiva e संभावidade de prejuízo à fertilidade.

A restrição também acompanha movimento adotado pela União Europeia, que baniu recentemente o ingrediente por preocupações semelhantes.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial, os efeitos adversos estão relacionados principalmente a exposições repetidas e prolongadas. Ainda assim, o órgão considerou necessária a proibição para reduzir riscos, especialmente entre profissionais que lidam com esses produtos com frequência.

Prazo regulatório e adequação da empresa

A resolução da Anvisa foi publicada em 30 de outubro de 2025 e estabeleceu um prazo de 90 dias para a retirada dos produtos do mercado, o que levou o limite até 2 de fevereiro deste ano.

A Impala afirma que, antes do término do prazo, já havia iniciado o processo de descontinuação. Segundo a empresa, distribuidores e clientes foram comunicados em 28 de janeiro sobre a interrupção das vendas e o recolhimento dos itens.

Em manifestação oficial, a marca ressaltou que os produtos seguiam as regras vigentes no momento em que foram fabricados.

“Cabe destacar que os referidos produtos foram desenvolvidos e comercializados em conformidade com o marco regulatório vigente à época de sua fabricação e comercialização, tendo sido a medida adotada pela empresa motivada pela posterior atualização normativa que alterou os critérios de utilização da referida substância em cosméticos”, informou a companhia.

A diretora Daniela Marreco, citada na decisão da Anvisa, destacou que o impacto não se restringe ao ambiente profissional.

“ainda que o risco ocupacional seja mais intenso, usuárias e usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos decorrentes da exposição, reforçando sua dimensão social”.

Orientação ao consumidor e lista de produtos

A Impala orienta consumidores a entrarem em contato com o serviço de atendimento ao cliente para obter instruções sobre devolução, troca ou esclarecimentos adicionais relacionados aos produtos afetados.

O recolhimento envolve tonalidades específicas da linha Gel Plus. Entre os itens listados estão:

Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Inspiradora Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Expressiva Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Enigmática Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Envolvente Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Talentosa Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Ousada Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Branco Puro Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Forte Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Artista Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Preto Intenso Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Espontânea Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Otimista Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Motivada Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Sempre Clássica Blister
Esmalte Gel – Impala Gel Plus – Cremoso – Sonhadora Blister
Top Coat Camuflagem Impala Gel Plus – Crystal Rose – Blister
Top Coat Camuflagem Impala Gel Plus – Crystal Nude – Blister
Top Coat Camuflagem Impala Gel Plus – Crystal Shimmer – Blister
Top Coat Camuflagem Impala Gel Plus – Crystal Soft – Blister
Top Coat Gel – Impala Gel Plus – Clear Blister

A recomendação é que consumidores interrompam o uso imediato dos produtos incluídos na lista e sigam as orientações da fabricante.

Fonte: Folha de São Paulo
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/garrafa-de-esmalte-para-unhas_4173227.htm

25 de março de 2026 0 comentário
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Anvisa veta comercialização de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil
Corpo

Anvisa veta comercialização de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil

por Esteticare 21 de janeiro de 2026
escrito por Esteticare

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu proibir, em todo o território nacional, a venda, a fabricação, a importação, a distribuição, a divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos com retatrutida de todas as marcas e lotes. A medida foi tomada nesta quarta-feira, 21, e atinge substâncias que vinham sendo comercializadas de forma irregular e ficaram conhecidas popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

A decisão consta em resolução publicada no Diário Oficial da União e passa a ter efeito imediato. Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro, notificação ou qualquer tipo de cadastro junto à agência reguladora, requisito obrigatório para que medicamentos sejam comercializados legalmente no país. Sem esse processo, não há avaliação oficial sobre eficácia, segurança, composição ou condições de fabricação.

De acordo com o órgão, as canetas vinham sendo oferecidas principalmente pelas redes sociais, em especial por perfis no Instagram. A agência destaca que os medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e entram no mercado brasileiro à margem das normas sanitárias vigentes. Esse tipo de comercialização, além de ilegal, expõe consumidores a riscos diretos à saúde.

Em comunicado oficial, a Anvisa afirma que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”. O órgão reforça ainda que, diante desse cenário, as chamadas canetas emagrecedoras não podem ser utilizadas “em nenhuma hipótese”, independentemente da promessa de resultados rápidos ou do custo reduzido em relação a medicamentos regularizados.

