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Imunidade contra a ômicron
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Imunidade contra a ômicron: quais alimentos podem ajudar nesta nova onda de covid

por Esteticare 20 de janeiro de 2022
escrito por Esteticare

Imunidade contra a ômicron inclui consumir mel, gengibre, e outros alimentos antioxidantes para manter sistema imunológico em alta

Logo na virada de 2021 para 2022, os casos confirmados de covi aumentaram no mundo inteiro. Eles são decorrentes, principalmente, da variante ômicron. Sendo assim, é de extrema importância ter uma boa imunidade contra a ômicron.

Imunidade contra a ômicron

A alimentação que deixa as pessoas com maior imunidade contra a ômicron inclui uma variedade de alimentos que auxiliam em casos da pessoa ser contaminada. Além disso, as pessoas que seguem em isolamento, quando infectadas, devem permanecer em repouso, e sem praticar atividade física.

Por outro lado, a falta de exercício afeta o controle de peso. Isso porque a obesidade é fator de risco no agravamento da covid. Sendo assim, é vital ter atenção quanto à hidratação, qualidade e quantidade dos alimentos. O próximo passo é ingerir alimentos com propriedades antioxidantes (vitamina C, vitamina E, selênio, zinco, compostos bioativos) e anti-inflamatórias.

Dicas de alimentação

Confira abaixo oito dicas dadas por Cris Perroni, nutricionista formada pela UFRJ:

1 – Hidratação é fundamental, pois as imunoglobulinas do tipo A (IgA ) estão presentes principalmente na saliva e são responsáveis pela defesa contra microrganismos que entram principalmente pela boca, pelo sistema “respiratório alto”. E quando existe redução do fluxo salivar, há redução na quantidade de IgA, o que diminui sua proteção. A nutricionista recomenda de 35 a 40 ml água/kg peso diariamente;

2 – Variedade de comida, prato colorido, com maior diversidade de nutrientes;

3 – Consuma ao menos cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes;

4 – Coma frutas como sobremesa;

5 – Prefira alimentos integrais, com maior teor de fibras, vitaminas e minerais;

6 – Acrescente mel e gengibre à sua dieta:

Mel – anti-inflamatório que melhora a imunologia, além de ser expectorante, fonte de energia e de prebióticos, favorecendo o funcionamento intestinal e a proliferação de bactérias benéficas intestinais;

Gengibre – fonte de vitamina C e B6 (piridoxina), possui propriedades anti-inflamatória e antioxidante.

7 – Considere ainda a ingestão de suplementos, como ômega 3 e probióticos, com a ajuda de um profissional. Porém, lembre-se que eles são utilizados mais quando a pessoa não ingere a quantidade certa de frutas, verduras e legumes;

8 – Antioxidantes. Ingira mais estes alimentos, ricos em:

Vitamina C: acerola, goiaba, caju, kiwi, morango, laranja, limão, mamão, fruta do conde, brócolis, pimentão, pimenta vermelha couve, couve-flor, espinafre, ervilha, repolho roxo, alface, tomate, mandioca, batata.

Vitamina E: gérmen de trigo, oleaginosas (nozes e castanhas), óleos vegetais, semente de girassol, vegetais verde-escuros, manteiga, fígado, gema de ovo.

Selênio: castanha do Pará, frutos do mar, aves e carnes vermelhas, aveia e arroz integral.

Zinco: Mariscos, ostras, carnes vermelhas, fígado, miúdos e ovos.

*Foto: Unsplash

20 de janeiro de 2022 0 comentário
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Transtornos alimentares
Alimentação

Transtornos alimentares: como tratar

por Esteticare 2 de dezembro de 2021
escrito por Esteticare

Transtornos alimentares podem estar relacionados à ansiedade e depressão, provocando anorexia, bulimia, dentre outros distúrbios

Comer bem é um dos grandes prazeres da vida para a maior parte das pessoas. Entretanto, algumas podem desenvolver transtornos alimentares ao longo da vida e é importante identificar o porquê. Saiba mais no decorre deste artigo.

Transtornos alimentares

Os transtornos alimentares, quando não identificados, podem provocar reações diversas. Entre elas: ansiedade e depressão, provocando anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar. É fundamental procurar ajuda profissional para qualquer um desses casos acima.

Além disso, um transtorno de alimentação pode prejudicar a saúde física e mental do indivíduo. Aliada à busca excessiva por uma imagem corporal perfeita. Neste caso, é quando a pessoa já deixa de se alimentar corretamente, ou come além da conta ou descarta o alimento ingerido.

