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Verão 2026 aposta em revisão de códigos e elegância funcional

por Esteticare 1 de janeiro de 2026
1 de janeiro de 2026
Verão 2026 aposta em revisão de códigos e elegância funcional

Entre 10 de setembro e 7 de outubro, Nova York, Londres, Milão e Paris concentraram os olhares do setor ao apresentar as coleções que definem as tendências de verão 2026. Foram semanas marcadas por 15 estreias de diretores criativos, mudanças estratégicas em casas históricas e um clima geral de reavaliação estética. Em vez de propostas radicais, a temporada sinalizou um movimento de maturação, com reinterpretações de códigos conhecidos, atenção ao corpo real e diálogo entre romantismo, funcionalidade e força visual.

Nos Estados Unidos, Nova York expôs dois caminhos claros. De um lado, marcas como Luar, Diotima e PatBo investiram em uma estética decorativa, com destaque para franjas, flores aplicadas e superfícies táteis. De outro, grifes tradicionais como Calvin Klein, Ralph Lauren e Tory Burch reforçaram o pragmatismo, apostando em alfaiataria precisa, ombros marcados e uma cartela de tons sóbrios. A proposta comum foi valorizar peças duráveis, com impacto visual sem excessos.

Londres manteve sua vocação experimental, mas com um tom mais contido. Rendas delicadas, transparências controladas e drapeados suaves apareceram como resposta ao excesso visual das últimas temporadas. A capital britânica trouxe uma sensação de pausa, com coleções que priorizam fluidez, leveza e uma elegância menos performática, sem abrir mão da identidade autoral de seus criadores.

Milão e o retorno da sensualidade equilibrada

A semana de moda de Milão concentrou algumas das estreias mais observadas do calendário. Demna apresentou sua primeira coleção para a Gucci por meio de lookbook e vídeo dirigido por Halina Reijn e Spike Jonze, enquanto Dario Vitale assumiu a Versace, propondo uma sensualidade mais direta e menos teatral. Louise Trotter, em sua estreia na Bottega Veneta, reforçou o valor da excelência material, com foco em construção e textura.

Nesse contexto, as tendências de verão 2026 ganharam contornos claros. O power dressing voltou à cena, agora com menos rigidez e mais conforto. A estética boudoir apareceu de forma refinada, sugerindo intimidade sem exagero. O loungewear também retornou, atualizado em tecidos nobres e cortes que transitam com facilidade entre o doméstico e o urbano.

Paris encerrou a temporada com o maior número de mudanças de comando. A estreia de Matthieu Blazy na Chanel inaugurou uma nova fase da maison, com releituras sutis dos códigos de Coco Chanel. Jonathan Anderson apresentou seu primeiro desfile feminino na Dior. Jack McCollough e Lazaro Hernandez assumiram a Loewe. Pierpaolo Piccioli levou sua sensibilidade para a Balenciaga. Duran Lantink reimaginou a Jean Paul Gaultier, adicionando uma camada de provocação ao debate criativo.

Transparência ganha novas camadas

Os tecidos translúcidos surgem como um dos pilares do verão 2026. A transparência aparece menos literal e mais construída. Na Khaite, a organza com aplicações cria relevo e movimento. Na Fendi, o chiffon amarelo revela o corpo de forma suave, em camadas leves. Já na Alexander McQueen, o tule rendado transforma a pele em elemento central do desenho, equilibrando sensualidade e sofisticação.

Franjas ampliam movimento e textura

As franjas retornam em versões gráficas e esculturais, adicionando ritmo às silhuetas. Na Alaïa, elas surgem como extensão arquitetônica das botas. A Louis Vuitton aposta em variações de cor e densidade, evocando superfícies orgânicas. Na Alexander McQueen, aparecem em vestidos e bolsas de couro cortado, com uma leitura mais ousada e noturna.

Branco domina a paleta

O branco se consolida como cor-chave da estação. Na Alaïa, ele estrutura volumes que alternam rigidez e fluidez. Na Balenciaga, aparece em propostas minimalistas, com foco no movimento. Já na Louis Vuitton, realça tecidos leves e formas amplas, reforçando a ideia de frescor e força visual.

Pijamas e laços completam o cenário

O pijama deixa o quarto e ganha as ruas com novas intenções. Tecidos acetinados e cortes relaxados propõem uma sensualidade mais tátil. Dolce & Gabbana investe em uma leitura noturna, Emporio Armani aposta em estampas florais leves, e Ferragamo traduz conforto em elegância contida. Os laços também se destacam. Na Dior, aparecem em diferentes escalas e funções. Na Louis Vuitton, ganham volume e protagonismo. Na Ralph Lauren, surgem de forma gráfica, afastando-se da delicadeza óbvia e reforçando o caráter contemporâneo da tendência.

Fonte: Elle
Foto: https://br.freepik.com/imagem-ia-premium/tres-mulheres-no-estilo-retro-dos-anos-80_378726187.htm

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