Venda irregular e riscos à saúde

A proibição ocorre em um contexto de crescimento da busca por medicamentos associados à perda de peso, impulsionada tanto por indicações médicas quanto por tendências difundidas nas redes sociais. Substâncias como a tirzepatida e a retatrutida vêm sendo estudadas e utilizadas, em ambientes controlados, para tratamento de diabetes e obesidade. No entanto, apenas versões que passaram por todas as etapas de análise e aprovação podem ser prescritas e vendidas legalmente.

No caso das canetas vetadas, a Anvisa ressalta que não existe qualquer comprovação de que o conteúdo corresponda ao que é anunciado. Sem controle de qualidade, não é possível saber se a dosagem está correta, se há contaminação ou se a substância declarada sequer está presente. A ausência dessas garantias pode levar a efeitos adversos graves, falha terapêutica ou agravamento de condições de saúde preexistentes.

A agência também chama atenção para o fato de que medicamentos injetáveis exigem cuidados ainda mais rigorosos. Problemas na fabricação, no armazenamento ou no transporte podem comprometer completamente o produto. Quando esses processos ocorrem fora da fiscalização sanitária, o risco ao usuário aumenta de forma significativa.

Além disso, a Anvisa reforça que a divulgação desses produtos também está proibida. Influenciadores, vendedores e qualquer pessoa física ou jurídica que promova as canetas emagrecedoras pode ser responsabilizada. A comercialização sem autorização configura infração sanitária e pode resultar em multas, apreensão de produtos e outras penalidades previstas em lei.

O órgão orienta que consumidores desconfiem de medicamentos vendidos fora de farmácias ou estabelecimentos autorizados, especialmente quando a oferta ocorre por meio de redes sociais ou aplicativos de mensagens. Preços muito abaixo do mercado, promessa de resultados rápidos e ausência de bula ou informações claras sobre o fabricante são sinais de alerta.

A resolução publicada no Diário Oficial da União reforça o papel da Anvisa na proteção da saúde pública e no combate ao comércio irregular de medicamentos. A agência mantém canais para denúncias e esclarecimentos e recomenda que qualquer suspeita de venda ilegal seja comunicada às autoridades sanitárias.

Com a decisão, fica formalmente proibido o uso das canetas emagrecedoras à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida de todas as marcas e lotes em circulação no país. A Anvisa reforça que somente medicamentos registrados, prescritos por profissionais habilitados e adquiridos em estabelecimentos regulares oferecem segurança mínima ao paciente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/vista-lateral-mulher-diabetica-verificando-seu-nivel-de-glicose_65609189.htm

21 de janeiro de 2026 0 comentário
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Rosto de Ozempic
Rosto

Rosto de Ozempic: novo efeito colateral é associado ao medicamento

por Esteticare 7 de março de 2023
escrito por Esteticare

Rosto de Ozempic tem relação a medicamento que pode provocar rápida perda de peso; processo acelerado de emagrecimento pode gerar uma percepção de rosto envelhecido, pela perda de gordura facial

O Ozempic, tratamento de diabetes tipo 2, ganhou notoriedade nos últimos anos como aliado no emagrecimento de pessoas obesas ou com sobrepeso. Segundo a endocrinologista Gisele Lorenzoni, trata-se de um medicamento de contém o princípio ativo semaglutida, usado para tratar diabetes tipo 2.

Rosto de Ozempic

Além disso, a medicação é indicada e usada para o tratamento de obesidade e sobrepeso em pacientes diabéticos. Além de tratar o diabetes tipo 2 e reduzir a produção de insulina no sangue – que é a proposta do medicamento -, ele reduz o esvaziamento gástrico, fazendo com que a digestão fique mais lentificada, promovendo saciedade, explica Gisele:

“Ele tem uma ação melhor para controlar a glicemia se for associado a dieta e exercícios. E também é utilizado junto a outras medicações para diabetes quando, sozinho, não consegue controlar os níveis glicêmicos.”