De acordo com David Martins, psiquiatra do Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (HSM), é por conta da preocupação em excesso que os pacientes pode desenvolver comportamentos negativos, como comer e vomitar para não ganhar peso:

“Podem surgir episódios de compulsão alimentar, ou seja, a pessoa perde o controle na hora de comer. Isso leva a uma grande ingestão de alimentos e a um sofrimento imenso após estas compulsões. A forma mais grave do transtorno alimentar, quando a pessoa quase não ingere alimentos, leva a uma magreza excessiva que pode, inclusive, causar a morte.”

Outros tipos de transtornos alimentares

Desde 2013, afirma o especialista, que outros problemas passaram a integrar os transtornos alimentares. É o caso do Transtorno Alimentar Evitativo Restritivo (TARE). Este tipo de distúrbio é atribuído à baixa ingestão de alimentos. Resultado: uma magreza excessiva com a anorexia nervosa. Porém, sem a preocupação exagerada com o corpo, esclarece David:

“A pessoa não emagrece por querer ficar magra e sim por não conseguir comer.”

Ele alerta ainda sobre a importância de identificar os repetidos episódios de transtornos:

“No Transtorno de Compulsão Alimentar (TCA), basta um episódio por semana para levar o paciente a um grande sofrimento por estar ou se achar acima do peso. Já na bulimia nervosa, a pessoa também apresenta episódios de compulsão alimentar, mas após estes momentos tem tanto medo de ganhar peso que acaba adquirindo métodos para compensar e evitar o ganho de massa, como vômitos, uso de laxantes, exercícios físicos em exagero e uso de diuréticos.”

Graves prejuízos à saúde

Tais episódios geram graves prejuízos à saúde. Consequentemente, impacta da vida social e profissional da pessoa. Sobre isso, ele explana ainda que na anorexia nervosa, por exemplo, o paciente sofre grande perda de peso autoinduzida. Ou seja, come o mínimo possível, levando à magreza extrema.

“Porém, mesmo estando muito magro, apresenta uma grave distorção da imagem corporal, acha-se gordo e que precisa perder mais peso. É o quadro mais grave e que pode levar à morte.”

Como tratar?

O tratamento dos transtornos alimentares é sempre multidisciplinar e deve englobar, no mínimo: médico psiquiatra, psicólogo e nutricionista. Estes profissionais têm a função de melhorar a relação do paciente com a alimentação, com seu corpo e peso. Por fim, tudo isso ajudará a reduzir os comportamentos prejudiciais, como compulsões alimentares, métodos compensatórios e restrição alimentar.

*Foto: Unsplash

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Aumentar a imunidade
Alimentação

Aumentar a imunidade: veja algumas dicas

por Esteticare 23 de novembro de 2021
escrito por Esteticare

Aumentar a imunidade está associada à capacidade de defesa frente a agentes agressores (os antígenos)

Diante do mundo pandêmico atual, apesar do avanço da vacinação contra a Covid-19, sempre será de extrema importância aumentar a imunidade. E conseguir este feito está diretamente ligado a uma boa alimentação, a escolher bem o que consumir.

Como aumentar a imunidade

Aumentar a imunidade está associada à capacidade de defesa frente a agentes agressores (os antígenos). Mas também é importante ressaltar que nosso sistema imune é um sistema complexo e que não há uma fórmula milagrosa capaz de elevar nossa imunidade.

Além disso, para uma pessoa ser imunocompetente, em termos de sistema imunológico eficaz, ela precisa cumprir seu papel de defesa e proteção. E seja qual for a época do ano ou a situação que vivencia naquele momento. Ou seja, é necessário desenvolver bons hábitos de vida que, consequentemente, diz respeito a uma boa alimentação.

Dicas para elevar a imunidade

De acordo com a fisioterapeuta Marion Caroline do Amaral, especialista em fisioterapia chinesa e acupuntura, pela UFSM:

“Devemos, portanto, nos remeter a 5 pilares importantes para o fortalecimento do nosso sistema imune, que são: alimentar-se com qualidade, ou seja, alimentação saudável; praticar atividade física regularmente; hidratar-se (beber água); fazer algo que ajude a minimizar o estresse do dia a dia e ter um sono de qualidade.”

Ela reforça que ter bons hábitos irão fortalecer o sistema imunológico, e também colaborar para uma vida com mais bem-estar. Por outro lado, já tem uns anos que a medicina certifica que a alimentação de qualidade é um dos fatores importantes para ter um organismo saudável, e imunocompetente.

Não desenvolver doenças ou retardar o aparecimento das mesmas

A partir de uma boa alimentação é possível ter mais disposição e energia. Sendo assim, ela está menos suscetível a desenvolver vários tipos de doenças, ou simplesmente poder retardar o aparecimento das mesmas. Isso quando as doenças são condições associadas à genética, por exemplo.

