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Drenagem Linfática na Gravidez - Entenda a Importância do tratamento.

A gravidez é um momento novo para a mulher, onde há descoberta de consciência corporal e mudanças hormonais que atingem o corpo e a mente. Nessa fase, é preciso comer bem, fazer atividades físicas e mudar alguns hábitos.

Além disso, é necessário cuidar do corpo e da beleza. Afinal, estamos falando de mudanças na barriga, cintura, pernas, peso, que mexem com a autoestima de qualquer mulher. A boa notícia é que existem tratamentos estéticos permitidíssimos – e para alguns médicos, quase que obrigatórios – na gestação. A drenagem linfática é um deles.

É uma massagem suave, que visa acabar com a retenção de líquidos e, consequentemente, com o inchaço do corpo. Porém, deve ser feita apenas por fisioterapeutas especializados, pois caso o líquido seja mal drenado, pode causar hematomas e até prejudicar a saúde da gestante e do bebê.

Os benefícios da drenagem linfática para a gestante

  • - A drenagem estimula a circulação. Isso reduz a retenção de líquidos e acaba diminuindo o inchaço das futuras mamães;
  • - Proporciona um relaxamento, aliviando o estresse, a sensação de cansaço e dores musculares;
  • - Reduz celulite;
  • - Ajuda na criação de uma nova consciência corporal. Por isso, deve ser feita até depois do parto, época em que será necessária, novamente, a criação de nova consciência corporal.

Para maior bem-estar...

Além da drenagem linfática, gestantes devem cuidar da alimentação e optar por alguns itens, em específico:

  • - Água: o consumo de água deve ser associado à prática de drenagem linfática, pois ela é fundamental para evitar inchaço. As versões, água de coco e sucos de frutas, são ótimas pedidas. “Devemos beber, no mínimo, 2 litros de líquidos por dia, principalmente no frio, pois tempo seco e os banhos com água muito quente acabam ressecando ainda mais a pele”, explica Luana Stoduto, nutricionista, de São Paulo.
  • - Carne vermelha (magra): fonte de proteínas, fundamental para o bebê, além de outros nutrientes importantes. Peixe também deve ser incluído ao cardápio, pelo menos uma vez por semana;
  • - Frutas: devem ser consumidas, no mínimo, duas por dia, entre as refeições ou como sobremesa, pois dão energia.
  • - Legumes e verduras: possuem nutrientes importantíssimos para a formação do bebê e fibras, que ajudam o intestino da mãe a funcionar.
  • - Ovo caipira: Além de conter proteína (importante para o bebê), o ovo tem ferro, que previne anemia.
Foto Ligia Menezes

Por Lígia Menezes

Jornalista especializada em beleza, com experiência em veículos femininos de circulação nacional da Editora Abril, como revista VivaMais e AnaMaria, e editora do blog Revista Lipstick.