Entretanto, em razão do ‘efeito secativo’, o Ozempic passou a ser indicado “off label” (fora da bula) por médicos, apesar de não ter aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nem da empresa que o fabrica, a Novo Nordisk, para ser usado visando o emagrecimento. Porém, a especialista alerta que só vale a pena tomar após criteriosa avaliação individual do paciente.

“Só podemos prescrever uma medicação se houver respaldo científico e avaliação criteriosa do paciente”.

Ozempic face

Por outro lado, agora, um novo problema está associado diretamente à medicação e preocupa dermatologistas. É o chamado “Ozempic face” (“Rosto de Ozempic”, em tradução livre). Isso porque médicos ligados ao ramo da estética começam a ver os efeitos que perder muito peso rapidamente pode ter no rosto.

A repercussão ganhou as redes sociais após algumas pessoas relatarem ter ficado com o rosto “velho” após uso da droga. Ao The New York Times, uma usuária relatou: “meu corpo parecia ótimo, mas meu rosto parecia exausto e velho” após fazer a manipulação do medicamento.

De acordo com a cirurgiã-plástica facial Jennifer Levine, o rosto de quem usa Ozempic pode parecer magro, murcho e flácido.

“Pense em uma uva-passa em vez da uva tradicional. A face e a pele com aparência ocas, caídas e flácidas são marcas comuns do ‘rosto de Ozempic’.”

Efeito

Já conforme a dermatologista Giane Giro, o Ozempic possui uma substância injetável, a semaglutida, que provoca perda de peso em um curto período de tempo, trazendo impacto não só na aparência do corpo, mas também do rosto.

“A perda de peso rápida acentua a flacidez, faz o rosto parecer encovado, murcho e com aparência de cansaço, características observadas em muitos pacientes que utilizaram o medicamento.”

A médica explica ainda que a face possui compartimentos de gordura que dão volume e sustentação às estruturas do rosto, transmitindo a aparência jovem e saudável.

“O emagrecimento rápido promove uma redução do volume desses compartimentos de gordura, trazendo a percepção de flacidez e de envelhecimento da pele. Além disso, uma grande perda de peso em um curto período de tempo pode vir acompanhada de deficiência de nutrientes essenciais, que terão impacto na qualidade da pele.”

No entanto, não é o medicamento em si o responsável pelas alterações na pele, mas a rápida perda de peso.

Volume facial

A dermatologista conta que para aqueles que sofrem com o ‘rosto de Ozempic’, há procedimentos estéticos que podem ajudar. O tratamento deve repor o volume facial perdido e estimular a produção de colágeno, para que a pele melhore a elasticidade e a firmeza, se adequando a nova estrutura da face, revela Giane.

“O ácido hialurônico pode ser aplicado na região dos compartimentos de gordura, devolvendo a sustentação facial perdida com o emagrecimento. O resultado é imediato, mas recomendo que essa reposição de volume seja feita aos poucos, aguardando a estabilização do peso do paciente.”

Bioestimuladores de colágeno injetáveis

Outro tratamento indicado são os bioestimuladores de colágeno injetáveis, como o ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio, afirma a dermatologista. Ela conta que eles melhoram a densidade e a firmeza da pele, tendo efeito a longo prazo. Mas, também é importante manter uma alimentação equilibrada para garantir o suporte nutricional adequado para a pele.

Empresa não recomenda o uso off-label do Ozempic

A empresa Novo Nordisk, que fabrica o Ozempic, ressalta que não recomenda o uso off-label do medicamento.

“É importante ressaltar que a companhia não endossa ou apoia a promoção de informações de caráter off label, ou seja, em desacordo com a bula de seus produtos. O Ozempic®, aprovado e comercializado no Brasil para diabetes tipo 2 e cujo princípio ativo é o mesmo do Wegovy ™, não possui indicação aprovada pelas agências regulatórias nacionais e internacionais para obesidade.”

Por fim, a Novo Nordisk esclarece ainda que “atualmente, o único medicamento da companhia disponível no Brasil para o tratamento da obesidade é Saxenda, lançado no país em 2016. Em 2020, Saxenda foi aprovado para prescrição também em adolescentes de 12 a 18 anos, tornando-se o único tratamento para obesidade aprovado para faixa etária no Brasil”.

*Foto: Reprodução/Pixabay (Michel Müller)

7 de março de 2023 0 comentário
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