Redução de gorduras

Ter uma alimentação saudável compreende ainda reduzir o consumo de gorduras hidrogenadas, sódio, açúcares e produtos ultra processados com excesso de corantes e conservantes. Além de investir em alimentos mais naturais.

Produtos

No mercado, há uma variedade de produtos que ajudam as pessoas a consumirem comida de verdade. Neste caso, são produtos com pouco ou zero conservantes e encapsulados nutracêuticos. Eles auxiliam a criar uma constância em cuidados com a alimentação.

O que consumir para aumentar a imunidade

Segundo a fisioterapeuta, o Bromel possui uma composição de 100% natural de mel, óleo natural de sucupira, óleo de copaíba, óleo de eucalipto, própolis, agrião, gengibre, guaco dentre outras ervas. Todos eles são desenvolvidos especificamente para auxiliar a imunidade contra gripes e resfriados. E ainda tem a própolis verde e a vermelha, em solução aquosa ou alcoólica e florais de Bach, com a finalidade específica de fortalecer o sistema imune.

*Foto: Unsplash

23 de novembro de 2021 0 comentário
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Procedência das frutas que comemos
Alimentação

Como saber a procedência das frutas que comemos?

por Esteticare 23 de novembro de 2021
escrito por Esteticare

A procedência das frutas que comemos tem muito a ver com a cultura do brasileiro neste tipo de alimento

Parte integrante do cardápio dos brasileiros, as frutas podem ser doces, azedas, multicoloridas e é um importante agente de uma vida mais saudável. Mas é fundamental saber de onde vêm as frutas que consumimos. Ao longo do texto, você saberá mais locais mais confiáveis para compra.

Procedência das frutas que comemos

O Brasil possui uma grande variedade de espécies de frutas. E isso vai desde as mais populares, como banana, maçã, laranja, até as mais exóticas, como a lichia. Em um episódio da série “De Lá Pra Cá – De onde vem o que consumimos”, com realização do Movimento Todos a Uma Só Voz, é possível saber mais sobre a riqueza das frutas na rotina diária do país.

Cenário atual

Atualmente, o Brasil possui uma determinada vocação para produção de espécies específicas de frutas, conforme cada região do país. Sobre isso, o presidente da Abrafrutas e produtor, Guilherme Coelho, explica:

“O Brasil tem uma vocação extraordinária para fruticultura e cada região se adequa à fruta que melhor se adapta a cada clima.”

Ele diz ainda que o país possui mais de 60 espécies de frutas, sendo uma das mais populares, a laranja. Coelho afirma que a cada 4 copos de suco desta fruta ingeridos no mundo, dois deles têm origem em território brasileiro, mais especificamente na região de São Paulo e arredores.

Como consumir?

Consumir uma fruta significa que não há apenas um modo, já que ela pode ser consumida in natura, inteira, ou na forma de salada de frutas. Sua polpa também pode ser utilizada.

De acordo com Rogério Bessa, gerente corporativo de Operações, da Polpanorte, uma indústria de alimentos especializada na produção de polpas de frutas:

“A polpas oferecem uma série de vantagens, dentre elas, a possibilidade de poder comprar frutas fora da estação, a praticidade do preparo de sucos e a redução do desperdício.”

Desperdício

Por outro lado, há um desafio da fruticultura na forma de desperdício. Segundo dados da Abrafrutas, 30% de toda fruta produzida no Brasil é jogada no lixo. Isso envolve desafios operacionais, ligados a melhorias no transporte, além de haver o desperdício segundo a aparência da fruta.

Entretanto, para a nutricionista Carolina Pimentel:

“No entanto, a aparência da fruta não tem relação nenhuma com o seu valor nutricional e com o seu sabor. Elas agregam valor nutricional tanto quanto às frutas premium, por exemplo. Quando entendemos que a aparência da fruta não está relacionada ao paladar, e também não está relacionada ao valor nutritivo, incorporamos essas frutas na nossa alimentação, e evitamos o desperdício. Mesmo quando eu preciso de uma fruta de aparência mais bonita, não tenho que, necessariamente, descartar as que estão fora do padrão. Elas podem ser usadas em preparações culinárias, em geleias, em recheios para tortas, em saladas de frutas.”

Valorize o produtor rural

Por fim, valorize o trabalho do produtor rural. Eles se dedicam à produção de várias espécies de frutas e também enfrentam desafios diários. Isso inclui fatores climáticos, tratamento do solo, não de obra, além do período entre plantio e a colheita. Por exemplo, há culturas que demandam 5 ou 6 anos para permitirem a primeira colheita. Durante todo esse tempo o produtor arca com os gastos e manutenção da produção.

*Foto: Unsplash

23 de novembro de 2021 0 comentário
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